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Sérgio Augusto Costa

Nos inspiremos na Revolução Pernambucana

7 de setembro de 2019 Sérgio Augusto Costa
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tiago paiva

Em 1808, Portugal se recusou a participar do embargo comercial contra o Reino Unido, tendo como retaliação, a invasão de seu território pelas tropas francesas. Fugindo dessa perseguição, a família real portuguesa transferiu a corte para o Rio de Janeiro, elevando o Brasil à condição de reino subordinado a Portugal, e criou o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.

Apesar da independência do Brasil ter como marco o dia 7 de setembro de 1822, em cena famosa às margens do Riacho do Ipiranga, a Revolução Pernambucana foi o único movimento separatista do período de dominação portuguesa que ultrapassou a fase conspiratória e atingiu o processo de tomada do poder.

Pernambuco foi a primeira província brasileira a se separar do Reino de Portugal. No dia 6 de março de 1817, teve início o movimento da Revolução Pernambucana, também conhecido como Revolução dos Padres, culminando com a formação da Junta de Goiana, tornando-se vitorioso com a rendição das tropas portuguesas em capitulação assinada em outubro do mesmo ano, quando da Convenção do Beberibe, responsável pela expulsão dos exércitos portugueses do território pernambucano.

Destarte que entre causas que geravam grande descontentamento no povo pernambucano, o absolutismo monárquico português e os enormes gastos da família real, que obrigavam a capitania de Pernambuco, então mais lucrativa das colônias, enviar para o Rio de Janeiro grandes somas para custear os esbanjamentos da corte. Isso dificultava o enfrentamento de problemas locais – Pernambuco já sofria com a seca – e ocasionava o atraso no pagamento dos soldados.

Mesmo com a repressão violenta, a Revolução Pernambucana se insurgiu contra a presença maciça de portugueses na liderança do governo e na administração pública (aparelhamento estatal), criação de novos impostos (CPMI), grande seca que atingiu a região no período acentuando a fome e a miséria (PAC e Rio São Francisco, obras que não mudaram em nada o sofrimento do povo).

Será que mesmo após a Revolução Pernambucana e proclamada nossa independência em 1822, somos mesmo uma nação independente? O ideal buscado pelo movimento, ultrapassados 200 anos continua atual, pois estamos revoltosos (ao menos os que querem uma nação prospera e com corruptos presos), e nossa sociedade imatura não está preparada para enfrentar àqueles mesmo problemas do passado.

A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. É o nosso dever como cidadão nos preocuparmos com o nosso país e tentar impedir que os problemas sociais, políticos e ecológico continuem a se expandir.

Isso quer dizer que, independente das cores partidárias ou da inclinação ideológica e fisiologismos, precisamos mudar nossa dura e cruenta realidade, para então o Brasil crescer. Que nação queremos deixar para nossos filhos? Qual nosso legado? Não deixemos para amanhã a mudança que podemos começar agora. Façamos a Revolução Brasileira, que o descontentamento com os problemas no Brasil nos ajudem a mobilizar forças políticas e suscitar posicionamentos em prol da Nação e não apenas de escusos interesses pessoais.

Então, sejamos revolucionários! Vamos cumprir as nossas obrigações, fazendo o certo pelo simples e necessário fato que é o certo.

Viva o Brasil! Viva a Independência!


Sérgio Augusto Costa da Silva – Delegado de Polícia, Bacharel em Direito e Teologia, pós-graduado em Direito Público, Penal e Processo Penal, MBA em Gestão Financeira e Contábil no Setor Público-UEA, Pós-graduando em Gestão de Tecnologia aplicada à Segurança de Dados-UEA e Mestrando em Segurança Pública- UEA.

Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

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Assuntos independência, Revolução Pernambucana, Sérgio Augusto Costa
Valmir Lima 7 de setembro de 2019
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