O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Corregedor dá 15 dias para magistrados explicarem benefícios a presos perigosos

20 de agosto de 2020 Política
Compartilhar
Hamilton Lins Barroso, Joana Meirelles, Jorge Lins e Celso Souza de Paula terão que explicar concessões de benefícios a presos perigosos (Foto: TJAM/Reprodução)
Por Felipe Campinas, da Redação

MANAUS – O corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, deu o prazo de 15 dias para que a desembargadora Joana Meirelles e o desembargador Jorge Lins, do TJAM (Tribunal de Justiça do Amazonas), e os juízes George Hamilton Lins Barroso e Celso Souza de Paula, da VEP (Vara de Execuções Penais) de Manaus, expliquem a concessão de prisão domiciliar em plantões judiciais a presos de alta periculosidade.

A determinação para intimar os magistrados consta em despacho desta quinta-feira, 20, no âmbito das reclamações disciplinares abertas no último dia 10 de agosto por recomendação do grupo de magistrados que realizou a correição extraordinária na Vara de Execução Penal da Comarca de Manaus e no TJAM nos dias 5 e 6 de março deste ano. O relatório foi aprovado pelo plenário do CNJ no último dia 7 de agosto.

Nos processos envolvendo Meirelles e Lins, o corregedor nacional de Justiça determina que os magistrados prestem informações a respeito dos fatos comunicados no relatório da correição, especialmente em relação às concessões de prisão domiciliar nos plantões judiciais. Após as respostas, Martins decidirá se afastará ou não os desembargadores dos plantões judiciais do TJAM, conforme sugerido nas reclamações disciplinares.

Além do afastamento dos quatro magistrados do plantão judicial, o grupo que realizou a correição extraordinária no TJAM recomendou o envio de documentos à PGR (Procuradoria-Geral da República) para eventual determinação de investigação pela Polícia Federal, com objetivo de apurar a quantidade excessiva de concessão de prisão domiciliar nos plantões judiciais de primeiro e segundo graus.

“Tudo indica que há no estado uma máfia de atestados falsos, visando à concessão de prisão domiciliar a presos classificados como de altíssima periculosidade”, diz trecho do relatório do CNJ.

‘Máfia’

No relatório, os membros do CNJ afirmaram que os juízes do Amazonas concedem grande quantidade de prisão domiciliar a presos que pertencem a organizações criminosas sem consultar o MP-AM (Ministério Público do Amazonas). Em alguns casos, há indícios de uso de atestados médicos falsos pelos presos para pedir o benefício.

“No Estado há um número expressivo de concessão de prisão domiciliar para presos considerados de altíssima periculosidade, integrantes de organização criminosa, nos plantões judiciais de primeiro e segundo grau, sem manifestação prévia do Ministério Público ou da Procuradoria Geral de Justiça”, diz trecho do relatório.

Reportagem do ATUAL publicada na quarta-feira, 19, citou alguns casos narrados pelo grupo de juízes do CNJ de concessão de benefícios a presos em plantão judicial de primeiro e segundo graus sem manifestação prévia do MP-AM. Em um deles, o detento, condenado a 27 anos de prisão em regime fechado, obteve sete decisões favoráveis sob alegação de realização de cirurgia.

Em outro caso, a defesa de Marcelo Augusto de Freitas Cabral Santos, condenado por roubo a pena de 22 anos de prisão, alegou que ele começaria a fazer sessões de quimioterapia e, por isso, necessitava cumprir prisão domiciliar. No entanto, por falta de tornozeleiras, ele permaneceu na cadeia e, no dia em que seria atendido, o gerente de segurança externa descobriu que o médico não havia prescito as sessões.

A prisão domiciliar foi revogada e o advogado de Santos apresentou habeas corpus reiterando o pedido, que foi deferido pelo desembargador Jorge Lins pelo prazo de 90 dias. De acordo com os membros do CNJ, ao conceder o benefício ao preso, o magistrado do TJAM não fez qualquer menção aos documentos juntados que demonstraram que o atestado médico apresentado pelo advogado do apenado era falso.

A reportagem tentou ouvir a Amazon (Associação dos Magistrados do Amazonas) e a defesa dos desembargadores, mas nenhuma resposta foi enviada até o fechamento desta matéria, apesar da promessa de que haveria manifestações tanto da entidade quanto de um advogado de um magistrado.

Notícias relacionadas

Datafolha registra 40% de intenção de voto para Lula e 31% para Flávio Bolsonaro

Lula disse que vetará disparo em massa de menagens nas eleições, caso Senado aprove

Alívio nos ônibus: cai incidência de roubos de 213 para 51 em Manaus

Validação de norma beneficiará criminosos, afirma autor da Lei da Ficha Limpa

André Mendonça vai julgar ações sobre propaganda na campanha eleitoral

Assuntos CNJ, desembargadores, Joana Meirelles, Jorge Lins, manchete, presos
Felipe Campinas 20 de agosto de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Alívio nos ônibus: cai incidência de roubos de 213 para 51 em Manaus

22 de maio de 2026
Campanha de proteção à mulher contra violência doméstica: mais denúncias e pedido de medida protetiva (Foto: Divulgação/PC-AM)
Dia a Dia

Lei determina proteção imediata à mulher vítima de violência

22 de maio de 2026
Contas do governador Wilson Lima no TCE
Política

TCE recua de ampliar poderes, mas propõe recondução ilimitada do presidente

21 de maio de 2026
Orla de Autazes: Potássio do Brasil vai construir porto para escoar minério (Foto: Potássio do Brasil/Divulgação)
Economia

MPF alega invalidade de licença do Ipaam e pede suspensão do Projeto Potássio no AM

21 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?