O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Câmara dos Deputados aprova PL que institui rastreamento e taxa no comércio de ouro

23 de abril de 2026 Política
Compartilhar
Ouro apreendido na operação estava em casa na zona centro-sul de Manaus (Foto: PM-AM/Divulgação)
Ouro apreendido em Manaus: projeto de lei institui marco legal para comércio do minério (Foto: PM-AM/Divulgação)
Por Victor Ohana e João Caires, do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – A Câmara dos Deputados aprovou no período da noite desta quarta-feira (22) um projeto de lei do governo federal que cria normas de controle de origem, compra, venda e transporte de ouro no Brasil. A votação foi simbólica, e a matéria foi enviada para o Senado. O projeto busca atender a uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que suspendeu a presunção de boa-fé e estabeleceu que o Poder Executivo crie um marco legal do ouro.

O texto foi criticado pela ANM (Agência Nacional de Mineração), de entidades ligadas à mineração e da Frente Parlamentar da Mineração Sustentável. Durante a votação, o presidente da Comissão de Minas e Energia, Joaquim Passarinho (PL-PA), pediu o adiamento da apreciação da matéria e defendeu um novo acordo.

Um dos pontos criticados é a criação da Taxa de Registro das Transações e de Marcação Física do Ouro (Touro), pela utilização do Sistema de Rastreabilidade do Ouro. Segundo o IBGM (Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos), a taxa deve acrescentar um custo de R$ 5 mil por quilo de ouro na primeira transação.

Os contribuintes são as pessoas físicas e jurídicas obrigadas a utilizar o sistema de rastreabilidade. O valor cobrado será de R$ 2 pela emissão da Guia de Transporte e Custódia de Ouro e R$ 5 pela grama de ouro.

Entidades também criticam a previsão de que a Casa da Moeda do Brasil vai operacionalizar com exclusividade o sistema de rastreabilidade de ouro e dizem que o texto ignora a autoridade da ANM. Em nota técnica, a Agência disse que o texto cria “cenário de incerteza”” e que a proposta em questão “não traz inovações positivas necessárias”.

Além disso, há críticas sobre a suposta restrição às Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários (DTVMs) como a instituições financeiras competentes para comprar o ouro, já que teriam pouca relação com esse mercado e haveria dificuldades para se abrir novas. Defensores do projeto negam que haja essa restrição.

O presidente do Instituto de Mineração do Brasil (Ibram), Pablo Cesário, lamentou a aprovação do projeto. “O registro apenas no primeiro ponto de compra é um retrocesso, porque ele passará a ser autodeclaratório. O produtor deveria ser responsável pela sua etapa. O que ele fez hoje é permitir que volte a autodeclaração no primeiro comprador, que é uma instituição financeira”.

O relator, Marx Beltrão (PP-AL), disse que “o texto enfrenta de forma direta a extração ilegal de ouro e endurece o controle sobre toda a cadeia, com registro obrigatório de todas as transações e de todos os envolvidos, marcação física e digital, Guia de Transporte e Custódia, apreensão do ouro irregular, compartilhamento de dados com as autoridades e regras mais rígidas de transparência e fiscalização”.

O deputado diz ter mantido a competência da ANM e que a Casa da Moeda “é a empresa pública com maior expertise em rastreabilidade e controle, inclusive já operando hoje a rastreabilidade da produção de cigarros, além de atuar em cooperação formal com a própria ANM no tema do ouro”.

O parlamentar acrescenta: “Quanto à Touro, ela existe exclusivamente para custear a estrutura de rastreabilidade, que dará mais conformidade, segurança e controle a todo o setor. O próprio relatório prevê que o Poder Executivo poderá reduzir, restabelecer e até diferenciar os valores a menor. Além disso, os R$ 5 são marginais diante do preço do ouro, representando 0,65% do valor do grama hoje”.

Confira os itens do projeto

Primeira venda restrita – No regime de permissão de lavra garimpeira, o ouro será considerado ativo financeiro ou instrumento cambial até a sua primeira venda, que será exclusiva para instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional autorizadas a funcionar pelo Banco Central. Esse é o dispositivo que recebe críticas com relação à suposta restrição às DTVMs;

Registros obrigatórios – As instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional deverão registrar, na forma do regulamento, todas as aquisições de ouro realizadas, identificando o posto de atendimento, a agência ou o estabelecimento responsável pela compra, a região aurífera produtora, o número da permissão de lavra garimpeira de origem e do respectivo processo minerário, a massa de ouro bruto adquirida e transacionada, e a identificação do vendedor ou do mandatário legalmente constituído;

Guia de Transporte e Custódia de Ouro – O transporte e a custódia do ouro para qualquer parte do Brasil ocorrerão acompanhados da Guia a ser expedida eletronicamente pelo vendedor, com número de registro próprio e individualizado, exclusiva para a massa de ouro nela identificada, e perderá a validade após consumada a venda. O emissor da Guia será responsável civil e criminalmente pelas informações prestadas sobre o ouro;

Regulamentação da ANM – A ANM deverá regulamentar o uso do sistema de rastreabilidade do ouro, e a Casa da Moeda será responsável pela operacionalização do sistema e pela confecção da marcação física.

Notícias relacionadas

Dino mantém remoção de vídeos de Salazar com ofensas a David Almeida

Políticos do AM marcam presença na Marcha para Jesus em Manaus

STM marca julgamento de recurso de Bolsonaro sobre suspeição de ministro

Fachin cria grupo de trabalho para rever ‘penduricalhos’ de juízes

Flávio Bolsonaro pede ao STF suspeição de Moraes para julgar processos do Banco Master

Assuntos Agência Nacional de Mineração, Câmara dos Deputados, comércio de ouro, Marco Legal, Ouro
Cleber Oliveira 23 de abril de 2026
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

Câmara dos Deputados apressa análise de projeto que libera garimpo de pequeno porte

3 de junho de 2026
Deputado Eduardo Pazuello apresentou projeto para ampliar classificação de terrorismo (Foto: Bruno Spada/Agência Câmara)
Política

Parlamentares bolsonaristas querem ampliar classificação de terrorismo e restringir imigração

2 de junho de 2026
Terminal de ônibus 2 (Foto: Divulgação/IMMU)
Dia a Dia

Saiba as mudanças que ocorrerão com o ‘SUS do Transporte Público’

28 de maio de 2026
Amom, Adail, Átila, Alberto Neto, Fausto Jr, João Carlos, Saullo Vianna e Sidney Leite votaram sim (Fotos: Agência Câmara)
Política

Deputados do Amazonas votam pelo fim da escala de trabalho 6×1

28 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?