O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Com orçamento de R$ 2,5 milhões, CBA tenta emplacar tecnologias no mercado

5 de outubro de 2021 Dia a Dia
Compartilhar
Pesquisadore desenvolver tecnologias a partir de extração na Amazônia (Foto: Walter Franco/ATUAL)
Pesquisadores desenvolvem tecnologias a partir de extração natural na Amazônia (Foto: Walter Franco/ATUAL)
Da Redação

MANAUS – Inaugurado em 2002, no governo de Fernando Henrique Cardoso, o CBA (Centro de Biotecnologia da Amazônia) possui 12 mil metros quadrados, 26 laboratórios e 46 pesquisadores. Com orçamento atual de R$ 2,5 milhões, as pesquisas voltadas para biodiversidade não ganham adesão da indústria.

“Ficamos muitos anos ensimesmados, as pessoas questionam se fazemos algo aqui e estamos muito ativos”, afirma o gestor do centro, Fábio Calderaro. Ele desmistifica a fama de “elefante branco” atribuído ao CBA.

Fábio Calderaro, gestor do CBA, expõe pesquisas e tecnologias (Foto: Walter Franco/ATUAL)
Fábio Calderaro, gestor do CBA, expõe pesquisas e tecnologias (Foto: Walter Franco/ATUAL)

O maior desafio do centro é conseguir empresas e mercado para emplacar as tecnologias sustentáveis que os pesquisadores doutores desenvolvem em seus laboratórios.

Apesar da existência do Polo Industrial de Manaus, o gestor contesta a falta de incentivos para que se atraia uma “cadeia produtiva” qualificada para a região. “Não conseguimos transformar nossas riquezas em vantagem tangível”, disse, porque “nós temos que buscar um vetor econômico que vai encadear essa cadeia produtiva para trás. Esse vetor é a bioeconomia”.

Fabio Calderaro afirma que as potencialidades da região não estão mais na exportação de matéria-prima bruta, como é feito com o açaí. O diferencial está na valorização do produto. É isso que vai encarecer a matéria e aumentar os investimentos na área.

“Temos que deixar essa herança amazônica das drogas do Sertão, que é exportar produtos in natura sem adicionar valor. A gente não vai desenvolver a região exportando o açaí em saquinhos”, disse.

Ele explica que “adicionar” autovalor nos produtos é possível se associado à exploração sustentável.

Como exemplo, Fabio cita o caso do açaí: “hoje, a cadeia produtiva mais organizada que temos é essa (a do açaí). O máximo que a gente faz é transformar ele, a grande parte, em alimento e aumenta em duas vezes o valor de uma saca de 80 kg que custa R$ 250”.

A solução, segundo ele, seria exportar o açaí liofilizado – fazer o processo de desidratação – “e aumenta em quatro vezes o valor”.

“Esse mesmo açaí vai para a Europa. E, lá sim, ele é adicionado valor da intensidade tecnológica, da indústria e química fina. Um saco de açaí de 80 kg se transforma em 800 g de antocianina, que vale cinco vezes mais. Imagina quantos entes da cadeia produtiva estão colocados aqui? Da indústria farmacêutica, química fina, de marketing, canais de distribuição e de vendas”, explica.

O superintendente da Suframa, Algacir Polsin, que anunciou em 2020 a transformação do centro para “fundação”, de modo que se adquira CNPJ e se facilite trâmites burocráticos para receber incentivos de empresas privadas em troca de concessão de tecnologias, admite que falta capital qualificado na região.

“A indústria acaba atraindo investimento e aumentando ainda mais o potencial de desenvolvimento da região. Teremos que estabelecer uma cadeia produtiva, agregar valor mais alto e trazer benefícios”, disse.

O setor de alimentos e bebidas movimenta no mundo R$ 3 trilhões, sendo R$ 700 milhões só no Brasil. Essa, a indústria dos alimentos nutracêuticos, e a de cosmético são os alvos dos gestores com perspectiva para um novo mercado na Amazônia Ocidental.

“A gente pode usar a Amazônia como nossa marca e fazer um branding disso, falando que ‘comprando esse produto você vai estar ajudando a comunidade tal’”, disse Fabio sobre o setor de nutracêuticos.

“O Brasil é o 4º maior mercado consumidor da indústria de cosmético. Da medicina fitoterápica, nós importamos 80%, tendo a maior biodiversidade aqui”, completou.

Apesar das empresas já instaladas na capital, ele afirma que falta adesão à biotecnologia. “É um Polo Industrial já colocado, de 54 anos que nos diferencia de outros países pan-amazônicos”, mas ele explica que “temos feito visitas semanais às empresas e convidado para que venham aqui para que vislumbrem possibilidades de colocar insumos da Amazônia em seus produtos e encadear essa produção”.

Notícias relacionadas

Polo Industrial de Manaus fatura R$ 121,8 bilhões e mantém ritmo de produção

Governo brasileiro pedirá à Justiça retirada do ar da rede social Discord

Rebeca Andrade obtém maior nota para o salto na ginástica olímpica

Pirarucu e jaraqui estão ameaçados por partículas invisíveis no Amazonas

Tráfego de veículos será alterado em viaduto de Manaus no domingo

Assuntos Centro de Biotecnologia da Amazônia, destaque, região Amazônica, suframa, Tecnologia
Redação 5 de outubro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Indústrias da Zona Franca de Manaus (Foto: Divulgação/Suframa)
Economia

Polo Industrial de Manaus fatura R$ 121,8 bilhões e mantém ritmo de produção

7 de agosto de 2026
Jorge Messias é sabatinado no Senado que decidirá sobre indicação ao STF (Imagem: TV Senado/Reprodução)
Dia a Dia

Governo brasileiro pedirá à Justiça retirada do ar da rede social Discord

7 de agosto de 2026
Rebeca Andrade executou salto perfeito e obteve maior nota para o exercício este ano (Imagem: GE/YouTube/Reprodução)
Esporte

Rebeca Andrade obtém maior nota para o salto na ginástica olímpica

7 de agosto de 2026
Pesca do Pirarucu na reserva Mamirauá, no Amazonas: manejo sustentável (Foto: Larissa França/Sema)
Dia a Dia

Pirarucu e jaraqui estão ameaçados por partículas invisíveis no Amazonas

7 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?