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© 2022 Amazonas Atual
Roseane Mota

Tudo o que eu preciso está em mim

11 de outubro de 2023 Roseane Mota
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MANAUS – De 6 a 7 de outubro de 2023, participei de alguns desafios, durante o treinamento avançado “Eu Sou A Voz”, evento voltado para desenvolvimento da oratória. Quebra da Placa, Roda de Cura, Glasswaking, Firewalking, entre outras práticas de motivação para vencer os medos, estavam na programação do curso ministrado pela jornalista Daniela Cardoso, criadora do método Oratória de Impacto.

Falar para a plateia é um desafio que me propus a enfrentar no meu processo de desenvolvimento profissional. Mas confesso que, quando me inscrevi e vi as tais práticas na programação, fui tomada por um misto de sentimento: curiosidade, ceticismo, vergonha da exposição e, principalmente, o medo.

E foi justamente a prova do fogo ou Firewalking, traduzido para o português como caminhar sobre o fogo, que me desafiou.

Sou vítima de grande queimadura, resultado de um acidente em 1994, quando ainda cursava o sétimo período da faculdade de Jornalismo pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Além de marcas em boa parte do corpo, esse fato mexeu com o meu psicológico. Hoje, quase trinta anos depois, o pânico do fogo ainda me paralisa, quanto mais caminhar em brasa acesa.

Comecei o treinamento presencial, na noite de sexta-feira (6), bastante confiante e motivada. A prova da Quebra da Placa, que te ajuda a identificar e enfrentar seus principais entraves mentais – no meu caso a insegurança e a procrastinação – impactou, com a carga de emoção que me trouxe. Primeiro raiva, depois o choro e, por fim, a sensação de libertação, quando você golpeia com a mão na altura do punho a placa de madeira em chama.

E a série de desafios, como disse, só estava começando. O encerramento da noite na Roda de Cura foi ainda mais emocionante. Ficar horas sentada, meditando ao redor de uma fogueira foi, no início, bem incômodo, considerando que tenho hérnia de disco na lombar e cervical.

No começo, a dor que vinha sentindo nos últimos dias, por conta da crise de coluna, incomodou. Não conseguia uma posição confortável no chão. Até ser induzida a crer que Jesus Cristo, meu mentor de cura, Nossa Senhora, mentora de Sabedoria e o Arcanjo Gabriel, mentor de Avanço, estavam ao meu lado. Coloquei a mão nas partes que doíam e, quando retomei os sentidos, não sentia mais dor alguma. Me sentia leve, no topo de uma montanha, a brisa tocando meu rosto. O choro foi inevitável.

Ao retornar para casa, dormi, relaxada, como há muito não me sentia.

No dia seguinte, estava com coragem suficiente para encarar o que viesse. E foi assim que fui a primeira a experimentar a “Quebra da Flexa, exercício em que você parte, em duas, uma vara de madeira fina, pressionando-a contra garganta, bem na altura da laringe.

Também estava muito à vontade nos exercícios práticos de oratória – construir storyteller e fazer as apresentações em grupo. Até encarar um tapete de cacos de vidro, prática conhecida como Glasswakin, foi moleza.

Mas o fogo ainda me aguardava. Antes, testemunhei um colega de classe dizer que ia embora, porque não ia fazer a prova e até ajudei a encorajá-lo. Ele foi o primeiro.

Outra colega, inicialmente, mais preocupada que eu, foi uma das primeiras a encarar a brasa quente e saiu sorrindo e orgulhosa do seu feito.

Me posicionei na metade da fila, falando o mantra sugerido – “Tudo o que eu preciso está em mim” … E fui.

Quando percebi, estava paralisada, entre o tapete de chama ardente e o meu pânico do fogo, o ceticismo, a vergonha de cair no ridículo… Desisti.

Fui amparada pela equipe de suporte que, subitamente, me ajudou a retomar a confiança e, repetindo o mantra, dessa vez mais decidida – “Tudo o que eu preciso está em mim”, caminhei firme, olhando para o horizonte. Um, dois, três, quatro, cinco passos, um de cada vez, com constância, consistência, coragem, determinação, como deve ser, sempre que nos desafiarmos a fazer algo que achamos estar fora de nosso alcance.

E assim, sigo firme na jornada de me desafiar na oratória. Uma habilidade que tanto admiro e quero desenvolver. Sei que tudo o que tiver que fazer para conseguir esse feito depende exclusivamente de mim. Também sei que tenho que me preparar, me dedicar, praticar e, sobretudo, manter a fé.


Roseane Mota é jornalista, formada pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e aluna do programa mentorado Bússola Executiva. É servidora pública do quadro efetivo do Estado e coordenadora de Comunicação na Unidade Gestora de Projetos Especiais - UGPE, do Governo do Amazonas.

Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

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Assuntos oratória, plateia, voz
Valmir Lima 11 de outubro de 2023
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