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Economia

Do ‘fundo do poço’ na pandemia, turismo recupera ‘fôlego’ no Brasil

3 de novembro de 2020 Economia
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Restaurantes fechados em ponto turístico: crise do coronavírus (Foto: Entre Comunicação/Divulgação)
Da Redação

MANAUS – A atividade turística no Brasil recupera o fôlego após o pico da pandemia de Covid-19. Um dos segmentos mais afetados pela pandemia do novo coronavírus, o setor cresceu 28% em setembro na comparação com agosto, e atingiu R$ 12,8 bilhões – o melhor mês desde o início do surto da doença em março.

Os dados são do Índice Cielo de Vendas do Turismo da CNC (ICV-Tur-CNC), pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em parceria com a Cielo.

Segundo o indicador, as atividades turísticas viveram o seu pior momento em abril, quando atingiram o chamado “fundo do poço”, com faturamento de aproximadamente R$ 4,1 bilhões – o mais baixo da série histórica, iniciada em 2017 – e queda de 66,4%, no comparativo com março.

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, diz que as medidas de combate à Covid-19, como o fechamento de fronteiras e o isolamento social, afetaram fortemente os negócios considerados não essenciais, sobretudo relacionados ao Turismo. “A partir de maio, o faturamento do setor passou por um processo de recuperação mês a mês, devido a inúmeros fatores, como o maior número de pessoas nas ruas, o aumento da confiança dos consumidores, além das estratégias digitais adotadas pelas empresas”, afirma Tadros.

Os números de setembro, contudo, ainda estão distantes dos registrados no início do ano (R$ 20,4 bilhões, em janeiro; e R$ 17,8 bilhões, em fevereiro) e no mesmo mês de 2019 (R$ 19,9 bilhões).

Antonio Everton, economista da CNC responsável pela pesquisa, ressalta que a diminuição das vendas em janeiro e fevereiro e, principalmente, a intensa queda em março e abril fizeram com que as taxas de evolução do faturamento do Turismo indicassem uma forte recuperação desde maio. “Como o nível de comparação acabou ficando muito baixo, estas elasticidades mensais na casa de dois dígitos podem confundir a interpretação dos fatos econômicos”, explica, reforçando que a crise provocada pela pandemia imprimiu perdas históricas ao setor.

Diretor da CNC responsável pelo Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da entidade, Alexandre Sampaio chama a atenção para o fato de que as empresas estão operando com um volume de vendas muito aquém das possibilidades de produção. “Os danos causados aos negócios pela pandemia colocam o setor como o mais afetado e, ao que tudo indica, o que levará mais tempo para se recuperar”, avalia Sampaio.

Hospedagem e alimentação

Entre os quatro principais grupos turísticos analisados pelo ICVTur-CNC, o de Hospedagem e Alimentação registrou o maior volume de vendas em setembro, com R$ 8,533 bilhões. O conjunto de atividades ligadas ao segmento respondeu por aproximadamente 66,7% do faturamento do Turismo no período. De acordo com Antonio Everton, o elevado nível de vendas foi puxado pelas atividades de Restaurantes e Similares (R$ 6,637 bilhões) e Hotéis e Similares (R$ 1,516 bilhão). “Isoladamente, o segmento de refeições fora de casa tem sido o maior entre as atividades turísticas pesquisadas”, indica o economista da Confederação.

Preços

O enfraquecimento da economia em 2020, potencializado pela crise provocada pelo surto de covid-19, fez com que os preços no Turismo caíssem 5,8%, de janeiro a agosto. Antonio Everton ressalta que a queda acentuada no volume de atividades turísticas contribuiu para diminuir a inflação dos serviços. “A estagnação econômica neste período, sobretudo entre março e abril, fez com que os preços desabassem, produzindo deflação”, conclui.

Confira os dados completos do estudo.

(Com Ascom CNC)

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Assuntos Confederação Nacional do Comércio, pandemia, turismo
Cleber Oliveira 3 de novembro de 2020
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