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Dia a Dia.

Sínodo da Amazônia recomenda a ordenação de homens casados

27 de outubro de 2019 Dia a Dia.
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Papa Francisco abre o Sínodo da Amazônia
Missa de abertura do Sínodo da Amazônia: medidas polêmicas na Igreja (Foto: Reprodução)

Por Fabiano Maisonnave, da Folhapress

VATICANO-ITÁLIA – Em ação histórica, a assembleia do Sínodo para Amazônia recomendou nesse sábado, 26, a ordenação de homens casados que vivem na região. Por outro lado, a esperada criação de um diaconato para as mulheres ficou de fora do relatório final, que agora será avaliado pelo papa Francisco.

“Considerando que a legítima diversidade não prejudica a comunhão e a diversidade da igreja, (…) propomos (…) ordenar sacerdotes homens idôneos e reconhecidos pela comunidade, que tenham um diaconato permanente fecundo e recebam uma formação adequada para o presbiterato, podendo ter família legitimamente constituída e estável”, afirma o parágrafo 111 do documento.  

A aprovação do ministério para homens casados (viri probati) foi o tema mais controvertido na votação. Recebeu a aprovação de 128 padres sinodais, o mais baixo número de votos dos 120 parágrafos, aprovados individualmente. Os padres que se opuseram somaram 41 votos.

A recomendação não prevê que padres agora possam se casar, mas que homens com família possam assumir as funções de sacerdócio. A expectativa é de que a medida aumente a presença da igreja em áreas remotas, onde os padres atualmente só conseguem visitar poucas vezes por ano. Seria também uma forma de confrontar a crescente presença de igrejas pentecostais na região.

O relatório aprovado pela assembleia dos padres sinodais agora será analisado por Francisco. Cabe a ele decidir quais medidas serão de fato implantadas pela igreja. Neste sábado, o sumo pontífice disse que fará a revisão até o final deste ano.

Com relação às mulheres, o relatório afirma que o sínodo compartilhará “as experiências e as reflexões” com a Comissão de Estudo sobre o Diaconato das Mulheres, iniciativa criada pelo papa Francisco em 2016. Esse trecho teve a aprovação de 137 padres sinodais. 

O documento também pede que “seja criado o ministério instituído da ‘mulher dirigente da comunidade’ e reconhecer isso, dentro do serviço das mutáveis exigências da evangelização e da atenção às comunidades”. 

Em outro trecho, o texto afirma que é “necessário que (a mulher) assuma com maior força sua liderança no seio da igreja, e que esta a reconheça e a promova reforçando a sua participação nos conselhos pastorais de paróquias e dioceses e inclusive nas instâncias de governo”.

Na curta intervenção durante a assembleia deste sábado, o papa afirmou que “ainda não entendemos o significado das mulheres na Igreja. O papel delas deve ir muito além das questões de função”.

Participante do sínodo, a irmã brasileira Roselei Bertoldo disse que, “como mulher, me sinto contemplada nessa fala de papa Francisco. Enquanto auditora, trabalhei muito para que fosse inserida a dimensão, que vem das escutas, de a mulher ser valorizada não pelo que faz, mas enquanto mulher”. Radicada em Manaus, Bertoldo disse que as mulheres da Amazônia ouvidas antes do sínodo pediram um diaconato próprio. Para ela, o sínodo “é um avanço e trará uma abertura”.

Todos os itens do documento levados à votação neste sábado foram aprovados com mais de dois terços pelos padres sinodais (na maioria, bispos amazônicos). Apesar da participação de mulheres durante a assembleia sinodal, apenas homens podem votar. 

Indígenas e ecologia De acordo com o texto aprovado, “é urgente dar à pastoral indígena seu lugar específico na igreja”. “A opção preferencial pelos povos indígenas, com as suas culturas, identidades e histórias, nos exige aspirar uma igreja indígena com sacerdotes e ministros próprios sempre unidos e em total comunhão com a Igreja Católica”.

O sínodo classificou de “escandaloso que se criminalizem os líderes inclusive as comunidades, pelo simples fato de reclamar seus direitos”. Também criticou a “a grave situação de impunidade” em casos de violação de direitos humanos. A assembleia sugeriu ao papa a criação de um “observatório socioambiental pastoral”, que trabalharia em coordenação com instituições católicas, indígenas e laicas.

Na sexta-feira, 25, o sínodo elegeu 13 membros de um conselho que ficará encarregado de supervisionar a implantação das mudanças, todos cardeais e bispos. Outros três membros serão escolhidos por Francisco. O papa afirmou que duas serão mulheres, uma religiosa e uma leiga. 

São quatro brasileiros no conselho pós-sinodal: o bispo emérito do Xingu, dom Erwin Kräutler, o presidente do Cimi (Conselho Indigenista Missionário) e bispo de Porto Velho (RO), dom Roque Paloschi, o relator-geral do sínodo, cardeal Cláudio Hummes, e o bispo de Belém, dom Alberto Taveira. 

A assembleia reservou um parágrafo para as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), iniciativa ligada à Teologia da Libertação, corrente católica de esquerda que teve seu auge nos anos 1960 e 1970 e voltou a ganhar espaço sob Francisco. As CEBs, popularizadas principalmente a partir dos anos 1970, buscaram se aproximar de populações pobres de zonas periféricas e remotas, com envolvimento de laicos.

“As comunidades eclesiais de base têm sido um dom de Deus para as igrejas locais da Amazônia. No entanto é necessário reconhecer que, com o tempo, algumas comunidades se acomodaram, debilitaram ou até desapareceram. Mas a grande maioria continua perseverante e é o fundamento pastoral de muitas paróquias”, diz o parágrafo 36. “A comunidade eclesial deverá estar presente nos espaços de participação de políticas públicas onde se articulam ações para revitalizar a cultura, a convivência, o lazer e a celebração. Devemos lugar para que as ‘favelas tenham os direitos básicos fundamentais: água, energia, moradia e promover a cidadania ecológica integral”, prossegue o texto.

Governadores

Nesta segunda-feira, 28, cinco governadores da Amazônia Legal e o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), participarão de um encontro no Vaticano com participantes do sínodo, entre os quais o cardeal Hummes.
Além de Dias, estarão na reunião Helder Barbalho (MDB-PA), Wilson Lima (PSC-AM), Waldez Góes (PDT-PA), Gladson Cameli (PP-AC) e Flávio Dino (PC do B-MA). 

Os dois governadores da Amazônia filiados ao PSL, do presidente Jair Bolsonaro, não comparecerão. São eles: Antonio Denarium (RR) e Marcos Rocha (RO). O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM-MT), e o de Tocantins, Mauro Carlesse (DEM-TO), tampouco virão. 

A Folha de S.Paulo procurou a Embaixada do Brasil em Roma, que informou, via e-mail, não estar envolvida na viagem dos governadores. A reportagem tentou entrar em contado com missão diplomática brasileira junto à Santa Sé, sem resposta.

O sínodo tem sido visto com hostilidade pelo governo Bolsonaro. Chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), o general Augusto Heleno chegou a dizer que a iniciativa da igreja é assunto “de segurança nacional”.
O Planalto tem refutado críticas ao aumento do desmatamento na Amazônia, estremecendo as relações diplomáticas com países europeus, incluindo a França e a Alemanha.

Também nesta segunda-feira, os Museus do Vaticano, que recebem 6,5 milhões de visitantes por ano, abrem a exposição Mater Amazonia, que mistura artefatos indígenas, um vídeo com denúncias sobre o desmatamento e uma homenagem a religiosos e lideranças assassinadas. Entre outros, estão na mostra, com fotos e vídeos, a missionária norte-americana Dorothy Stang, ligada a movimentos camponeses e morta em Anapu (PA), em 2005, e o líder guarani-caiová Marçal de Souza Tupã’i, morto a tiros em Bela Vista (MS), em 1983.

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Assuntos Sínodo da Amazônia
Cleber Oliveira 27 de outubro de 2019
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