O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

PDT pede que STF suspenda a promulgação da PEC dos Precatórios

10 de dezembro de 2021 Política
Compartilhar
Plenário da Câmara: votação apertada a favor do governo (Foto: Pablo Valadares/Agência Câmara)
Plenário da Câmara: votação apertada a favor do governo (Foto: Pablo Valadares/Agência Câmara)
Da Mônica Bergamo, da Folhapress

SÃO PAULO, SP- O PDT impetrou no STF (Supremo Tribunal Federal) uma Ação Direta de Inconstitucionalidade contra a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) dos Precatórios, promulgada pelo Congresso Nacional na quarta-feira (8).

A proposta, que possibilita ao governo federal pagar ainda em dezembro o Auxílio Emergencial de ao menos R$ 400, abre um espaço de R$ 106,1 bilhões no Orçamento de 2022, dos quais R$ 51,1 bilhões serão destinados à ampliação do programa social.

O PDT, no entanto, questiona a lisura da tramitação da PEC e a finalidade da ampliação do orçamento. E pede que o Supremo suspenda os efeitos da emenda liminarmente até que o julgamento definitivo da ação ocorra.

“O principal argumento do governo federal é o de que a mudança é necessária para viabilizar o programa social ‘Auxílio Brasil’, mas a referida mudança, combinada com a alteração no índice de correção do teto de gastos, permitirá o aumento de outras despesas no ano eleitoral”, diz a legenda na ação.

O partido ainda afirma que a sessão que aprovou a pauta na Câmara burlou o regimento da Casa ao permitir que deputados licenciados votassem.

Aliado do governo, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), flexibilizou algumas regras e editou um ato para permitir que deputados que estão em viagem autorizada pela Câmara pudessem votar remotamente. Isso beneficiou o plano patrocinado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Não há ambiência que justifique um novo período excepcional aberto apenas para os parlamentares que estejam em viagem no exterior, no que a medida capitaneada pelo Presidente da Câmara dos Deputados denotou nítido viés antidemocrático, arrefecedor dos princípios da legalidade, da isonomia, da impessoalidade e do devido processo legislativo”, afirma o PDT na Ação Direta de Inconstitucionalidade

O partido também questiona a submissão de uma emenda aglutinativa diretamente ao Plenário, sem passar pela Comissão Especial.

A PEC tem dois pilares. Uma medida permite um drible no teto de gastos, fazendo um novo cálculo retroativo desse limite. A outra medida cria um valor máximo para o pagamento dos precatórios -as dívidas que não entrarem nessa lista serão adiadas e quitadas em anos posteriores.

No Senado, o governo recuou e atendeu os últimos quatro pontos que foram demandados. Aceitou que o limite para o pagamento de precatórios tenha validade até 2026, e não até 2036 como previa a versão anterior.

Notícias relacionadas

Justiça manda retirar ‘fogo amigo’ contra Alberto Neto das redes sociais

TRE determina que emissoras recebam mídias eleitorais aos domingos

Denúncia de Omar sobre compra de colchões gera embate entre deputados

Cada senador rende R$ 9,1 milhões do fundo eleitoral aos partidos

Fachin defende empenho do Judiciário para recuperar a confiança da sociedade

Assuntos PDT, PEC dos precatórios, STF
Redação 10 de dezembro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

Fachin defende empenho do Judiciário para recuperar a confiança da sociedade

25 de agosto de 2026
Política

Manoel Dias, fundador do PDT e ex-ministro de Dilma, morre aos 88 anos

23 de agosto de 2026
Plenário do STF
Política

STF marca para setembro retomada do julgamento da Lei da Ficha Limpa

22 de agosto de 2026
Ilustração das instalações do Projeto Potássio Autazes: fim do imbróglio jurídico (Imagem: Potássio do Brasil/Divulgação)
Economia

Fachin nega pedido para suspender decisões a favor da Potássio do Brasil

21 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?