O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Sérgio Augusto Costa

No Brasil o crime compensa

23 de novembro de 2019 Sérgio Augusto Costa
Compartilhar

tiago paiva

Nos últimos tempos acompanhamos nossa suprema corte intensificar seu ativismo judicial, insistindo em legislar e até mesmo inventar regras legais, sob o manto de atuarem como guardiões da Constituição Federal. Essa postura, muitas vezes fundamentada na suposta omissão do Poder Legislativo, por si, já é controversa, pois a opção por rejeitar ou até mesmo não analisar determinado projeto de lei é função tipicamente legislativa, e gera um estado de impunidade, ou melhor, uma cultura jurídica da impunidade.

A falta de estrutura oferecida as nossas polícias, dificultando desvendar autorias delitivas, aliado a dilação dos processos judiciais, muitas vezes por conta do arbítrio interpretativo ao se analisar leis lenientes, favorece o criminoso, e o Estado deixa de dar uma resposta mais eficaz à sociedade.

O legislativo tem por função a criação de leis, porém, não há como prevê todas as hipóteses de tipos penais, no entanto, existe um limite para o preenchimento desse vácuo. O contorno desse domínio abstrato é delineado pela letra da lei. E quando o judiciário extrapola esse limite, incorre em decisões judiciais “criativas”.

Nos bastidores já era unanimidade que sentenças proferidas na Operação Lava Jato, condenando à prisão poderosos da política e do empresariado, poderiam ser anuladas, devolvendo-os à plena liberdade, com o que o sistema retomaria o seu macabro ritual.

Neste caso, a ideia de que o crime compensa deixaria de ser apenas uma frase e passaria a ser uma tese para dissertações acadêmicas. As leis brasileiras são elaboradas de propósito para permitir as divergências que mantém vivo e ativo o abominável e interminável sistema de corrupção e todos os demais crimes.

A decisão política em que os ministros do STF mudaram seu entendimento, aprovando que ninguém pode ser considerado culpado até o trânsito em julgado e que a execução provisória da pena fere a presunção de inocência, deixa claro que no Brasil, só ficará preso quem não tiver recurso suficiente para arcar com uma defesa ad eternum.

A indignação que tomou conta do país após a decisão supracitada, em nada tem a ver com os renomados criminosos colocados em liberdade, dentre eles um ex-presidente, já que este possuía direito de estar em liberdade desde setembro. O que se discute são os efeitos nefastos, e os impactos que a decisão causará a sociedade e ao Brasil, que a partir de agora, vai na contramão do que é feito no restante do mundo.

Foi um choque muito forte na moralização dos costumes, na guerra contra a corrupção, na busca por um país honesto. A restauração da ordem jurídica compete ao Poder Legislativo. Ouvir a mobilização dos brasileiros que não aceitam a politizada decisão, será o primeiro passo para evitar retrocesso e um prejuízo incalculável ao cidadão cumpridor da lei.


Sérgio Augusto Costa da Silva – Delegado de Polícia, Bacharel em Direito e Teologia, pós-graduado em Direito Público, Penal e Processo Penal, MBA em Gestão Financeira e Contábil no Setor Público-UEA, Pós-graduando em Gestão de Tecnologia aplicada à Segurança de Dados-UEA e Mestrando em Segurança Pública- UEA.

Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

O último estágio do sistema: a hegemonia no STF

O banco, a toga e os R$ 80 milhões por trás da perseguição política

Estado não é babá: a ilusão do novo ECA Digital

O equívoco jurídico de equiparar facções criminosas ao terrorismo

Entre o altar e o púlpito

Assuntos o crime compensa, Sérgio Augusto Costa
Cleber Oliveira 23 de novembro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Sérgio Augusto Costa

A direita e os representantes de si mesmos?

26 de setembro de 2020
Sérgio Augusto Costa

A política não é para ‘heróis’

18 de julho de 2020
Sérgio Augusto Costa

Um abuso de autoridade

27 de junho de 2020
Sérgio Augusto Costa

Mecanismo contra a liberdade

20 de junho de 2020

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?