O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política.

Justiça de São Paulo aciona TJAM para ouvir infiltrado do Exército em Manaus

26 de setembro de 2017 Política.
Compartilhar
William Pina Botelho mora em Manaus e deve ser ouvido pela Justiça do Amazonas (Foto: Tinder/Reprodução)

Do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – O major do Exército William Pina Botelho, que se passou por manifestante em atos contra o presidente Michel Temer (PMDB), em 2016, foi arrolado como testemunha dos 18 jovens com quem foi detido pela Polícia Militar. Ele usava um perfil com nome falso, de ‘Balta Nunes’, nas redes sociais para se comunicar com os manifestantes. Após a denúncia, ‘Balta Nunes’ foi promovido de capitão a major e atualmente mora em Manaus. A Justiça da capital amazonense foi questionada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo se seria possível realizar seu depoimento por meio de videoconferência. Do contrário, a defesa dos jovens terá de ouvi-lo em Manaus. Ele já foi intimado a depor.

Dois inquéritos abertos pelo MPF (Ministério Público Federal) em São Paulo para investigar se o flagrante dos jovens teria sido forjado junto à PM de São Paulo estão a caminho de serem arquivados. Outro, na Procuradoria Militar, já foi enterrado. Botelho foi promovido a major após os 18 jovens detidos junto com ele virarem réus por organização criminosa em um processo no qual não é denunciado e sequer citado pela promotoria estadual de São Paulo.

No dia 4 de setembro de 2016, 21 pessoas, sendo três adolescentes, foram detidos em ato contra o governo Michel Temer. Naquela noite, um deles não foi detido: tratava-se de Pina Botelho, então capitão infiltrado do Exército, que trabalhava para o serviço de inteligência.

Ao contrário dos outros jovens, ele não foi levado para o Deic, nem preso por uma noite. Na manhã seguinte, o juiz Paulo Rodrigo Tellini de Aguirre Camargo mandou soltar todos os jovens afirmando que a prisão era ilegal. O caso foi divulgado inicialmente pelo jornal ‘El País’.

Atualmente, 18 jovens que foram presos naquela noite, e depois liberados, respondem pela acusação de corrupção de menores e associação criminosa do promotor Fernando Albuquerque Soares Sousa. Na peça de denúncia, de cinco páginas, um dos jovens, por exemplo, é acusado de ‘levar uma câmera’ aos protestos. Dez são acusados por portar uma barra metálica e um disco de ferro. As únicas testemunhas de acusação são policiais militares.

Notícias relacionadas

Justiça arquiva ação contra lista da OAB para vaga de desembargador no TJAM

Desembargador rejeita recurso do vereador Sargento Salazar em processo por homicídio

TJAM apura emissão de alvarás sem autorização judicial por servidor exonerado

TJAM condena advogada por tráfico de drogas após absolvição em 1ª instância

Transferência de concessão de serviço público sem licitação é ilegal, decide TJAM

Assuntos Exército, Michel Temer, TJAM
Redação 26 de setembro de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Justiça arquiva ação contra lista da OAB para vaga de desembargador no TJAM

11 de junho de 2026
Vereador Sargento Salazar teve recurso negado em ação sobre homicídio (Foto: Rayssa Lima/Assessoria)
Política

Desembargador rejeita recurso do vereador Sargento Salazar em processo por homicídio

11 de junho de 2026
Dia a Dia

TJAM apura emissão de alvarás sem autorização judicial por servidor exonerado

4 de junho de 2026
Suiane Vitória da Silva Doce foi presa em flagrante com mais de 10 quilos de cocaína dentro de um veículo em Manaus (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia.

TJAM condena advogada por tráfico de drogas após absolvição em 1ª instância

3 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?