O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
>Política

Números da Maus Caminhos expõem plano de corrupção de dimensões amazônicas

4 de agosto de 2019 >Política
Compartilhar
condenados
Priscila Coutinho, Mouhamad Moustafá e Jennifer Nayiara são considerados pelo MPF como chefes do esquema criminoso (Foto: Reprodução)
Por Felipe Campinas, da Redação

MANAUS – Com penas que somam 121 anos de prisão e multas que somam R$ 11,5 milhões aplicadas apenas a oito réus, os números da Operação Maus Caminhos, que alcançou a sexta-fase na última terça-feira, 30, com a deflagração da Operação Eminência Parda, mostram um esquema de corrupção de dimensões amazônicas que se instalou no Estado do Amazonas durante anos. Em desvios de dinheiro público, o prejuízo é, até o momento, de R$ 104 milhões. Nenhum centavo desse valor foi devolvido até agora, segundo o MPF.

Entre políticos, empresários e servidores públicos, 65 pessoas respondem a 76 ações penais ajuizadas pelo MPF (Ministério Público Federal) no âmbito da operação. A Maus Caminhos registra quatro sentenças que condenaram oito réus por formação de organização criminosa e peculato e 11 decisões que absolveram denunciados pelos crimes de licitação e peculato.

As penas aplicadas a Mouhamad Moustafá, que o MPF trata como chefe do esquema, somam 48 anos de prisão e as multas alcançam R$ 7 milhões – a metade do patrimônio evoluído entre 2012 e 2015. O médico foi condenado por formação de organização criminosa em maio de 2018 e por superfaturamento de serviços de lavanderia prestados pelas empresas Medimagem, D’Flores e Ita Serviços, cujas sentenças foram proferidas em junho e julho deste ano.

ouhamad Moustafa depôs sob forte esquema de segurança policial à Justiça Federal (Foto: ATUAL)
Médico Mouhamad Moustafá está preso no CDPM desde dezembro de 2018 (Foto: ATUAL)

A chefe do núcleo financeiro do grupo criminoso, como define o MPF, Priscila Coutinho, que em maio deste ano fez acordo de delação premiada, acumula penas que somam 36 anos de prisão e multas de R$ 2,6 milhões. A ‘mulher de confiança’ do médico da Maus Caminhos foi condenada em quatro ações penais (as mesmas que Mouhamad) e está sendo monitorada por tornozeleira eletrônica desde dezembro de 2017.

Jennifer Nayiara, chefe do núcleo operacional do grupo, que à época dos crimes atuou como presidente do INC (Instituto Novos Caminhos) – entre 2014 e 2016 -, acumula penas que alcançam 9 anos e 10 meses de prisão e deve pagar multa de aproximadamente R$ 715 mil. De acordo com a Seap (Secretaria de Estado de Administração Penitenciária), Jennifer deixou de usar tornozeleira eletrônica em fevereiro deste ano

Com multa de R$ 141 mil, o ex-presidente do INC (entre 2013 e 2014), Paulo Roberto Galácio, foi condenado a 5 anos e 4 meses de prisão em regime semiaberto por superfaturamento em contrato de lavanderia com a empresa Medimagem. Ele cumpre a pena na Casa do Albergado desde novembro de 2018, segundo a Seap.

Entre os empresários condenados estão Alessandro Pacheco, dono da Amazônia Serviços e Comércio Ltda., com pena de 4 anos e 4 meses; Erhard Lange, sócio-proprietário da Ita Serviços Ltda, com pena de 5 anos e 10 meses; Gilberto Aguiar, dono da Medimagem, com pena de 5 anos e 4 meses; e Davi Flores, da D’Flores, com pena de 5 anos e 10 meses.

Investigações

Neste mês, a Maus Caminhos alcançou as fases quinta (Vertex) e sexta (Eminência Parda). No caso da Vertex, o ‘ponto alto da Maus Caminhos’, cuja fase ostensiva foi deflagrada no dia 19 deste mês, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão nas casas do senador Omar Aziz em Manaus e Brasília, e prendeu temporariamente nove pessoas, entre elas, os irmãos Amin, Murad e Manssur Aziz. Nejmi Aziz, ex-primeira-dama do Estado, também foi presa e deixou a cadeia na sexta-feira, 2.

A Operação Eminência Parda, deflagrada na última terça-feira, 30, mirou no empresário Zé Lopes, que, segundo a Polícia Federal, “exerce influência sobre determinado tomador de decisões”. As investigações apontam que o pecuarista recebeu, entre março de 2014 e agosto de 2016, aproximadamente R$ 20 milhões. O MPF informou que irá analisar se há elementos suficientes para apresentar ações penais contra os investigados.

Nada devolvido

De acordo com o MPF, o valor dos danos causados pelos crimes identificados na operação, calculados a partir de 72 denúncias ajuizadas até o momento, somam R$ 104.293.301,65, e “não há registro de valor recuperado, pois nenhuma das ações transitou em julgado”.

Notícias relacionadas

Morre Pedro Elias, ex-secretário de Saúde do Amazonas

Senado aprova penas mais duras para crimes violentos e texto segue para a Câmara

Alckmin sanciona lei que aumenta penas para crimes em escolas

‘Maus Caminhos’ foi arquivada porque não havia nada contra mim, diz Omar

Juíza descarta anular provas da Maus Caminhos e marca julgamento de réus

Assuntos Maus Caminhos, Operação Maus Caminhos, penas
Felipe Campinas 4 de agosto de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
1 Comment
  • Jacques disse:
    5 de agosto de 2019 às 13:11

    Será que os réus irão devolver os 140 milhões roubados da saúde pública do Amazonas?

    Todos eles são detentores de patrimônios declarados no IR, fora os bens que estão em nome dos laranjas.

    Esses facínoras já tiraram a vida de muita gente que faleceram por falta de remédios, cirurgias que deixaram de serem feitas, falta de equipamento médico etc.

    Vão todos pro inferno de certeza…

    Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Morre Pedro Elias, ex-secretário de Saúde do Amazonas

14 de maio de 2026
Senado federal, presidente Davi Alcolumbre
Política

Senado aprova penas mais duras para crimes violentos e texto segue para a Câmara

14 de outubro de 2025
Polícia ainda apura a motivação do crime em Suzano (Foto: Rovena Rosa/ABr)
Dia a Dia

Alckmin sanciona lei que aumenta penas para crimes em escolas

4 de julho de 2025
Política

‘Maus Caminhos’ foi arquivada porque não havia nada contra mim, diz Omar

29 de abril de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?