O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Justiça aumenta para 31 anos pena de delegado que matou advogado em Manaus

20 de setembro de 2021 Dia a Dia
Compartilhar
gustavo sotero
Gustavo Sotero foi condenado por homicídio do advogado Wilson Justo Filho (Foto: Raphael Alves/TJAM)
Da Redação

MANAUS – A pena de prisão do ex-delegado Gustavo Sotero, condenado por matar o advogado Wilson de Lima Justo em uma casa de show em 2017, foi ampliada para 31 anos e 4 meses de prisão em regime fechado. A alteração ocorreu após a desembargadora Vânia Marques Marinho revisar e julgar, em segunda instância, recurso nesta segunda-feira (20). Antes, a pena estava em 30 anos e 2 meses.

A denúncia do Ministério Público do Amazonas foi parcialmente julgada em primeiro grau como “procedente” e Sotero havia sido condenado a 30 anos e 2 meses de reclusão, em regime fechado, e à perda do cargo de delegado.

Na revisão do caso, a desembargadora considerou os crimes de lesão corporal gravíssima e “as circunstâncias judiciais, corretamente valoradas de forma negativa”, que segundo ela, “merecem ser sopesadas com maior rigor”. A pena aumentou em um ano e dois meses.

“As circunstâncias do crime são fortemente censuráveis, vez que extrai-se das provas coligidas ao caderno processual que a vítima Fabíola Rodrigues Pinto de Oliveira implorou ao seu agressor que poupasse a vida de esposo Wilson de Lima Justo Filho, ocasião em que já estava caída no chão da casa noturna após ser atingida pelos disparos que lhe causaram lesão corporal gravíssima”, diz a relatora.

Vânia Marques Marinho afirma que o juiz que sentenciou a ação em primeira instância não reconheceu a agravante prevista no art. 61 do Código Penal. “Diferentemente do que alega o acusado, é possível o reconhecimento da agravante do recurso que impossibilitou a defesa das vítimas, uma vez que presente o elemento da surpresa”, afirmou a desembargadora.

A condenação decorre dos crimes de homicídio contra o advogado Wilson de Lima Justo Filho, Maurício Carvalho Rocha, lesão corporal contra Fabíola Rodrigues Pinto de Oliveira e contra Iuri José Paiva Dácio de Souza

Veja a decisão na íntegra:

https://issuu.com/amazonasatual/docs/ac_rd_o_sotero_1_

Notícias relacionadas

Mudanças climáticas afetam 85% dos brasileiros, mostra pesquisa

Uma pessoa morre e três ficam feridas em acidente de trânsito em Manaus

No Brasil, 75% dos jovens afirmam se preocupar com mudanças climáticas

Plano da cultura indígena depende do reconhecimento da diversidade

De olho em você; câmeras vigiam, mas não proporcionam segurança pública

Assuntos advogado Wilson Justo, condenação, delegado Gustavo Sotero, TJAM
Redação 20 de setembro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Gil Romero Machado Batista e José Nilson Azevedo da Silva, réus pela morte de Débora (Foto: Divulgação)
Dia a Dia

TJAM julga no dia 27 de maio réus pela morte de Débora Alves

21 de maio de 2026
José Máximo Silva de Oliveira é dona da clínica que, segundo a polícia, fornercia cetamina à família Cardoso (Foto: Divulgação/PC)
Dia a Dia

TJAM nega pedido para soltar empresário preso no caso Djidja Cardoso

20 de maio de 2026
Dia a Dia

OAB define os seis advogados para disputa de vaga no TJAM

15 de maio de 2026
Dia a Dia

Defesa diz que PIX de R$ 210 mil a servidor do TJAM foi doação na pandemia

14 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?