O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Geral

‘MeToo deixou homens com medo, mas nada mudou na música’, diz Joss Stone

4 de dezembro de 2018 Geral
Compartilhar

Por Rafael Gregorio, da Folhapress

SÃO PAULO, SP – Que Joss Stone não gosta de rótulos, já se sabe. Desde o início da carreira, aos 13 anos, a cantora transita inquieta por gêneros, rasgando o invólucro de musa do novo soul com que foi vendida. Nos últimos anos, Stone cantou reggae, rock -notável a breve colaboração com a banda Stone Temple Pilots, em 2015- e pop, e diz, meio brincando, que cogita um dia gravar uma ópera.

“É luta constante para falar línguas diferentes e não ficar presa”, diz, avessa a conselhos de executivos de gravadoras para bajular seu público cativo: “Ignoro-os completamente; prefiro falar com músicos”. A estratégia parece funcionar: nascida Joscelyn Eve Stoker, a inglesa já vendeu 14 milhões de cópias dos sete álbuns em sua discografia, marca expressiva para uma artista do pós-internet.

Veterana aos 31 anos e prestes a fazer mais um show em São Paulo, nesta quarta-feira, 5, Stone -que já cantou no Brasil ao menos sete vezes- foge do lugar-comum em outros temas. Sobre a igualdade de gênero na indústria musical, por exemplo, ela abraça um misto de ceticismo e naturalismo de assombrar feministas:

“Movimentos como o MeToo deixaram os homens com medo, mas tudo segue na mesma: há mulheres que recebem menos do que homens, e homens que recebem menos que mulheres. É a natureza.”

A opinião contraria preceitos segundo os quais uma mulher branca e dentro do padrão dominante de beleza jamais deveria usar sua experiência pessoal como régua, mas a cantora dobra a aposta:

“A coisa que mais me irrita hoje é que as pessoas ficam superofendidas por qualquer coisa. Isso é muito chato e bloqueia conversas sobre problemas sérios.”

Essa relativa recusa em aderir ao senso coletivo contrasta com o ativismo social, frequente na carreira de Stone desde 2004. Naquele ano, ela participou do projeto Band Aid 20, no qual gravou uma canção com artistas como Paul McCartney em prol das vítimas da guerra civil no Sudão. Mais recentemente, dedicou-se a defender a limpeza dos oceanos e a eliminação de minas terrestres.

“Há diversos temas com os quais nos preocuparmos”, diz. “Mas por que seria mais importante encontrar a cura da Aids do que achar água limpa na Índia? Não há uma balança. Você deve ir onde acha que pode ajudar”, completa a artista, que falou à Folha semanas antes de trazer pela segunda vez ao país sua “The Total World Tour”.

Firme na toada meio hippie, meio “deboísta”, Stone não quer saber de mimimi dos colegas, mesmo diante da ascensão de setores conservadores e de discursos odiosos.

“Tudo o que um artista pode fazer é ser o mais positivo possível. Não há uma canção que possa acabar com a fome, mas a positividade pode encorajar outras pessoas.” Xô, baixo-astral: “Se todas as minhas canções só dizem ‘Foda-se o mundo’ e ‘Os seres humanos são todos um bando de canalhas’, o que vou conseguir?”

Mas você não se abala nem quando Donald Trump, o iracundo presidente dos EUA, diz que o aquecimento global é fake news, insiste o repórter?

“Trump não vai ser presidente para sempre; outro idiota virá depois dele. Muitos discordam de mim, mas não me importo, só quero que as pessoas não sejam sempre negativas. Levante-se, plante uma flor, pegue uma criança no colo.”

Notícias relacionadas

Como conseguir backlinks de qualidade e acelerar o crescimento no Google

Top 10 produtos ViX para presentear no Dia dos Namorados

Como organizar documentos importantes de forma prática e segura

Validade do visto americano: o que realmente significa ter um visto válido

Homem investigado por estupro de vulnerável é preso pela PF

Assuntos igualdade de gênero, indústria musical, Joss Stone
Redação 4 de dezembro de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Plenário do STF: ministros decidiram que não cabe indenização do Estado a pessoas ofendidas por parlamentares (Foto: Rosinei Coutinho/STF)
Política

Subprocurador-geral pede ao TCU que impeça Lula de nomear um homem para o STF

30 de outubro de 2025
Fórum Parlamentar do Brics reúne mulheres dos países membros em Brasília (Foto: Saulo Cruz/Agência Senado)
Política

Mulheres defendem igualdade de gênero no debate sobre economia

4 de junho de 2025
Roseane Mota 2023
Roseane Mota

Mulheres na liderança: rompendo barreiras e promovendo a igualdade de gênero

27 de março de 2024
Deputado Sóstenes Cavalcante reclama da falta de comunicação do governo (Foto: Leonardo Prado/Agência Câmara)
Política

Bancada evangélica se mobiliza contra igualdade de gênero e raça

11 de abril de 2023

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?