O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Políticazmanchete

TCE deixa para 2015 decisão sobre auxílio-moradia retroativo a 5 anos

19 de dezembro de 2014 Política zmanchete
Compartilhar
Alipio reis firmo filho
Auditor Alípio Reis Firmo Filho explica que o requerimento dele tem fundamento jurídico e espera que o TCE submeta a proposta ao plenário (Foto: Valmir Lima)

MANAUS – O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE) deixou para 2015 a discussão e decisão sobre o requerimento do auditor Alípio Reis Firmo Filho de pagamento retroativo a cinco anos do auxílio-moradia para conselheiros, auditores e procuradores do Ministério Público de Contas (MPC). A expectativa era que o presidente colocasse a proposta em votação nesta sexta-feira, 19, na última sessão do ano do TCE, mas ele encaminhou o pedido para análise do setor jurídico do tribunal. O TCE começou a pagar em outubro o auxílio-moradia referente ao mês de setembro.

Nesta sexta-feira, Alípio Firmo Filho explicou os “fundamentos jurídicos” do pedido de pagamento retroativo. Segundo ele, a decisão do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), que estendeu o pagamento do auxílio a todo o Judiciário, tem natureza declaratória, apesar de ser uma decisão monocrática. “Ela não é uma decisão monocrática constitutiva”, disse. A diferença de uma para outra, segundo ao auditor, é que na declaratória o magistrado apenas reconhece o direito pré-existente, enquanto na constitutiva, ele reconhece o direito a partir da data da decisão.

De acordo com Alípio Firmo Filho, a decisão do ministro do STF foi tomada com base na Lei Orgânica da Magistratura, que é de 1979, e que já previa o direito ao auxílio-moradia, e que 18 tribunais de Justiça estaduais do País já efetuavam o pagamento. “O que o ministro Fux, então, reconheceu que o direito ao pagamento do auxílio é legítimo”, disse.

O auditor afirmou que sempre foi contrário ao pagamento de auxílio-moradia e achava que não ia ser acolhido pelo STF, uma vez que não tem razoabilidade. “Isso, todo mundo, de uma certa forma, tem razão [em ser contra o auxílio], agora, no momento em que o ministro Fux diz que é devido o auxílio-moradia, não sou eu quem vou dizer o contrário”, afirmou.

Como a decisão reconhece o pagamento do benefício, o auditor afirma que ela também cria o direito de todos os que não receberam o auxílio no passado a cobrar o tempo que a Constituição Federal permite, que é de cinco anos. “Quando eu entro com o pedido pessoal é fundamentado juridicamente. Repeito a opinião contrária, agora, no meu ponto de vista, o pedido é legítimo”. Segundo Firmo Filho, caberá ao colegiado do TCE decidir se o tribunal paga ou não o benefício retroativo.

Sobre a resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que reconhece o direito ao pagamento do auxílio-moradia somente a partir de 15 de setembro, Alípio afirmou que ela tem como fundamento as limitações orçamentárias dos tribunais de Justiça para honrar a dívida, caso ela fosse retroativa. Não é o caso do TCE, que encerrou o ano com superávit de R$ 75 milhões. O pagamento retroativo daria R$ 5 milhões.

Contrário

O ex-presidente do TCE e conselheiro Érico Desterro, afirmou que vai aguardar o processo chegar ao plenário do TCE para se manifestar, mas apoiou a iniciativa do presidente de mandar para o setor jurídico antes de submeter aos demais conselheiros. Érico afirmou, no entanto, que o requerimento do auditor, nesse momento, é inoportuno. “Acho que se houver a possibilidade do retroativo, isso precisa ser amadurecido. Precisamos esperar que outros tribunais tenham esse mesmo entendimento. Acho precipitado o requerimento que foi feito.

O conselheiro Raimundo Michiles afirmou que é favorável à resolução do CNJ e diz que é ela que o tribunal deve seguir, com o pagamento do auxílio-moradia a partir do dia 15 de setembro deste ano.

O conselheiro Ari Moutinho disse que não conhecia o teor do requerimento de Alípio, mas afirmou que foi uma decisão isolada do auditor. “Eu estava de licença por problema de saúde e soube pelo AMAZONAS ATUAL que havia esse requerimento. Não foi discutido com os conselheiros”, disse.

Notícias relacionadas

Justiça proíbe uso de ações da Saúde para promover Roberto Cidade

Ministro do TSE suspende campanha de Renan Santos e barra acesso ao Fundo Eleitoral

Não votou? Saiba o que fazer para regularizar a situação eleitoral

Eleitor jovem prioriza educação; idosos defendem saúde e combate à corrupção

Ofensiva à magistratura prejudica os mais pobres, afirma ministro do STF

Assuntos auxílio-moradia, conselheiros, retroativo
Valmir Lima 19 de dezembro de 2014
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Ari Moutinho Júnior
Política

Após mudarem regras, conselheiros do TCE-AM afastam Ari Moutinho Jr

10 de dezembro de 2024
Política

Punição a conselheiros do TCE-AM inclui aposentadoria e afastamento

6 de dezembro de 2024
O julgamento ocorreu no dia 23 deste mês (Foto: TJAM/Divulgação)
Dia a Dia

Reajuste de auxílio-moradia para juízes custará R$ 241 milhões ao contribuinte

11 de setembro de 2024
Dia a Dia

Forro de teto desaba no TCE-AM; ninguém ficou ferido

12 de junho de 2024

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?