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Política

Identidade de gênero diverge dois de seis candidatos a prefeito de Manaus

21 de setembro de 2020 Política
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Chico Preto e Gilberto Vasconcelos abordaram questão de identidade de gênero em programas de governo (Foto: Divulgação)
Por Felipe Campinas, da Redação

MANAUS – De seis candidatos a prefeito de Manaus que já apresentaram programas de governo, apenas dois se manifestaram sobre a discussão da identidade de gênero nas escolas públicas municipais. Chico Preto (DC) afirma que se trata de uma ideologia que “confronta os valores das famílias tradicionais” e Gilberto Vasconcelos (PSTU) defende que a discussão sobre o tema ajuda a combater a discriminação contra transexuais.

Em plano de trabalho com 25 páginas, Chico Preto, que atualmente é vereador de Manaus, propõe a apresentação de projeto de lei que institua o programa ‘Escola Sem Partido’ e a “vedação do ensino de ideologia de gênero nas escolas” públicas de Manaus.

De acordo com o candidato do DC, a proposta visa combater a “doutrinação ideológica na rede municipal de ensino e a invasão do professor na formação sexual e moral do estudante”. “Existem assuntos que têm um momento certo para ser abordado e as escolas do município vão até a oitava série”, afirmou Chico Preto.

O candidato afirma que a ideologia de gênero, pelo qual os sexos masculinos e feminino são “construções culturais e sociais”, é algo “nocivo aos valores que as famílias tradicionais entregam para seus filhos” porque “confunde a cabeça das crianças”. Para ele, escola não pode ser instrumento para “desfazer esses valores”.

“Por quê a escola vai confundir a cabeça de meninos e meninas, contrariando a orientação do pai e da mãe que é dada dentro de casa? A escola não tem esse direito. (…) Ideologia de gênero é um confronto aos valores que as famílias entregam para seus filhos dentro de casa”, afirmou o parlamentar.

“Ideologia de gênero é um assunto que eu, particularmente, não acredito. Acredito que tem o sexo feminino e o sexo masculino, mas aquela história de dizer que a pessoa nasce sem uma definição de sexo e pode ser o que ela quiser, essa ideologia eu não acredito”, diz Chico Preto.

O vereador defende que as discussões sobre sexualidade nas escolas devem ocorrer a partir do ensino médio. “A partir do segundo grau a criança tem muito mais condições de entender e debater porque os valores familiares entregues pela mãe e pelo pai estão consolidados”, disse.

“Você discute as questões da reprodução e prevenção a doenças sexualmente transmissíveis a partir de determinado momento. Mas ideologia de gênero dentro das escolas para pequeninos é confundir a cabeça do menino. É cruel”, afirmou Chico Preto.

Ao defender o projeto ‘Escola sem Partido’, o candidato afirmou que a escola deve apenas ensinar disciplinas como português, matemática e conceitos cívicos e se abster da “discussão político-partidária”. “O papel da escola é ensinar as disciplinas e fomentar o censo crítico a fim de que o aluno tenha base para encarar a vida e no momento oportuno escolher, se assim for da sua vontade, uma ideologia política”, afirmou.

Chico Preto afirma que combater a ideologia de gênero não significa pregar o preconceito contra homossexuais. “É importante ressaltar que isso não tem nada a ver com discriminação. Os homossexuais merecem respeito sempre, a questão é de valores. Ideologia de gênero não faz sentido nenhum para mim e só serve para confundir a cabeça das crianças”, disse.

Questionado sobre como combater o preconceito nas escolas, o vereador afirmou que é preciso falar sobre a homossexualidade com “naturalidade”. “Eu não sou preconceituoso. Eu respeito. Começa por aí. (É preciso) falar disso com naturalidade. Ideologia de gênero é uma coisa, você entender a homossexualidade é outra. A homossexualidade é um fato. Pessoas que são homossexuais não são piores ou melhores”, afirmou.

Leia também: Sociedade LGBTPQIA+ cobra respeito e não apenas direito à aceitação

“Combate a discriminação”

O programa de governo de Gilberto Vasconcelos tem 13 páginas e aborda sete eixos, incluindo a área de Gênero, Sexualidade, Grupos étnicos e Opressões.

Uma das propostas do candidato para combater a “opressão pelas suas condições de gênero, orientação sexual e por suas especificidades étnicas e raciais” é a abertura de “amplo debate nas escolas para inclusão nos parâmetros curriculares de conteúdos que abordem identidade de gênero, orientação sexual, preconceitos e discriminação”.

Para Vasconcelos, a discussão sobre identidade de gênero é necessária porque, atualmente, além de serem exploradas, pessoas transexuais sofrem discriminação até mesmo na hora de procurar emprego. “Elas têm direito de viver, de trabalhar. Porque a discriminação é tão criminosa que impede as pessoas de trabalhar”, afirmou Vasconcelos.

“Quando essas pessoas têm um trabalho, elas aguentam muito mais abusos dos outros, recebem menos e qualquer coisa que aconteça ela é menos tolerada. Então, isso precisa acabar. Nós temos de entender as pessoas como gente, como ser humano, independente da sua opção ou condição sexual. Nossa defesa é no sentido da democracia”, disse.

Gilberto defende que a discussão sobre identidade de gênero seja feita de acordo com o nível de escolaridade, adaptado a cada idade e com profissionais. “O que nós defendemos é o direito de as pessoas serem felizes, serem o que querem ser, por orientação, sem discriminação”, disse Vasconcelos.

De acordo com o candidato, que é professor da rede pública municipal, a definição das turmas que poderão discutir o assunto vai depender da decisão dos conselhos populares, que Vasconcelos defende que sejam formados para incentivar a participação da população nas decisões do Poder Público.

“Vamos levar em consideração o que a comunidade deseja que seja feito. Essa discussão passa por uma aprovação da população local. Eu não posso dizer de antemão que vai ser a partir de 18 ou 16 anos porque eu estaria colocando a minha opinião acima da opinião do público interessado”, disse.

Vasconcelos lembrou que o ensino fundamental na rede municipal não é composto apenas pelo modo regular, que é predominantemente ocupado por crianças e adolescentes, mas também atende jovens e adultos que já passaram da idade escolar e que não tiveram oportunidade de estudar através do programa EJA (Educação Para Jovens e Adultos).

“Eu dei aula para ensino fundamental a noite, na EJA. O ensino fundamental não é só o regular, é a EJA de jovens e adultos. Tinha adulto que preferia ser chamado da identidade de gênero, pelo nome que adotou. A lei precisa garantir esse direito para essas pessoas”, afirmou Gilberto.

O candidato criticou a postura de partidos de direita que, segundo ele, querem confundir a população a respeito do assunto. “Geralmente, partidos de direita confundem. Eles, sim, querem confundir, dizer que vai se fazer ‘kit gay’. Não se trata disso, se trata do respeito a pessoa humana. De a pessoa viver e, pelo fato de ter uma identidade de gênero que não seja a que nasceu com ela, essa pessoa não seja discriminada”, disse.

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Assuntos Chico Preto, Eleições 2020, Gilberto Vasconcelos, identidade de gênero, ideologia de gênero, manchete
Felipe Campinas 21 de setembro de 2020
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2 Comments
  • Diego disse:
    21 de setembro de 2020 às 09:44

    A doutrinação de ideologia de género nao vai diminuir nem um pouco a discriminação, porque isso faz parte da natureza humana. #CHICOPRETO

    Responder
  • DIOGO AMARAL disse:
    21 de setembro de 2020 às 16:43

    Não adianta de nada esse projeto do Gilberto, basicamente é mesma coisa que já fazem hoje em dia, algo que é natural, já se tem debates sobre isso, as pessoas já aceitam sim homossexuais, não tem tanta discriminação assim e no emprego também, pois existe também a formalidade em lugar, emprego, instituição, coisa que muitos dos aliados do Vasconcelos não compreendem, não aceitam, querem a todo custo que as pessoas aceitem por exemplo, uma dragqueen com cabelo laranja ou sei lá, numa boa no atendimento em um cartório ou agência bancária, querem que seja aceito a forma que eles se sentem a vontade em qualquer lugar sem regra alguma e por fim a ideia é clara, incentivar desde pequenos as crianças a se questionar se devem ser homos, aí doutrina, aí daqui a décadas a maioria das pessoas serem homossexuais e a massa ser maior de pessoas influenciadas politicamente por ideologia, sendo assim não haverá democracia alguma no futuro, será apenas a política de esquerda que se aproveita das minorias para discursos político, pra se eleger e nunca mais saírem, assim viveremos num país como a China comunista, onde todos seremos reprimidos, se um hetero olhar estranho, pronto, já vai ser dado como preconceituoso.
    Temos coisas mais importantes pra resolver nessa época difícil ainda ,não é hora pra focar em projetos como esse, Chico preto está é certo.
    Não sou preconceituoso e nem sou apoiador do Chico preto, pois nem o conheço pra falar a verdade .

    Responder

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