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Expressão

Lei de Improbidade: a impunidade como previu o Ministério Público

10 de maio de 2022 Expressão
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Eduardo Pazuello diz que não foi alertado pelo governo do Amazonas sobre crise do oxigênio (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)
Eduardo Pazuello era um dos denunciados pelo Ministério Público Federal por improbidade administrativa pela falta de oxigênio em Manaus (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)

EDITORIAL

MANAUS – Antes da aprovação pelo Congresso Nacional da Lei nº 14.230/21, que alterou dispositivos da Lei de Improbidade Administrativa, o Ministério Público nas diversas esferas Brasil afora já alertava para a impunidade que a mudança poderia trazer.

Aquilo que foi previsto se concretizou no Amazonas, nesta segunda-feira (9) com o arquivamento da ação de improbidade administrativa ajuizada pelo Ministério Público Federal contra o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, seus subordinados e gestores da saúde no Amazonas.

O MPF lembra que a ação de improbidade administrativa foi ajuizada na Justiça Federal no dia 13 de abril. Quase um ano depois, e seis meses após a aprovação da lei, os denunciados saem vitoriosos.

O próprio MPF tomou a iniciativa de pedir o arquivamento da ação por enxergar que não há mais na lei previsão para punir a omissão dos gestores da saúde que deixaram faltar oxigênio em Manaus e alguns municípios do interior do Estado, levando dezenas de pessoas à morte, no período mais crítico da pandemia de Covid-19 no Amazonas.

Os culpados tem nome e sobrenome: todos os parlamentares no Congresso Nacional que aprovaram a mudança na Lei de Improbidade Administrativa. Importa no Amazonas os nomes daqueles que votaram a favor da mudança: o senador Omar Aziz (PSD) e os deputados Capitão Alberto Neto, Átila Lins, Bosco Saraiva, Delegado Pablo, José Ricardo, Marcelo Ramos e Silas Câmara.

O Ministério Público Federal ainda manifesta a esperança de que os culpados pela falta de oxigênio em Manaus e municípios do Amazonas possam ser responsabilizados fora do âmbito da improbidade administrativa.

“O MPF analisará o caso sob o aspecto dos direitos fundamentais, considerando, entre outras possibilidades, a caracterização de dano coletivo, que pode gerar responsabilização”, diz nota divulgada na noite desta terça-feira.

Sociólogo e membro do Comitê Amazonas de Combate à Corrupção Eleitoral, Carlos Santiago lembra que “todos os malfeitores do Brasil” de todas as matizes partidárias se uniram no Congresso Nacional para promover a mudança na Lei de Improbidade Administrativa para ampliar a impunidade.

O caso da ação pela falta de oxigênio durante a pandemia em Manaus é apenas a ponta do iceberg. Como mostrou reportagem do ATUAL, outros políticos já estão mobilizados, inclusive para se livrar de condenações, de olho na disputa eleitoral que se avizinha.

Mais uma vez o Brasil se mostra como o melhor exemplo de “país da impunidade”.

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Assuntos Eduardo Pazuello, improbidade administrativa, lei de improbidade, Oxigênio para Manaus
Valmir Lima 10 de maio de 2022
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