O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

No Brasil, 77.495 nascimentos não foram registrados em cartório, diz IBGE

9 de dezembro de 2020 Dia a Dia
Compartilhar
certidão
Certidão de nascimento (Foto: Luiz Silveira/Agência CNJ)
Por Gustavo Fioratti, da Folhapress

SÃO PAULO – Dezenas de milhares de crianças nascem, mas ficam invisíveis perante a lei no país. Em 2018, 77.495 nascimentos não foram registrados em cartório, no território nacional.

Ainda assim, caiu o número de brasileiros que não recebem uma certidão no ano de seu nascimento nem nos três meses do ano seguinte, o sub-registro, segundo o estudo Estatísticas do Registro Civil, do IBGE, baseado em documentação dos cartórios.

O percentual de sub-registro – assim chamado porque a certidão de nascimento ainda pode acontecer após o período exigido pela lei – vem apresentando queda nos últimos anos. Ele decresceu de 4,21%, em 2015, para 2,7%, em 2018, ano mais recente que a pesquisa alcança para esse item. Em 2012, esse índice foi de 6,7%, e de 8,7%, em 2011.

Os três estados brasileiros que tiveram a maior número de sub-registros em 2018 foram Pernambuco (com 6.312 casos), Amazonas (7.787) e Pará (13.629). A região Norte é campeã de sub-registros, com taxa de 8,5%.

Os mesmos dados do IBGE apontam que o número de registros de casamentos subiu entre 2009 e 2015, ano em que essa curva começou a cair, com redução de 1,6% de 2017 para 2018 e, agora, de 2,7% entre 2018 e 2019. Neste último período, a queda foi de 1.053.467 para 1.024.676 uniões.

O número de registros de casamentos entre pessoas do mesmo sexo, depois da forte alta verificada de 2017 para 2018 (61,7%), caiu 4,9 % entre 2018 (9.520) e 2019 (9.056).

O número de divórcios entre os brasileiros também teve leve variação negativa, de 0,5%. Passou, em números absolutos, de 385.246, em 2018, para 383.286 em 2019. Em 2009, foram 174.747.

O estudo aponta ainda que os casamentos estão durando menos. Em 2009, o tempo médio entre a data do casamento e a data da sentença ou escritura do divórcio era de 17,6 anos; em 2019, a média caiu para 13,8 anos.

“Ao olhar a série histórica desde 1984, você observa uma tendência de aumento no número de divórcios” assinala Klívia Brayner, gerente das estatísticas do registro civil no IBGE.

Segundo Brayner, isso se deve principalmente “às facilidades e possibilidades colocadas pela lei desde 2007, que tornou possível a realização de divórcio por via administrativa, e em 2010, uma emenda constitucional que acabou com os prazos que eram necessários para você dar entrada no divórcio”.

“Primeiro tinha a separação, depois um prazo de um ano ou dois para depois se pedir o divórcio”, completa. A maternidade também está sendo cada vez mais frequente entre mulheres acima dos 30 anos, e menos entre as que têm menos de 20 anos.

Os nascimentos entre mães com 30 anos ou mais respondem por 37,4% do total. Em 1999, essa proporção era de 23,7%. Em 2009, quase 20% das mulheres que registraram um filho tinham menos de 20 anos. Em 2019, esse número caiu para 14,3%.

O estudo também mostra dados de mortes por razões não naturais e aponta que, no ano passado, um homem tinha aproximadamente nove vezes mais chance de morrer antes de chegar aos 25 anos do que uma mulher. Esses dados são puxados pela violência no país.

Em novembro do ano passado, o IBGE divulgou estatísticas que afirmavam que a taxa de homicídios entre homens jovens pretos e pardos, com idade entre 15 a 29 anos, chegou a 185 a cada 100 mil habitantes em 2017, quase três vezes mais do que os brancos, com média de 63,5 a cada 100 mil habitantes.

Notícias relacionadas

Mudanças climáticas afetam 85% dos brasileiros, mostra pesquisa

Uma pessoa morre e três ficam feridas em acidente de trânsito em Manaus

No Brasil, 75% dos jovens afirmam se preocupar com mudanças climáticas

Plano da cultura indígena depende do reconhecimento da diversidade

De olho em você; câmeras vigiam, mas não proporcionam segurança pública

Assuntos Cartórios, certidão de nascimento, IBGE, nascimento
Redação 9 de dezembro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Sub-registro ocorre quando uma criança não é registrada no prazo legal previsto (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)
Dia a Dia

Sub-registro de nascidos vivos no AM é 4 vezes maior que a média nacional

21 de maio de 2026
trabalhadora-desemprego
Economia

Desemprego cai e renda média do trabalhador sobe para R$ 2.770 no AM

15 de maio de 2026
Esplanada dos Ministério: governo fará concurso único para preencher vagas nos órgãos federais (Foto: Rafa Neddermeyer/ABr)
Economia

Maior média de renda mensal é no Distrito Federal: R$ 6.720,00

14 de maio de 2026
Trabalhadores por aplicativo de transporte (Foto: Fernando Frazão/ABr)
Economia

Trabalhador por conta própria tem a maior jornadas no país

14 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?