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Dia a Dia

Seap abre 2 processos contra a Umanizzare pelas mortes de 19 presos em maio de 2019

28 de junho de 2020 Dia a Dia
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compaj unidade prisional
Seap investiga possível descumprimento de contrato pela Umanizzare no Compaj (Foto: Seap/Divulgação)
Da Redação

MANAUS – A Seap (Secretaria de Estado de Administração Penitenciária) abriu dois processos sancionatórios para investigar possível descumprimento de contrato pela empresa Umanizzare Gestão Prisional e Serviços Ltda. no Termo de Contrato nº 018/2014-SEJUS/SEAP, para prestação de serviços de operacionalização e administração do Compaj (Complexo Penitenciário Anísio Jobim). O valor do contrato para o ano de 2014-2015 foi de R$ 139 milhões/ano, mas a empresa ficou por cinco anos na administração do presídio.

O secretário executivo da Seap, Paulo Cesar Gomes de Oliveira Júnior, informa nas portarias publicadas no Dipario Oficial do Estado, que esta é a segunda etapa da investigação. A primeira foi uma sindicância aberta em 2019 e que emitiu dois pareceres que apontam possível responsabilidade da Umanizzare em mortes e na entrada de objetos proibidos no presídio.

Em ambos os pareceres foi sugerido a instauração de processo para apurar o possível descumprimento das obrigações contratuais pela Umanizzare no Termo de Contrato nº 018/2014.

Na Portaria nº 026/2020, publicada no Diário Oficial Eletrônico do Estado do dia 19 de junho, a Seap informa que a instauração do processo sancionatório foi motivado pelas mortes de quatro presos ocorridas no dia 27 de maio de 2019 no Compaj.

A mesma portaria cita a apreensão de materiais ilícitos no interior do presídio, como estoques feitos com escovas de dentes, facas e cordas artesanais.

Na Portaria nº 025/2020, também de 19 de junho, a secretaria cita outras 15 mortes de presos ocorridas no dia 26 de maio de 2019, na mesma unidade prisional, quando houve um conflito entre detentos. Também inclui a apreensão de escovas de dentes, facas e cordas artesanais.

No dia 26 de maio do ano passado o Compaj foi palco de mais uma chacina entre os presos. O motim ocorreu durante a visita dos familiares aos detentos nas celas dos pavilhões 3 e 5 e em quadra de esporte. Os presos foram mortos com o uso de armas improvisadas, como as escovas de dentes, e asfixiados.

Em janeiro de 2017, uma rebelião de 17 horas resultou na morte de 56 presos no Compaj, considerado o maior massacre do Amazonas. Em dezembro de 2018, um agente penitenciário foi assassinado dentro do complexo.

seap
Em janeiro de 2017, uma rebelião de 17 horas resultou na morte de 56 presos no Compaj (Foto: Divulgação/Seap)
Contrato e aditivos

O contrato em questão foi celebrado em 30 de maio de 2014, com prazo de duração de 30 meses, com início no dia 1/06/2014 e término em 1/12/2016.

A empresa, no entanto, foi conseguindo aditivos ao contrato ano a ano, até o primeiro semestre de 2019, quando foi substituída por outra empresa na administração do Compaj. Mas ainda mantém contratos com o Governo do Amazonas para a administração de outros presídios em Manaus e Itacoatiara.

Neste ano, a Umanizzare já recebeu do Governo do Amazonas R$ 50,8 milhões, mas foram empenhados pela Seap R$ 63,4 milhões para a empresa.

Consultada sobre os processos, a Umanizzare informou apenas que qualquer assunto relacionado ao sistema prisional do Amazonas deve ser endereçado à Seap.

Veja a publicação no DOE completa:

https://issuu.com/amazonasatual/docs/diario_oficial-34272-p_ginas-18

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Assuntos Compaj, manchete, Seap, Umanizzare
Redação 28 de junho de 2020
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