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Política

‘Tapa na cara do povo’, diz deputado do AM sobre colegas que votaram contra MP do IOF

10 de outubro de 2025 Política
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Deputados querem voto secreto ou anulação de investigação contra parlamentares (Foto: Vinícius Loures/Agência Câmara)
Câmara dos Deputados derrubou MP que aumentava imposto sobre aplicações financeiras (Foto: Vinícius Loures/Agência Câmara)
Do ATUAL

MANAUS — O deputado federal Sidney Leite (PSD-AM) classificou como “um tapa na cara dos brasileiros” a decisão da Câmara dos Deputados de rejeitar a proposta que ampliaria a tributação sobre as bets, empresas de apostas esportivas e jogos on-line. Dos oito deputados federais do Amazonas, cinco votaram para manter na pauta a Medida Provisória 1303/25, que foi barrada pela maioria dos parlamentares.

A medida aumentaria de 12% para 18% a tributação sobre todas as aplicações financeiras a partir de 1º de janeiro de 2026. A proposta também aumentaria a CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) dos bancos. O texto precisava ser apreciado pela Casa Baixa e pelo Senado até 23h59 para não perder a validade. No entanto, 251 parlamentares votaram favor da retirada e 193 contra.

“Qual é o medo, ou a quem interessa não tributar as bets?”, questionou Sidney Leite. Segundo o parlamentar, essas empresas “não geram emprego, endividam milhares de brasileiros e não têm compromisso com o desenvolvimento do país”.

O deputado comparou a decisão à recente aprovação da chamada “PEC da Blindagem” e criticou o que classificou como omissão do Congresso diante dos mais ricos e poderosos. “Quando chega a hora de tributar o andar de cima, há acordos para que sequer projetos dessa natureza sejam pautados. É vergonhoso o que é feito contra os homens e mulheres que trabalham nesse país”, declarou.

Entre os deputados do Amazonas, Capitão Alberto Neto (PL), Fausto Júnior (União) e Pauderney Avelino (União) votaram contra a MP. Adail Filho (Republicanos), Átila Lins (PSD), Amom Mandel (Cidadania), Silas Câmara (Republicanos) e Sidney Leite (PSD) votaram a favor da medida.

Sidney Leite também destacou o impacto social do vício em jogos e apostas, citando o aumento do endividamento e transtornos causados pela falta de regulamentação do setor. “Tem milhares de famílias destruídas por causa desses jogos. Enquanto isso, o micro e pequeno empreendedor paga uma carga tributária pesada”, disse.

Deputado Sidney Leite alega que imposto maior eleva custo para investidor (Foto: Mario Agra/Agência Câmara)
Deputado Sidney Leite criticou colegas que votaram contra a MP alternativa ao IOF (Foto: Mario Agra/Agência Câmara)

Considerada pelo governo essencial para o equilíbrio fiscal do próximo ano, a MP foi publicada em junho após a revogação do decreto presidencial que havia elevado o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) em diversas transações. O STF (Supremo Tribunal Federal), no entanto, permitiu que a maior parte dos aumentos previstos no decreto fossem mantidos.

O texto original da MP incluía expectativa de arrecadação adicional de cerca de R$ 10,5 bilhões para 2025 e de R$ 21 bilhões para 2026, diminuída para cerca de R$ 17 bilhões depois de negociações na comissão mista que analisou o tema.

Sem o dinheiro extra, o governo deverá fazer novo bloqueio nas despesas de 2025, incluindo emendas parlamentares, e para 2026 terá de obter cerca de R$ 35 bilhões no Orçamento por meio de cortes ou novas receitas de outras fontes, como IPI e o próprio IOF, que podem ter alíquotas aumentadas por decreto.

A MP também tributava inicialmente os títulos imobiliários e do agronegócio em 5%, mas eles continuam isentos, mesmo se a MP tivesse sido aprovada.

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Assuntos alternativas, Câmara dos Deputados, Medida Provisória, Sidney Leite, votação
Felipe Campinas 10 de outubro de 2025
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