O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
José Ricardo

Querem dar calote nos professores

9 de novembro de 2021 José Ricardo
Compartilhar

tiago paiva

O governo Bolsonaro e seus aliados no Congresso Nacional tentam aprovar de qualquer jeito a PEC 23/2021, a PEC do Calote dos Precatórios, com a desculpa de que é necessário para garantir recursos para o pagamento do Auxílio Brasil. E, com isso, tenta dar um calote nos professores. Votei contrário no primeiro turno dessa PEC e vou votar novamente contra neste segundo turno.

Os precatórios são as decisões da Justiça para que o governo pague direitos de pessoas, funcionários, empresas, entidades e entes da federação (estados e municípios).

A ideia do governo é criar um limite para o pagamento dos precatórios, que está estimado para o orçamento de 2022 em R$ 89 bilhões, e postergar e parcelar o pagamento desses direitos, o que vai criar uma dívida pública paralela, que vai crescer sob o efeito de “bola de neve” e que deverá ser paga por governos futuros.

O governo alega que precisa de recursos para pagar o Auxílio Brasil, o programa que foi criado no lugar do Bolsa Família, que o Bolsonaro extinguiu. Ou seja, o governo acabou com o Bolsa Família, que existia há 18 anos, criado pelo Lula, e que atendia milhões de famílias no Brasil e milhares no Amazonas, e criou um programa que não tem recursos previstos e o que é pior, será apenas por um ano. Lamentável.

Neste momento, em que a política de morte do governo Bolsonaro levou 19 milhões de pessoas a passar fome; 120 milhões de pessoas estão na insegurança alimentar; 14 milhões estão sem empregos; a inflação está acabando com o poder aquisitivo e a renda dos trabalhadores; mais de 20 milhões de famílias estão na miséria; a política do governo de preços internacionais do petróleo em dólar está aumentando todo mês a gasolina, o diesel e o gás de cozinha; ele ainda acaba com o maior programa de combate à fome do país e, não tendo previsão de recursos, quer tirar justamente da educação.

Ora, recursos não faltam. Basta que o governo reduza o pagamento de juros dos bancos ou comece a cobrar impostos dos mais ricos, das grandes fortunas, dos ganhos financeiros, bem como dos sonegadores contumazes. Não tirar da educação. E se for necessário, que se rompa com o teto de gastos do governo, garantindo alimentação ao povo, que está sem renda e passando fome. Só com a Reforma da Previdência, falaram numa economia de R$ 900 bilhões, mas para pagar os bancos, em vez de ajudar quem mais precisa.

Neste calote do governo, R$ 40 bilhões não seriam pagos e R$ 49 bilhões seriam parcelados. Tem os precatórios do INSS, aposentados e pensionistas que estão esperando, há anos, por esse benefício, mas que agora receberão de forma parcelada. Desses R$ 49 bilhões, estão os R$ 19 bilhões referentes aos precatórios do Fundef, que são recursos que os professores têm direito a receber.

Para o Amazonas, esse valor está estimado em R$ 219 milhões, destinado aos 30 mil professores no Estado do Amazonas (estaduais e municipais). O governo Bolsonaro quer parcelar em 10 vezes, sendo a primeira parcela no valor de 15%. Na Câmara já propuseram em três parcelas. Uma injustiça, pois os professores deveriam receber de uma vez, visto que era para ter recebido anos atrás. É uma luta de vários anos.  Realizei audiência em Manaus. Participei de audiência em Brasília. O STF já tinha decidido. E governo não pagou.

E agora quer dar um calote.


José Ricardo Wendling é formado em Economia e em Direito. Pós-graduado em Gerência Financeira Empresarial e em Metodologia de Ensino Superior. Atuou como consultor econômico e professor universitário. Foi vereador de Manaus (2005 a 2010), deputado estadual (2011 a 2018) e deputado federal (2019 a 2022). Atualmente está concluindo mestrado em Estado, Governo e Políticas Públicas, pela escola Latina-Americana de Ciências Sociais.

Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

Roberto Cidade anuncia pagamento do Fundeb para Educação em 2026

Municípios perdem recursos por não reduzirem desigualdades na educação

Comissões do Senado priorizam análise de ações públicas para crianças, educação e segurança

Governo começa a pagar 2ª parcela do 13º e injeta R$ 1,4 bilhão na economia

Servidores da Educação de Manaus receberão até R$ 6 mil do Fundeb

Assuntos Fundeb, PEC dos precatórios
Cleber Oliveira 9 de novembro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Governador Roberto Cidade anunciou pagamento do Fundeb em vídeo nas redes sociais (Imagem: Facebook/Reprodução)
Dia a Dia

Roberto Cidade anuncia pagamento do Fundeb para Educação em 2026

15 de outubro de 2026
estudantes
Dia a Dia

Municípios perdem recursos por não reduzirem desigualdades na educação

20 de maio de 2026
Comissão de Constituição e Justiça: análise prioritária para projetos de políticas públi8cas (Foto: Andressa Anholete/Agência Senado)
Política

Comissões do Senado priorizam análise de ações públicas para crianças, educação e segurança

11 de abril de 2026
Governador Wilson Lima
Economia

Governo começa a pagar 2ª parcela do 13º e injeta R$ 1,4 bilhão na economia

11 de dezembro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?