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Política

General Braga Netto pede respeito às urnas e equilíbrio entre os Poderes

20 de abril de 2021 Política
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General Walter Souza Braga Netto, ministro da Defesa (Foto: Antônio Cruz/ABr)
Por Ricardo Della Coletta, da Folhapress

BRASÍLIA – Com o governo desgastado pelo avanço da pandemia e pressionado pela instalação da CPI da Covid, o ministro da Defesa, Walter Braga Netto, afirmou nesta terça-feira, 20, que o Brasil “precisa estar unido contra qualquer iniciativa de desestabilização institucional” e que “é preciso respeitar” o “projeto escolhido pela maioria dos brasileiros” para governar o país.

“O momento requer um maior esforço de união nacional, com foco no combate à pandemia e no apoio à vacinação. Hoje, o país precisa estar unido contra qualquer tipo de iniciativa de desestabilização institucional, que altere o equilíbrio entre os poderes e prejudique a prosperidade do Brasil”, declarou Braga Netto.

A fala do ministro ocorreu durante solenidade de transmissão do comando do Exército, em Brasília. O general Edson Pujol passou o posto para o também general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira.

“Enganam-se aqueles que acreditam estarmos sobre um terreno fértil para iniciativas que possam colocar em risco a liberdade conquistada por nossa nação. É preciso respeitar o rito democrático e o projeto escolhido pela maioria dos brasileiros para conduzir os destinos do país. A sociedade, atenta a essas ações, tenha a certeza que suas forças armadas estão prontas a servir aos interesses nacionais”.

“Neste período de intensa comoção e incertezas, que colocam à prova a maturidade e a independência das instituições democráticas brasileiras, o Exército, a Marinha e Força Aérea mantêm o foco em suas missões constitucionais, permanecendo sempre atentas à conjuntura nacional”, concluiu o ministro”, finaliza.

Braga Netto –que chegou ao ministério da Defesa na esteira da maior crise militar desde a redemocratização– deu as declarações em meio ao forte desgaste político esperado com a instalação da CPI da Covid.

A comissão foi criada por decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal) e deve ter como relator o senador Renan Calheiros (MDB-AL), considerado um adversário pelo Palácio do Planalto.

A expectativa é que o início do funcionamento do colegiado provoque forte desgaste para o Planalto.

A cúpula da CPI quer, por exemplo, traçar uma linha do tempo e iniciar os trabalhos esquadrinhando as razões que levaram à queda dos ex-ministros da Saúde Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich.

O objetivo é entender, por exemplo, se houve e como se deu a pressão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para que o governo defendesse, no tratamento contra a Covid-19, o uso da hidroxicloroquina –medicamento sem eficácia comprovada contra a doença.

Os senadores também querem esmiuçar as tentativas de compra de vacinas pelo Executivo e o que levou o governo a recusar oferta da Pfizer para a compra de imunizantes.

A chegada de Braga Netto ao ministério da Defesa e a substituição de Pujol também ocorreram num contexto de crise.
No final de março, Bolsonaro decidiu demitir o ex-ministro da Defesa, Fernando Azevedo.

Segundo interlocutores, o agora ex-ministro da Defesa vinha resistindo a pressões de Bolsonaro por um maior apoio das forças armadas na defesa de medidas do governo, principalmente na oposição a políticas de distanciamento social adotadas por governadores e prefeitos.

Além do mais, Azevedo vinha bloqueando as investidas do presidente pela saída de Pujol do comando do Exército.

Como resultado da demissão de Azevedo, Pujol e os então comandantes da Marinha e da Aeronáutica também anunciaram que deixariam seus postos.

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Assuntos Braga Netto, poderes, Urnas
Redação 20 de abril de 2021
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