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Dia a Dia

Dois dias após prisão de suspeitos de desviar R$ 1,2 milhão do TJAM, presidente se manifesta

4 de setembro de 2021 Dia a Dia
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Domingos Chalub
Presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas se pronunciou sobre caso envolvendo desvio de dinheiro da instituição (Foto: Chico Batata/TJAM)
Por Felipe Campinas, da Redação

MANAUS – Dois dias após a prisão de suspeitos de desviar R$ 1,2 milhão do TJAM (Tribunal de Justiça do Amazonas), o presidente da instituição, desembargador Domingos Chalub, se manifesta sobre o caso. Em nota divulgada neste sábado (4), o Chalub disse que espera que “seja concretizada com a maior brevidade possível a elucidação dos fatos”.

“(O TJAM) é o maior interessado na elucidação dos fatos, seja para identificar os envolvidos, de modo a aperfeiçoar continuamente a atividade judicante e as de apoio direto e indireto, seja para atuar na prevenção à ocorrência de crimes ou violações de deveres funcionais por parte dos agentes públicos do Poder Judiciário do Estado”, disse Chalub, em nota.

Na quinta-feira (2), na Operação Nababo, a Polícia Civil cumpriu dez mandados de prisão, além de busca e apreensão e sequestros de bens contra suspeitos de integrar grupo que praticava a emissão fraudulenta de alvarás para saque de valores em contas vinculadas a processos judiciais arquivados. Os mandados foram cumpridos em Parintins e Maués.

De acordo com o MP-AM (Ministério Público do Amazonas), o esquema fraudulento era operado por um funcionário terceirizado do órgão. As investigações do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) apontam que o funcionário usava uma senha de acesso ao sistema do TJAM para movimentar dinheiro de processos finalizados.

Leia mais: MP explica como funcionava esquema de desvio no TJAM em municípios do AM

Chalub afirma que o Tribunal amazonense é “ciente e zeloso em seus deveres institucionais” e que vem adotando “todas as providências necessárias para a apuração das irregularidades e a devida responsabilização dos envolvidos quanto aos atos criminosos resultantes da movimentação fraudulenta e indevida de alvarás judiciais por indivíduo não autorizado”.

O presidente do TJAM disse que a fiscalização do órgão está em “direta atuação” e que, na Operação Nababo, a instituição obedeceu o “primordial respeito aos procedimentos legais cabíveis, de acordo com os limites legais de atuação e a necessária busca de ressarcimento ao erário e a punição aos agentes responsáveis pelos delitos perpetrados”.

Leia a nota na íntegra:

O Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas, ciente e zeloso em seus deveres institucionais, informa ao público em geral que vem adotando, como de costume, todos as providências necessárias para a apuração das irregularidades e a devida responsabilização dos envolvidos quanto aos atos criminosos resultantes da movimentação fraudulenta e indevida de alvarás judiciais por indivíduo não autorizado.

Vale destacar que a estrutura correcional do Poder Judiciário do Estado do Amazonas está em direta atuação, desde o Juízo de Primeira Entrância como corregedor permanente (art. 144, §1º, I da LC nº 17/97), passando pela estrutura da Corregedoria-Geral de Justiça, sempre atenta às  apurações previstas no art. 74, VIII da Lei Judiciária do Estado do Amazonas, bem como as atividades desta Presidência quanto à perscrutação do ocorrido.

No âmbito judicial criminal, observa-se que vários investigados tiveram prisões temporárias decretadas, sendo obedecidos pelo TJAM o primordial respeito aos procedimentos legais cabíveis, de acordo com os limites legais de atuação e a necessária busca de ressarcimento ao erário e a punição aos agentes responsáveis pelos delitos perpetrados.

A perspectiva do Poder Judiciário Estadual é a de que seja concretizada com a maior brevidade possível a elucidação dos fatos e as apurações devidas, com a reafirmação da finalidade dos deveres institucionais de todos os funcionários da justiça do Estado do Amazonas, seja por seu quadro próprio ou por estagiários e mesmo terceirizados de atividades-meio.

Por fim, vale ressaltar que o Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas é o maior interessado na elucidação dos fatos, seja para identificar os envolvidos, de modo a aperfeiçoar continuamente a atividade judicante e as de apoio direto e indireto, seja para atuar na prevenção à ocorrência de crimes ou violações de deveres funcionais por parte dos agentes públicos do Poder Judiciário do Estado do Amazonas.

Gabinete da Presidência do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas, em Manaus, 04 de setembro de 2021.

Desembargador Domingos Jorge Chalub Pereira

Presidente TJ/AM

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Assuntos destaque, desvio de dinheiro, Domingos Chalub, Operação Nababo, TJAM
Felipe Campinas 4 de setembro de 2021
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