O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Dilma diz que Conselho não atinge papel do Legislativo

28 de janeiro de 2016 Política
Compartilhar
Brasília- DF 28-01-2016 Foto Lula Marques/Agência PT  Presidenta Dilma durante abertura do  44ª Reunião Ordinária do Pleno do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social-CDES
A presidente afirmou que, nesse reinício das atividades do Conselhão, que não se reunia desde julho de 2014, suas expectativas e sua disposição são as mais elevadas (Foto: Lula Marques/Agência PT)

BRASÍLIA – A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira, 28, que o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão, em nada desfigura ou atinge a autonomia ou a relevância da missão constitucional do Poder Legislativo nem fere o princípio da separação dos Poderes. Em discurso na 44ª reunião do colegiado, ela defendeu que o Conselhão funcione como um fórum independente das posições políticas partidárias de seus 92 membros.

Dilma afirmou que um dos principais desafios nas democracias dos tempos modernos é a busca pela interação entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e por mecanismos de participação direta da sociedade. “Essa convivência é saudável e oportuna sempre que os atores envolvidos saibam exatamente o alcance de suas atuações e de suas competências”, declarou no encerramento do encontro.

Dilma lembrou que a criação em nada desfigura ou atinge o Congresso Nacional, pois o poder Legislativo propõe leis e fiscaliza o Executivo. Já o conselho, afirmou, serve para sugerir, propor, debater e criticar medidas no âmbito administrativo. “É o Legislativo, em decorrência da legítima existência dos mandatos (dos parlamentares), que sempre dará a palavra final”, ponderou a presidente da República.

Ela afirmou que a criação de conselhos como este é necessária para o avanço das democracias modernas, que, em geral, “procuram essa forma de organização para ter acesso maior à sociedade em sua extrema diversidade”. Dilma lembrou que neste espaço foi discutida a criação de programas como o Mais Médicos e o Ciência Sem Fronteiras. “Aqui apresentamos para debate as respostas que julgávamos necessárias para as manifestações de 2013”, lembrou Dilma.

A presidente afirmou que, nesse reinício das atividades do Conselhão, que não se reunia desde julho de 2014, suas expectativas e sua disposição são as mais elevadas. “Conto com cada um de vocês em busca das convergências que nos levarão a propostas políticas e socialmente exequíveis”, disse. “Preciso do conselho, preciso das ideias e das propostas do conselho”, afirmou.

Sucessor

Sem citar o processo de impeachment, a presidente Dilma Rousseff afirmou que tem como determinação conduzir a “vitória do Brasil sobre a crise” e que ela quer entregar o comando do País – para seu sucessor em 2019 – com essa vitória. “Tenho a determinação de conduzir a vitória do Brasil sobre a crise e quero mais do que nunca que isso seja feito em parceria. Nós precisamos entregar e, eu especificamente, o Brasil ao meu sucessor, em 2019, preparado para os desafios das próximas décadas”, disse, já no fim do seu discurso.

A presidente afirmou ainda que “uma crise é muito dolorosa para ser desperdiçada”. “É um momento em que surgem oportunidades para construir soluções criativas e duradouras para desafios difíceis. Esse é o espírito que nos move cotidianamente”, afirmou.

Criticada em seu primeiro mandato por não “escutar” e ser “autoritária”, Dilma garantiu aos mais de 90 membros do Conselhão que ela estará firme no propósito de escutá-los. “O Brasil está sedento por consenso, estabilidade e soluções”, afirmou. “Conto com vocês para fazer a travessia da retomada do crescimento. Da minha parte podem esperar honestidade, desejo sincero de encontrar soluções e toda disposição de dialogar”, disse aos participantes.

Segundo a presidente, todas as propostas colocadas durante a reunião devem ser debatidas. “Estamos totalmente abertos a discutir essas propostas e melhorá-las”, afirmou. “Espero que os membros desse conselho nos tragam mais sugestões para colocar o Brasil de novo na rota de crescimento”, completou.

Além de citar a necessidade da reforma da Previdência, Dilma disse que o Brasil tem o desafio de debater “uma reforma tributária equilibrada”, citou a necessidade de melhorar o ambiente de negócios no Brasil e afirmou que a agenda de leilões de concessões será intensa em 2016. “Temos também o desafio de implementar medidas para a cadeia de petróleo e gás”, afirmou.

Sem entrar em detalhes nem citar a Operação Lava Jato, que investiga o esquema de corrupção na Petrobras, a presidente lembrou ainda que não se pode penalizar as empresas com ações individuais de pessoas. “Não se deve penalizar emprego”, afirmou.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

Notícias relacionadas

PT aprova candidatura de Marcelo Ramos ao Senado e apoio a Omar

Fundo de advogado e aliado de Eduardo Bolsonaro comprou casa em cidade em que ele vive nos EUA

Lula e Flávio empatam em 45% cada em eventual 2º turno, diz Datafolha

Datafolha: diferença da rejeição de Lula para Flávio é de quatro pontos

Campanha de Flávio pede ao STF apuração sobre vazamento de conversas com Vorcaro

Assuntos Conselhão, Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, divisão de Poderes, Legislativo
Valmir Lima 28 de janeiro de 2016
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Assembleia Legislativa do Amazonas (Foto: Divulgação/Dicom)
Economia

Deputados aprovam reajuste de 3,36% para servidores da Aleam

14 de abril de 2026
Amom Mandel
Política

Amom prepara PEC para acabar com a farra das câmaras municipais no Brasil

8 de abril de 2026
Plenário da Câmara na tarde de terça-feira (5): bolsonaristas ocupam Mesa Diretora (Foto: Bruno Spada/Agência Câmara)
Política

STF mantém limite de candidatos por partido nas eleições proporcionais

16 de março de 2026
Congresso Nacional informa que prazo para pagar parte das emendas foi acordado com o governo Lula (Foto: Leonardo Sá/Agência Senado)
Política

Lula sanciona reajuste do Legislativo, mas veta penduricalhos que turbinam salários

18 de fevereiro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?