O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Políticazmanchete

‘Nunca fiquei com sequer R$ 0,10. Sempre metia a mão no meu bolso’, diz Madá do Iranduba

22 de novembro de 2015 Política zmanchete
Compartilhar

 

Madalena de Jesus pode ficar na prefeitura se a Câmara Municipal cassar o mandato do prefeito Xinaik Medeiros (Fotos: Valmir Lima/Amazonas Atual)
Madalena de Jesus pode ficar na prefeitura se a Câmara Municipal cassar o mandato do prefeito Xinaik Medeiros (Fotos: Valmir Lima/Amazonas Atual)

Por Ana Carolina Barbosa, da Redação

MANAUS – Em entrevista exclusiva ao AMAZONAS ATUAL, a prefeita interina de Iranduba, Maria Madalena de Jesus Souza (sem partido), 55, que assumiu o comando do município após a prisão do prefeito Xinaik Medeiros (Pros), há duas semanas, já demonstra interesse nas eleições do próximo ano. Ela tem chances de permanecer no cargo caso se confirme a cassação do chefe do executivo, acusado de fraude e desvio de recursos públicos. Durante a conversa, ela fala da trajetória profissional e diz estar preocupada em entregar obras em andamento na cidade, que faz parte da Região Metropolitana e está situada a 24 quilômetros de Manaus. Natural de Manacapuru, Madá do Iranduba, como é conhecida nas comunidades, em especial, nas localizadas no Distrito do Cacau Pirêra, onde reside atualmente, a prefeita explica como foi sua relação conturbada com o prefeito e relata o desgaste da relação política e de amizade que a obrigou a afastar-se da prefeitura. Madalena iniciou a carreira política no PV, migrou para o PTB quando formou chapa para candidatura a vice-prefeita e hoje aguarda confirmação de filiação ao PSDB. “Eu era PV e estava agora no PTB. Agora, me filiei ao PSDB e estou aguardando”. A seguir, a entrevista realizada pela jornalista Ana Carolina Barbosa.

AMAZONAS ATUAL – Como nasceu sua parceria com o prefeito Xinaik Medeiros?

MADALENA DE JESUS – Ele era um taxista que trabalhava na comunidade e a família Medeiros tem nome no município. Não condeno ninguém. Ele é um ser humano. Fomos amigos de muito tempo. Ele teve uma votação expressiva para vereador  e naquele corre-corre da balsa [antes da construção da ponte Rio Negro], entre 2011 e 2012, houve essa brincadeira de que poderíamos nos unir [para uma eventual candidatura]. Em 2012, houve uma reunião, um proprietário do Janauari [comunidade rural do município] fez uma reunião na feira do Santo Antônio [em Iranduba] e eu fui e lá e disse: “como dois lisos vão concorrer em uma eleição para prefeito?” Aí fomos e eu dizia que era vice do Xinaik e ele dizia que era candidato comigo. Por três vezes ele me perguntou se eu não queria sair primeiro [cabeça de chapa], porque por onde a gente ia o pessoal falava o meu nome. O Cacau era tão abandonado que eu dizia que queria cuidar daquele pedacinho de chão. Nosso plano de governo previa a criação de uma subprefeitura no Cacau, que nunca foi concretizada. Eu cuidaria do Cacau, da estrada Manuel Urbano e [das comunidades] do Rio Negro, e ele [Xinaik] estaria na sede do município nas comunidades do Solimões. Ambos teríamos que prestar contas dos recursos.

ATUAL – Ele não viabilizou a subprefeitura?

MADALENA – Nem a subprefeitura e nem me deu um gabinete. Agora [como prefeita], eu disse à população do Cacau que começaria agora com um choque de gestão no Nova Veneza para cuidar daquele povo como um todo.

ATUAL – A senhora disse em entrevista recente a uma emissora de rádio de Manaus que tinha conhecimento do esquema de desvio de verbas na prefeitura, mas que não denunciou porque não tinha provas. A senhora não considera que foi omissa por não ter denunciado o caso para iniciar uma investigação, já que havia indícios de corrupção no Executivo?

MADALENA – Tudo o que acontecia aqui dentro eu era colocada de lado. Nunca acompanhei nenhuma conversa.

ATUAL – Como a senhora tinha certeza?

MADALENA – A gente não é boba, mas eu não tinha provas. Eu desconfiava. Eu cheguei a ir (…) ao no Ministério Público  junto com o Conselho Cidadão, só que o conselho fazia as denúncias pelas situações que encontrava com os amigos. Quando eu falava com os empresários, eles diziam que não tinha nada e eu ficava sempre na mesma situação: sem saber de nada.

ATUAL – A senhora assumiu a Secretaria de Saúde logo depois de assumir o cargo de vice-prefeita.  Ficou quanto gerenciando a pasta?

MADALENA – Dois meses e 4 dias. O prefeito me exonerou e foi quando começamos nossas brigas. Tentei bater nele porque ele disse que vice-prefeito quando não fazia nada morria e, por isso, eu disse que ia registrar um B.O contra ele, mas  não registrei.

Madalena de Jesus ent 4 by valmir lima

ATUAL – Ele lhe ameaçou de morte?

MADALENA – Ele falou para uma amiga minha (que vice-prefeita que não fazia nada morria) e tivemos a discussão. Ele aproveitou o ensejo para me exonerar e aí, na casa dele, tivemos outra discussão feia porque ele alegou que não tinha falado isso para minha amiga.

ATUAL – Desde então a senhora não teve mais contato com o prefeito Xinaik Medeiros?

MADALENA – Desde lá para cá nosso contato foi muito pouco. Isso [a briga] foi em março de 2013. Chegamos a ficar seis meses sem contado. Parte da família dele deixou de falar comigo e eu vivi minha vida como vice-prefeita. Ele tirou meu gabinete.

ATUAL – A senhora disse que fazia atendimentos debaixo de árvores e nas escadarias. Que tipo de atendimento, já que a senhora diz que não tinha ingerência sobre recursos ou decisões da prefeitura?

MADALENA – Porque os comunitários vêm das comunidades para serem ouvidos e eles merecem isso. Eu fazia, os ouvia. Eu ouvia porque, graças a Deus, eu sou bem quista. Eu anotava a solicitação deles, anotava os pedidos com eles e alguns secretários, só que [os secretários] não ouviam, “porque era a Madá” [quem pedia].

ATUAL – A senhora acha que isso ocorria de forma proposital? Que era uma orientação do prefeito Xinaik?

MADALENA –  Era proposital. “Vocês pensam que a Madá é a prefeita? Ela não é, não. Eu é que sou prefeito”, ele [Xinaik] falava por aí. Então, eu mantinha o meu contato [com os comunitários]. Eu conversava, abraçava, beijava o povo do Iranduba e era isso que eu fazia. O pouco que eu fiz foi pelo povo do Cacau Pirêra, que eu troquei uma tubulação do (bairro) Nova Veneza e vendi um carro que eu tinha para pagar, porque o prefeito não pagou. O trabalho custou cerca de R$ 8 mil. O primeiro tapa-buracos da estrada Manuel Urbano [Manaus/Manacapuru] também. Na época do Omar Aziz, [então governador], a gente conseguiu que a operação tapa-buracos ocorresse. Inclusive, foi um documento que eu enviei para o governador da época, que viabilizou. A gente conseguiu, mas os profissionais queriam ficar só até às 14h. Então eu aluguei uma van para levá-los e eles ficavam mais tempo no trabalho. Quanto a dívida estava em R$ 7 mil ou R$ 8 mil, eu fui ao prefeito cobrar o pagamento e ele me pediu para cobrar do governador. Mas como eu poderia fazer isso se não estava nada acertado? Então eu vendi um terreno meu para pagar o aluguel do carro. A única coisa que ele me fez foi uma proposta indecente para eu comprar uma van no meu nome e alugar para a Prefeitura.

Madalena de Jesus ent 7 by valmir lima

ATUAL – Uma transação ilegal neste caso…

MADALENA – Super ilegal e eu não aceitei porque sou honesta.

ATUAL – A senhora diz que não teve participação na gestão, mas quando o prefeito viajava, a senhora não assumia a prefeitura?

MADALENA – Assumi três ou quatro vezes legalmente.

ATUAL – E não chegou a assinar contratos?

MADALENA – Em setembro, só fiz distratar uma firma do senhor Osnir, das UBSs [Unidades Básicas de Saúde], que não estavam concluídas. Elas tinham sido licitadas e tinham pago uma parcela e a obra estava por acabar. Entrou um novo rapaz [contratado], que agora também está respondendo [no processo que apura as irregularidades na prefeitura], porque o recurso destinado à obra é federal e ela não teve continuidade. Nunca fiquei com sequer R$ 0,10. Sempre metia a mão no meu bolso para ajudar as pessoas.

ATUAL – Senhora chegou a acompanhar a distribuição de material no período da cheia no Cacau Pirêra? O AMAZONAS ATUAL produziu reportagem quando houve a liberação do recurso federal para auxiliar as famílias, mas no período final da enchente. À época, a prefeitura alegou já ter injetado dinheiro para ajudar as famílias e o recurso federal apenas iria cobrir os gastos feitos pelo Executivo Municipal. Procede?

MADALENA – Eu soube dos comentários do recurso federal. Inclusive, temos que devolver R$ 3 mil e poucos reais, da Defesa Civil. Mas tem um recurso que foi tirado e eu não sei o valor e nem como foi aplicado. Ele [Xinaik] comprou cestas básicas, entregou e a empresa que ganhou para fornecer kits para a população, cerca de 800, vai ter que devolvê-los. Estou vasculhando, vou fazer a denúncia e vão ter que devolver os kits, que não chegaram à população.

ATUAL – Todos os contratos investigados foram suspensos? Como a senhora está trabalhando os serviços básicos, como limpeza pública, sem contratos em andamento?

MADALENA – Quando eu falei com o promotor Mauro Veras e com a promotora Laíse, do Ministério Público, eles me orientaram a fazer relatórios dizendo as necessidades. O lixo, distratamos o contrato com a empresa, e o valor era alto. Outros contratos fui orientada a não pagar. Tem proprietários de firma que estão kits com a prefeitura, mas não com quem executava os serviços (…) Tem gente que recebia e não pagava os funcionários. Tem gente que está há quatro meses sem receber. Se eu pagar os funcionários, terei que responder [judicialmente], porque os contratos já foram pagos. Pedi orientação ao Ministério Público e fui orientada a não pagar nada daqui para trás [o que foi contratado pelo prefeito Xinaik Medeiros].

Madalena de Jesus ent 6 by valmir lima

ATUAL – Mas os serviços estão tendo continuidade?

MADALENA – O único problema agora é o transporte escolar, que tem verba específica. Conversei com os empresários para manter os serviços. O medo deles hoje é de não receber.

ATUAL – As mesmas empresas dos contratos irregulares continuam atuando no município?

MADALENA – Estão paradas em termos de obras, mas o transporte escolar estamos mantendo. Até quinta-feira (26) teremos resposta sobre as empresas que participarão das licitações e que receberam as cartas-convite. Precisamos entregar as obras. Tem obras que já querem entregar e estou de mãos atadas para receber. Algumas obras estão prontas e começam a ser depredadas. Preciso dar andamento, iniciar as licitações e cumprir prazos. Em algumas obras, os prazos encerram em dezembro. Preciso fazer as licitações. Vamos pedir, através de comunicado, que os empresários do município que queiram participar, se legalizem junto à prefeitura, para participar das licitações que terão início fim do mês e você sabe que são três meses [o processo licitatório].

ATUAL – Quantos bens a senhora têm em seu nome atualmente? Soube que a senhora comprou ambulâncias para o Cacau Pirêra com recursos próprios.

MADALENA – A serviço como vereadora, em 2004 – e em 2008 participei mais uma vez das eleições, fui bem votada mas não ganhei por causa do quociente eleitoral –, comprei a primeira ambulância. Eu não tinha apoio [político] e o Cacau não tinham ambulância. Usávamos uma Kombi velha que eu tinha para transportar os doentes. Fazia porque gostava e porque sou profissional da saúde [formada como técnica de enfermagem]. Eu não tinha a intenção de ser candidata naquela época, mas os comunitários me apoiaram e acabei me elegendo. Eu já era oposição ao governo municipal. Fui a uma concessionária e comprei um carro para transformar em ambulância. Dias depois vi uma ambulância à venda, do deputado Francisco Souza, e troquei a Fiorino que eu tinha comprado e completei com mais um valor parcelado. Eu tinha também um terreno no Cacau e transferi para o projeto SOS vida. Peguei sete profissionais para trabalhar nele. Dividia meu salário de vereadora e eu também trabalhava como técnica em enfermagem  no [Hospital Universitário] Getúlio Vargas, em Manaus. Trabalhei como parteira desde os 14 anos e também como agente de saúde. Eu tirava plantões, horas extras, cheguei até a vender merenda e tinha uns amigos médicos que vinham prestar solidariedade à comunidade, o que gerou ciúmes ao governo municipal, que não queria que eu colocasse a ambulância para rodar. Antes que a gente brigasse, no segundo ano, comprei uma ambulância maior. Meu salário de vereadora foi todo para o povo e foi uma festa… Fiz o atendimento de quase 30 mil pessoas e isso fez com que eu tivesse votação como vice do Xinaik.

Madalena de Jesus ent 2 by valmir lima

ATUAL – E sobre os bens?

MADALENA – Antes da política eu já tinha meus bens: 1 casa no São Jorge [Manaus], há mais de 20 anos; no Cacau, eu tenho uma casa mista [madeira e alvenaria], duas casas pequenas de alvenaria, um terreno no bairro Nova Veneza com uma casa de alvenaria que está no meu nome, mas é para o meu filho mais velho. Essa que eu havia cedido ao  SOS Vida, fiz uma troca com a que eu moro hoje, no bairro Cascavel. Também tenho meu terreno na estrada de Novo Airão, que já está em processo para eu passar para o nome do meu filho e tenho um carro que não funciona mais, depois de um acidente.

ATUAL – A senhora exonerou todos os secretários nomeados pelo prefeito Xinaik Medeiros?

MADALENA – Ainda não anunciei meu secretariado. Ainda tenho duas situações. Exonerei todos e tenho duas pastas para resolver.

ATUAL – Já tem então 11 novos secretários definidos?

MADALENA – Sim, e quero unificar algumas secretarias. Quero que fiquem dez, mas se eu conseguir economizar o que eu pretendo, irei manter todas. Da gestão do Xinaik, talvez fique a Samia Rocha, da Habitação e Infraestrutura, mas ainda não está nomeada. Estamos em processo de requerer terras ao município e ela já está por dentro do processo. Precisamos que o Iranduba tenha suas terras. Quero diminuir a folha e tirar quem não trabalha. Tinha gente há dois anos sem aparecer no trabalho, só recebendo..

ATUAL – O chefe da Casa Civil, Ednor Pacheco, que a senhora nomeou assumiu ao MP-AM que precisou pagar propina ao prefeito Xinaik para conseguir receber o valor contratado com a prefeitura através da empresa dele. A senhora não considera isso grave?

MADALENA – O Ednor já foi vereador e é de minha inteira confiança. Estou sabendo o que aconteceu. Ele já chegou a dizer que pode ir preso e não é nenhum segredo para o irandubense. Ele está me dando suporte [na gestão]. Acho que não tem nenhum empresário que não tenha sido forçado a essa situação [pagamento de propina].

Madalena de Jesus ent 1 by valmir lima

ATUAL – A senhora sabe quantos contratos foram suspensos depois da prisão do prefeito?

MADALENA – Não sei ainda, mas temos 52 obras que estou louca para entregar. As áreas da saúde e da educação estão paradas. Temos duas escolas padrão com catracas eletrônicas e com blindex. A do Cacau está pronta, só falta o segundo piso. Temos UBSs, quadras para entregar e temos não só na sede, mas nas comunidades. Minha preocupação hoje é que o ano que vem é um ano de eleição. Sobre a educação, estamos com o ano letivo até 18 de janeiro e o calendário está adequado com algumas escolas. Temos escolas que precisamos pisar em tábuas por causa da seca, em localidades do Solimões e Rio Negro.

Notícias relacionadas

Justiça nega extradição para o Brasil e ex-deputada Carla Zambelli é libertada na Itália

Suplente de Alcolumbre é indiciado pela PF por associação criminosa e corrupção

Datafolha registra 40% de intenção de voto para Lula e 31% para Flávio Bolsonaro

Lula disse que vetará disparo em massa de menagens nas eleições, caso Senado aprove

Validação de norma beneficiará criminosos, afirma autor da Lei da Ficha Limpa

Assuntos Amazonas Atual, Iranduba, Madá do Iranduba, prefeita, Xinaik Medeiros
Valmir Lima 22 de novembro de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

O corpo de José Souza Lopes, de 73 anos, foi removido pelo IML (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia

Idoso de 73 anos morre atropelado ao tentar atrevessar trecho da AM-070

15 de maio de 2026
Momento em que Divoney foi preso (Imagem: WhatsApp/Reprodução)
Polícia

Policial civil aposentado que ameaçou decapitar ex-esposa é preso

9 de abril de 2026
O corpo da vítima foi removido pelo IML de Manaus (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Polícia

Homem é morto a tiros em motel; mulher que estava com ele saiu antes

2 de abril de 2026
Lixão no município de Iranduba: secretaria alerta sobre danos amientais e riscos à saúde (Foto: Divulgação/MPAM)
Dia a Dia

Secretaria alerta sobre risco de dano ambiental por lixão em Iranduba

20 de março de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?