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Dia a Dia

MPF aciona empresa que vende NFTs de áreas de floresta no Amazonas

25 de julho de 2022 Dia a Dia
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floresta amazonica
Nemus deve apresentar documentos que comprovem propriedade das áreas na Amazônia (Foto: Ricardo Oliveira/Secom)
Da Redação, com informações da Ascom MPF

MANAUS – O MPF (Ministério Público Federal) acionou a empresa Nemus, que vende NFTs (tokens não fungíveis) de áreas de floresta no município de Pauini (a 926 quilômetros de Manaus), no sul do Amazonas, para que apresente os títulos de propriedade das terras que alegam possuir na região.

Um NFT é um ativo digital que representa objetos do mundo real, como arte, música, itens de games e vídeos, que são negociados online, frequentemente em moedas digitais. O termo passou a chamar mais atenção por movimentações milionárias, como a compra de um NFT da coleção Bored Ape Yacht Club por R$ 6 milhões pelo jogador Neymar.

De acordo com o MPF, no caso dos NFTs oferecidos pela empresa Nemus, a venda estaria atrelada a serviços ambientais que, entretanto, não são devidamente explicados. A empresa alega ter a propriedade de 41 mil hectares de floresta no estado.

A empresa deverá, em 15 dias, esclarecer sobre os projetos noticiados na internet e o tipo de exploração que pretende realizar na região de Pauini, apresentando eventual documento, autorização pela Funai (Fundação Nacional do Índio) ou outro órgão público para atuação na área.

O MPF afirma que, para a realização de projetos na região, é necessário cumprir os requisitos previstos na Convenção nº 169 da OIT (Organização Internacional do Trabalho), que inclui consulta prévia, livre e informada aos povos potencialmente afetados na região do rio Seruini e no município de Pauini. A empresa Nemus deverá apresentar ao MPF os documentos que demonstrem que a consulta foi realizada.

Processo de demarcação

A venda de NFTs correspondentes a áreas de floresta em Pauini foi relatada ao MPF por lideranças do povo indígena Apurinã, que ocupa tradicionalmente o território indígena reivindicado Baixo Seruini/Baixo Tumiã.

O grupo de trabalho que foi constituído em 2012 não concluiu o estudo de identificação da terra indígena naquele ano, sendo prorrogado para 2013 sem que fosse concluído também. O Relatório Técnico de Identificação e Delimitação só foi concluído, anos depois, após atuação do MPF, mas não foi publicado até o momento.

O MPF afirma que em razão da não conclusão do processo de demarcação da terra indígena, os indígenas têm relatado a violação de direitos, incluindo pressões realizadas pela empresa Nemus, que vende as NFTs da região.

De acordo com relatos dos indígenas, a empresa manifestou interesse em explorar os castanhais localizados dentro do território indígena, com a abertura de pista de pouso e estrada entre o rio Seruini e o município de Pauini, utilizando máquinas pesadas, mas sem apresentar mais esclarecimentos, documentos ou autorizações formais dos órgãos públicos.

Lideranças Apurinã afirmam que pessoas da empresa entregaram uma placa para as aldeias, com escritos em inglês, e solicitaram aos indígenas, que mal sabem ler, assinaturas em documentos sem os esclarecimentos quanto ao conteúdo e nem fornecimento de cópia.

Diante da demora da Funai na conclusão do processo de demarcação da terra indígena Baixo Seruini/Baixo Tumiã, o MPF encaminhou ofício à fundação para que informe, no prazo de 15 dias, sobre a publicação do Relatório Técnico de Identificação e Delimitação, que segundo informações das lideranças indígenas, já está sob análise da presidência da instituição.

O MPF requisitou também o envio de cópia dos estudos existentes e acesso integral ao procedimento de demarcação no âmbito da Funai.

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Assuntos destaque, MPF, nemus, NFTs
Redação 25 de julho de 2022
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