O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Presidente do STF diz que julgamento sobre redes sociais envolve litígio, não regulação

4 de junho de 2025 Política
Compartilhar
aplicativos
Debate no STF é sobre litígio, não regulação de redes sociais afirmam ministros (Foto: Arquivo/ATUAL)
Por Lavínia Kaucz, do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Luís Roberto Barroso, afirmou que a instituição de Justiça não está “legislando nem regulando, em caráter geral, abstrato e definitivo, as plataformas digitais”.

A declaração ocorreu no início da sessão do plenário desta quarta-feira (4), em que o Supremo retoma o julgamento sobre a responsabilização das redes sociais por conteúdos ilícitos publicados pelos usuários. Barroso disse que é preciso esclarecer o tema às pessoas de “boa-fé” para que “possam compreender exatamente do que se trata”.

“Num regime de separação de Poderes, como é a democracia brasileira, é o Legislativo que legisla, que cria as leis, o Executivo aplica essas leis e presta serviços públicos, e o Judiciário aplica a lei para solucionar litígios trazidos pelas partes. E é exatamente isso que estamos fazendo aqui, decidindo casos concretos em que existiram litígios, pessoas que se sentiram lesadas em seus direitos e procuraram o Judiciário em busca de reparação”, disse o ministro.

Barroso também repetiu que a palavra final sobre o tema caberá ao Congresso, caso regulamente o tema de forma compatível com a Constituição. “Deixando claro, os critérios adotados pelo tribunal só prevalecerão até que Congresso legisle, se e quando entender que deve legislar. Quando o Congresso legislar a respeito, é a vontade do Congresso que prevalecerá, desde que compatível com a Constituição”, reiterou.

De acordo com Barroso, os ministros não podem se recusar a julgar os casos que chegam ao Tribunal. “É nosso dever a nada tem de invasão à competência de outros Poderes e muito menos sobre censura, estamos discutindo responsabilidade civil”, disse.

Censura

O ministro Dias Toffoli também negou que a responsabilização das redes sociais por conteúdos ilícitos publicados pelos usuários, em discussão na Corte, seja equivalente a censura. “Não estamos aqui tratando de censura, de tolher liberdade de expressão, o que estamos a tratar aqui é o momento em que surge a responsabilização”, afirmou o ministro.

O tema é discutido por meio de duas ações, relatadas por Toffoli e Luiz Fux. As ações questionam o artigo 19 do Marco Civil da Internet (MCI), que isenta as plataformas de responsabilização por danos causados por conteúdos publicados pelos usuários.

No regime atual, as redes sociais apenas respondem por danos causados pelas postagens caso descumpram uma ordem judicial de remoção. Há duas exceções: violação aos direitos autorais e divulgação de fotos íntimas sem consentimento.

“O artigo 19 trouxe uma cláusula legal de imunidade de responsabilização pelo período entre a postagem e a deliberação judicial. Se, após uma decisão, seja de caráter liminar ou de caráter definitivo, venha a determinar retirada, e a plataforma a retira, cumprindo decisão judicial, esse período que pode ter sido de 1, 2, 10, 20 anos, fica absolutamente indene. Então é disso que se trata, qual é o momento do início da responsabilidade civil do dano causado”, esclareceu.

Toffoli também disse que ainda não analisou o pedido formulado pela Advocacia-Geral da União para antecipar os efeitos do julgamento. “Como o processo foi pautado, eu não analisei o pedido de tutela antecipada tendo em vista que o julgamento prossegue já no seu mérito”, afirmou.

Notícias relacionadas

Eduardo apresenta propostas para a economia do AM em evento da ACA

David Almeida anuncia médica Shádia Fraxe como candidata a vice

STJ mantém tornozeleira em Rosinaldo Bual e proibição de acesso à Câmara

PT lança campanha ‘O Brasil não se entrega’ e associa Flávio Bolsonaro ao tarifaço

Flávio Bolsonaro contrariou acordo com o TSE ao mentir sobre urna eletrônica

Assuntos Dias Toffoli, Luís Roberto Barroso, redes sociais, regulação da internet
Cleber Oliveira 4 de junho de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

Justiça nega pedido de Omar Aziz para retirar vídeo de Wilson Lima

17 de julho de 2026
Alexandre Espinosa Bravo Barbosa
Política

MPE recomenda a redes sociais medidas contra desinformação e violência política nas eleições

10 de julho de 2026
Nikolas Ferreira lidera entre deputados da direita e Erika Hilton na esquerda (Fotos: Pablo Valadares e Zeca Ribeiro/Agência Câmara)
Política

Direita concentra 53% do engajamento entre deputados mais seguidos nas redes sociais

7 de julho de 2026
Kassio Nunes Marques quer acordo com redes sociais nas eleições (Foto: Antonio Augusto/TSE)
Política

Presidente do TSE vai propor acordo com big techs para combater desinformação nas eleições

2 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?