O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Comando Militar alerta subordinados sobre proibição de manifestação política

31 de março de 2021 Política
Compartilhar
Comando Militar do governo alertou subordinados (Foto: Pedro França/Agência Senado)
Por Vinicius Sassine, da Folhapress

BRASÍLIA – Em e-mail na segunda-feira, 29, o Comando Militar do Planalto alertou coordenadores de brigadas, regimentos e batalhões subordinados sobre a proibição legal de manifestação política por parte de militares, inclusive em redes sociais.

O alerta cita um comunicado do comandante do Exército, de agosto de 2019, que estabelece que as “normas de conduta” se estendem a mídias sociais e a manifestações e veículos de comunicação.

O general Edson Leal Pujol deixou nesta terça, 30, o cargo de comandante do Exército. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) decidiu demiti-lo por, entre outras razões, discordar da postura discreta do militar em relação a uma defesa do governo. Pujol, por exemplo, não tem contas em redes sociais.

A demissão foi acompanhada do afastamento dos comandantes da Aeronáutica e da Marinha. O brigadeiro Antonio Bermudez e almirante Ilques Barbosa Júnior também foram demitidos, após colocarem os cargos à disposição. O gesto é inédito desde a redemocratização, e abriu uma crise militar sem precedentes.

O Comando Militar do Planalto é um dos comandos de área do Exército, e abrange, por exemplo, o Batalhão da Guarda Presidencial e o Batalhão de Polícia do Exército de Brasília.

O comandante é o general de divisão Rui Yutaka Matsuda. Ele confirmou à reportagem o envio do email às unidades subordinadas, com o alerta de vedações legais de manifestações políticas coletivas, inclusive em redes sociais.

Segundo Matsuda, o reforço de normas vigentes é feito de tempos em tempos, sendo uma decisão específica de cada comandante. O general assumiu a função em agosto do ano passado.

O recado foi dirigido principalmente, segundo o comandante, a militares temporários. Um estágio se encerrou no último dia 22, e outro teve início em seguida.

Assim, o e-mail do dia 29 teve o objetivo de reforçar o normativo legal vigente, conforme o general. “Só comando militares da ativa do Comando Militar do Planalto”, afirmou.

O e-mail cita vedações que fazem parte da Constituição Federal, do Estatuto dos Militares e do regimento do Exército.

São proibidas greve e sindicalização por parte de militares, assim como filiação a partido político por parte de militares da ativa, afirma a mensagem.

Outra proibição é a associação de militares para “defesa de interesses corporativos”, conforme lembra o e-mail.

“Ao militar ativo ou inativo é vedado tomar parte em qualquer manifestação coletiva, seja de caráter reivindicatório ou político, seja de crítica ou de apoio a ato de superior hierárquico”, afirma o comando, por meio de uma mensagem do coronel Cláudio Alexandre de Almeida, chefe do Estado-Maior do comando, “por ordem do comandante”.

As normas de conduta se aplicam “a todos os momentos da carreira militar, independente se em contexto real ou virtual, por meio de mídias sociais ou outros meios de comunicação, o que já foi apontado em mensagem do comandante do Exército nº 11, de 13 Ago 2019”.

O e-mail foi enviado dois dias antes da data do golpe militar de 1964. Na chamada ordem do dia, a ser lida na quarta, 31, o ministro Braga Netto afirma que o golpe é parte da trajetória histórica do Brasil e que “devem ser compreendidos e celebrados os acontecimentos daquele 31 de março”.

Segundo o comandante do Planalto, não há relação entre o envio do e-mail e a data do golpe de 1964.

Em 2019, o primeiro ano do mandato de Bolsonaro, o presidente determinou que o golpe fosse comemorado. E assim foi feito: um ato no pátio do Comando Militar do Planalto serviu para “relembrar” um “momento cívico-militar”.

O ato durou 30 minutos e contou com a presença do general Pujol e de mais 350 militares. Estavam representados Guarda Presidencial e Dragões da Independência, entre outros.

Segundo o comandante do Planalto, o ato não se repetirá neste ano. Haverá, segundo Matsuda, envio da ordem do dia para que seja lida, mas sem atividades militares como as realizadas em 2019. A mudança se deve à pandemia, conforme o general.

Notícias relacionadas

Justiça nega extradição para o Brasil e ex-deputada Carla Zambelli é libertada na Itália

Suplente de Alcolumbre é indiciado pela PF por associação criminosa e corrupção

Datafolha registra 40% de intenção de voto para Lula e 31% para Flávio Bolsonaro

Lula disse que vetará disparo em massa de menagens nas eleições, caso Senado aprove

Validação de norma beneficiará criminosos, afirma autor da Lei da Ficha Limpa

Assuntos Comando Militar do Planalto, manifestação política, Proibição
Redação 31 de março de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Filha de Coronel Menezes, Debora Menezes disse que processo de expulsão foi obscuro (Foto: Hudson Fonseca/ALE)
Política

Censura, afirmam artistas no AM ao reagirem contra projeto de deputada

24 de setembro de 2025
Coelho em laboratório
Dia a Dia

Entidades comemoram proibição de testes cosméticos em animais vivos

12 de julho de 2025
Consulta pública decidirá regulamentação para cigarros eletrônicos no Brasil (Foto: Joédson Alves/Agência Brasil)
Dia a Dia

STF suspende análise sobre proibição de cigarros com aditivos

16 de junho de 2025
Governo combate roubo de celular com mensagens por WhatsApp (Foto: Tânia Rêgo/ABr)
Dia a Dia

Estudante desconhece proibição do uso de celular em sala de aula

28 de maio de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?