Presidente do Cieam repudia ‘vaidades pessoais’ no controle do CBA

Wilson Périco é presidente do Cieam - Centro das Indústrias do Estado do Amazonas (Foto: Cieam/Divulgação)

Wilson Périco lembrou a grupos que pretendem gerir o CBA que setor industrial é quem banca o centro de pesquisa (Foto: Cieam/Divulgação)

MANAUS – O presidente do Cieam (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), Wilson Périco, considera necessária a aproximação de setores como universidades, órgãos públicos e ONGs para fazer funcionar o CBA (Centro de Biotecnologia da Amazônia), mas crítica a mobilização sem a participação das empresas do Polo Industrial de Manaus. “Foram mais de R$ 120 milhões aportados, através da Suframa, para criar um Polo de Biotecnologia e novas oportunidades. Não é justo nem ético abancar-se deste patrimônio sem consultar expectativas de seus patrocinadores. Repudiamos as vaidades pessoais e relações políticas sombrias em detrimento do interesse regional e das parcerias continentais”, disse Périco, ao se referir à Aliança ABio, que ganhou provisoriamente a gestão do CBA. “Precisamos reduzir a gastança pública e sua pesada burocracia como também a falta de transparência na interlocução de alguns atores não governamentais com os cofres públicos. Os tempos começam a mudar”.

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