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Expressão

Decisão de Moutinho sobre CPI da Saúde ignora a função do Poder Judiciário

24 de junho de 2020 Expressão
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Ari Moutinho
Desembargador Ari Moutinho considerou absurda a decisão do colega Anselmo Chíxaro sobre a CPI da Saúde (Foto: Raphael Alves/TJAM)

MANAUS – Ao derrubar a decisão do desembargador Ancelmo Chíxaro, que suspendia os trabalhos da CPI da Saúde até a redefinição dos nomes que a compõem, o desembargador Ari Moutinho da Costa considerou a decisão do colega “teratológica”, que numa tradução jurídica é “algo monstruoso, uma decisão absurda”.

E por que Ari Moutinho assim considerou a decisão de Chíxaro? Porque, segundo o desembargador Moutinho, Chíxaro interpretou o regimento interno da Assembleia Legislativa e se meteu numa ceara que no direito é chamada de “interna corporis”, uma expressão em Latim que significa, neste caso, “assuntos internos da corporação legislativa”.

Como tal, segundo Moutinho, o assunto deveria ser tratado e resolvido pelos deputados. Ora, a composição da CPI da Saúde se transformou em uma guerra entre os deputados, que não conseguiram chegar a um consenso. Não houve acordo em relação ao que determina o regimento em relação à composição da CPI.

Quando isso ocorre, seja no Poder Legislativo, seja nas entidades mais restritas e particulares, como a família, recorre-se à Justiça. É para isso que serve o Poder Judiciário, para dar a última palavra em questões em que as partes não chegam a um acordo. Negar isso é negar a própria função do Judiciário.

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Assuntos Anselmo Chíxaro, Ari Moutinho, Assembleia Legislativa, CPI da Saúde, TJAM
Valmir Lima 24 de junho de 2020
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