O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

AGU também quer anular lei do AM que proíbe crianças na Parada LGBT+

29 de fevereiro de 2024 Política
Compartilhar
Lei amazonense proíbe participação de crianças na parada LGBT+ (Foto: Ingrid Anne / Manauscult)
Do ATUAL

MANAUS – A AGU (Advocacia-Geral da União) pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal), na terça-feira (27), a anulação da Lei Estadual nº 6.469/2023 que proíbe crianças e adolescentes na parada do orgulho LGBT+ no estado amazonense.

O advogado-geral da União substituto, Flávio José Roman, afirmou que a norma estadual invade a competência legislativa da União para editar normas gerais sobre proteção à infância e à juventude, ou seja, cabe ao Congresso Nacional propor leis a respeito desse tema.

“Compete ao ente central o estabelecimento de normas gerais sobre proteção à infância e juventude, cujo regramento deve ser observado pelos demais entes federados”, afirmou Flávio Roman, em manifestação enviada ao Supremo.

O projeto que deu origem à lei foi proposto pelo deputado Delegado Péricles (PL). A propositura foi subscrita pela deputada Débora Menezes (PL) e João Luiz (Republicanos).

O projeto foi aprovado em agosto de 2023. Em outubro, após o Governo do Amazonas se esquivar de sancionar a lei, os deputados promulgaram a norma. A Assembleia Legislativa publicou a norma em diário oficial, na edição do dia 10 de outubro de 2023.

A lei proíbe a participação de crianças e adolescentes nas paradas do orgulho LGBT+, que são manifestações que expressam os anseios da população LGBTI+. Conforme a lei, só podem participar do evento as crianças e os adolescentes autorizados pela Justiça.

A multa, em caso de descumprimento, é de R$ 10 mil, por hora, é aplicada aos realizadores do evento, aos patrocinadores e aos pais ou outros responsáveis pela criança presente.

Em janeiro deste ano, o PDT, a Aliança Nacional LGBTI+ e a ABRAFH (Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas) foram ao STF (Supremo Tribunal Federal) para anular lei. As entidades afirmam que a norma é inconstitucional porque gera discriminação.

“A lei impugnada não legisla para proteger a infância e juventude, mas para atacar infâncias e juventudes que destoam do padrão hegemônico da sociedade cisheteronormativa. Dessa forma, a lei não cumpre com o previsto na Constituição, mas faz o exato oposto do que o texto constitucional propõe”, afirma a Aliança Nacional LGBTI+ e a ABRAFH na ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) 7584.

“As Paradas do Orgulho LGBTI+ são manifestações sociais constitucionalmente válidas que não podem ser discriminadas relativamente a outras manifestações sociais”, diz o PDT na ADI 7585.

 O ministro Gilmar Mendes, do STF, cobrou explicações da Assembleia, mas os deputados não se manifestaram.

Gilmar também deu prazo para a PGR (Procuradoria-Geral da República) e para a AGU se manifestarem. O caso vai ser levado ao plenário do Supremo.

Notícias relacionadas

Governo libera R$ 68,6 milhões para combater incêndios florestais no Norte

Manaus volta a liderar ranking de cidades com pior qualidade do ar no Brasil

Qualidade do ar é péssima em Parintins e muito ruim em outros municípios

Postos do AM terão que identificar quem compra combustível em galão

No AM, 973 votos foram registrados após 16h, no prazo estendido pelo STF

Assuntos AGU, destaque, lei estadual, Parada LGBT, STF
Felipe Campinas 29 de fevereiro de 2024
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Governo libera R$ 68,6 milhões para combater incêndios florestais no Norte

28 de outubro de 2026
A fumaça que atinge a capital está relacionada às queimadas (Foto: Thiago Gonçalves/AM ATUAL)
Dia a Dia

Manaus volta a liderar ranking de cidades com pior qualidade do ar no Brasil

28 de outubro de 2026
Imagem aérea mostra Parintins encoberta pela fumaça em 24 de outubro de 2026 (Foto: Reprodução/Facebook).
Dia a Dia

Qualidade do ar é péssima em Parintins e muito ruim em outros municípios

28 de outubro de 2026
Política

STF nega ter ordenado buscas em endereços de Flávio Bolsonaro

28 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?