O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

CNDH denuncia abandono, medo e insegurança na região do rio Abacaxis

22 de abril de 2024 Dia a Dia
Compartilhar
Maria Dermamm relatou o que testemunhou em viagem do CNDH (Foto: Valmir Lima/AM ATUAL)
Por Felipe Campinas, do ATUAL

MANAUS – A presidente do CNDH (Conselho Nacional de Direitos Humanos), Maria Dermamm, relatou, nesta segunda-feira (22), em entrevista a jornalistas em Manaus, cenário de abandono, insegurança e medo na região do Rio Abacaxis, entre os municípios de Borba e Nova Olinda do Norte. O conselho pediu providências imediatas do poder público na região.

Em agosto de 2020, o local foi palco de um massacre causado por conflitos entre comunitários e policiais militares. A ação resultou na morte de quatro ribeirinhos, dois indígenas e dois policiais. O caso ainda está sendo investigado no âmbito federal e tramita em segredo de Justiça.

Entre os dias 16 e 19 deste mês, o conselho, que já tinha visitado o local em 2020 logo após o massacre, retornou à região para averiguar denúncias de violações de direitos humanos, incluindo tortura e ameaças. Segundo Maria Dermamm, lideranças indígenas e ribeirinhas relataram situação preocupante.

“Percorremos essas comunidades ao longo de uma semana e o que vimos foram comunidades ainda com muito medo, com muita insegurança e com ausência total do estado para realização de vários direitos, seja da saúde, da educação, de acesso ao saneamento, à energia elétrica”, afirmou Maria Dermamm.

O conselho divulgou uma nota pública com resumo de expedição. No documento, eles afirmam que os comunitários relataram “graves ameaças à vida de defensoras e defensores de direitos humanos, bem como compartilharam a dor e angústia predominante na região por falta de respostas e impunidade”.

As lideranças também relataram uma série de situações que envolvem a falta de políticas públicas nas áreas de saúde, educação, regularização territorial, segurança, trabalho e economias comunitárias.

O conselho pede atuação imediata do poder público na região. “A ausência do Estado é total. Então, existem muitas providências a serem tomadas não só por parte do Governo do Estado do Amazonas, mas também do governo federal. A gente pode falar, de início, da demarcação imediata do território dos Maraguás, que vai dar uma segurança na posse deles, mas também da posse dos ribeirinhos. O Incra precisa tomar essas providências”, disse Maria Dermamm.

Em razão das violações denunciadas por moradores de comunidades ao longo dos rios Abacaxis e Mari-Mari, o TRF1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região) suspendeu, em agosto de 2020, a operação policial da Secretaria de Segurança do Amazonas na região, e determinou que agentes da Força Nacional de Segurança e da Polícia Federal fossem enviados para garantir a ordem no local.

De acordo com os indígenas e ribeirinhos, os agentes estão no município, mas ficam apenas na zona urbana.

Leia mais: Indígenas e ribeirinhos relatam insegurança em ‘palco’ de massacre

A presidente do conselho também sugere a inclusão de vítimas que estão sendo ameaças no PPDDH (Programa de Proteção de Defensores de Direitos Humanos) e no Provita (Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas).

Integrantes de viagem ao Rio Abacaxis (Foto: Felipe Campinas/AM ATUAL)
Investigações

De acordo com Maria Dermamm, as investigações no âmbito criminal estão paradas e continuam em segredo de justiça. A situação é a mesma na esfera cível para reparação e indenização das vítimas e coletivos afetados.

“Vimos que, depois de três anos e oito meses, pouco andou. Tanto sobre a responsabilização criminal dos mandantes e dos agentes que praticaram os homicídios e as torturas, mas também da responsabilização no âmbito administrativo e cível”, afirmou a presidente do conselho.

Em abril de 2023, a Polícia Federal indiciou o ex-secretário de Segurança Pública do Amazonas Louismar Bonates e o ex-comandante da Polícia Militar Ayrton Norte pelo envolvimento em chacina. Maria afirma, no entanto, que é necessário responsabilizar outros agentes envolvidos.

“Existem os mandantes, mas também existem outros agentes envolvidos. Conversando com o Ministério Público Federal, o efetivo que foi levado para o Rio Abacaxis envolve mais de 100 agentes de segurança. A gente precisa também individualizar a conduta de cada um deles, não só desses dois que foram indiciados”, afirmou Maria Dermamm.

Em relação à esfera civil, o defensor público da União José Roberto Tambasco, que também integrou a viagem ao Rio Abacaxis, afirmou que a DPU (Defensoria Pública da União) avalia a possibilidade de ajuizar ações cíveis para obrigar o pagamento de pensão por morte a familiares e reparações cíveis por danos.

Sobre as responsabilizações administrativas dos agentes, Maria Dermamm afirmou que se reuniu com o vice-governador Tadeu de Souza nesta segunda-feira. Segundo ela, o vice informou que existem PADs (Procedimentos Administrativos) contra os agentes envolvidos no massacre, mas que ainda vai fazer levantamento sobre o número.

Conflitos

Os agentes assassinados integravam uma tropa enviada pela SSP-AM ao local após o ex-secretário executivo do Fundo de Promoção Social do Governo do Amazonas Saulo Moysés Rezende Costa ter sido baleado enquanto fazia pesca esportiva sem licença ambiental.

Leia mais: Secretário-executivo do Estado foi pivô de conflito que resultou na morte de policiais

Durante as diligências, os PMs acabaram entrando em conflito com comunitários. Dois agentes morreram.

O MPF (Ministério Público Federal) informou, na época, que os PMs não se identificaram mesmo após horas de atuação e abordagem inicial de lideranças extrativistas. Nenhum deles usava uniforme ou outra identificação.

Após a morte dos agentes, a SSP-AM enviou dezenas de policiais para Nova Olinda do Norte.

Ayrton Norte liderou um grupo de 50 homens designados para localizar os autores do atentado contra os policiais.

A Polícia Federal concluiu que a tropa enviada ao local invadiu casas sem ordem judicial, torturou moradores e assassinou cinco pessoas, entre indígenas e ribeirinhos. O grupo também seria responsável pelo desaparecimento de outras duas pessoas.

Notícias relacionadas

Braga e Omar comentam decisão da Justiça que suspende restrição da Receita à ZFM

Juiz derruba entendimento da Receita Federal que prejudica Zona Franca

Mortes no trânsito têm queda de 33% em junho em Manaus, diz IMMU

Policiais abordam barcos no AM e preendem droga avaliada em R$ 29,6 milhões

Menino de 9 anos se feriu em rope jump em que jovem morreu

Assuntos Amazonas, Chacina, CNDH, conflito, manchete, rio Abacaxis
Felipe Campinas 22 de abril de 2024
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Omar Aziz e Eduardo Braga
Política

Braga e Omar comentam decisão da Justiça que suspende restrição da Receita à ZFM

3 de julho de 2026
Inmetro e Fieam
Política

Juiz derruba entendimento da Receita Federal que prejudica Zona Franca

3 de julho de 2026
Foram apreendidos 530 tabletes de maconha skunk, somando cerca de 603 quilos (Foto: Divulgação)
Polícia

Policiais abordam barcos no AM e preendem droga avaliada em R$ 29,6 milhões

3 de julho de 2026
ligações clandestinas de energia
Economia

Furtos e fraudes de energia geraram prejuízo de R$ 753,6 milhões no AM

3 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?