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Política

Ao denunciar vice do Amazonas, subprocuradora cita relatório da PF que não encontrou provas

28 de abril de 2021 Política
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Carlos Almeida Filho
Carlos Almeida Filho não foi indiciado pela Polícia Federal (Foto: Divulgação)
Por Felipe Campinas, da Redação

MANAUS – Ao denunciar o vice-governador Carlos Almeida Filho no âmbito da Operação Sangria, na última segunda-feira, 26, a subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo citou relatório da PF (Polícia Federal) que deixou de indiciar o político por falta de provas.

No relatório conclusivo da operação enviado ao STJ (Superior Tribunal de Justiça), a PF afirma que não encontrou qualquer elemento informativo que indique a participação de Carlos Almeida Filho na compra de respiradores da loja de vinhos FJAP e Cia e promoveu o não indiciamento dele.

“Inexiste até o momento qualquer elemento informativo seguro para estabelecer sua participação dolosa. Logo, inexistindo elementos informativos, promovo o não indiciamento de Carlos Alberto Souza de Almeida Filho, sem prejuízo quanto à aplicação do artigo 18 do CPP”, disse a Polícia Federal.

Apesar do posicionamento da PF, Lindôra alegou que há elementos que indicam que Almeida Filho atuou diretamente nas tratativas por intermédio do empresário Gutemberg Alencar, apontado como “canal” do governador nas negociações com Fábio Passos, o dono da loja de vinhos.

“Carlos Alberto Souza de Almeida Filho e Flávio Cordeiro Antony Filho (atual secretário da Casa Civil) agiram em apoio ao núcleo empresarial, angariando interessados para fornecerem respiradores ao Estado, com intermediação da FJAP E Cia.”, afirma Lindôra.

As supostas provas citadas pela subprocuradora para denunciar Carlos Almeida Filho se limitam a trechos de conversas em que o nome dele é citado pelos investigados. Na época da compra dos equipamentos, o vice-governador, que havia deixado o comando da pasta da Saúde um ano antes, estava como chefe da Casa Civil.

A subprocuradora cita uma conversa entre Alencar e um empresário que foi procurado para financiar respiradores. Na ocasião, o nome Carlos foi citado por Alencar que, segundo Lindôra, agiu “como ‘agente’ do governo, inclusive em nome do vice-governador”.

Além disso, a PGR sustenta que Almeida Filho tinha influência sobre o ex-secretário de Saúde Rodrigo Tobias, inclusive chega a citar ele como “verdadeiro secretário de fato”, e destaca trechos de mensagens de ex-secretários em um grupo de WhatsApp que indicam que todos agiam sob as ordens do vice-governador.

Carlos Almeida Filho foi alvo de busca e apreensão na segunda fase da Operação Sangria, deflagrada em outubro de 2020. Segundo a PF, na ocasião, suspeitava-se que Almeida Filho teria influência ou liderança no processo de compra dos equipamentos da loja de vinhos.

A PF, no entanto, identificou que, apesar da influência do vice-governador na Secretaria de Saúde do Amazonas, “o papel decisivo para aquisição dos ventiladores pulmonares partiu do comando de Wilson Miranda Lima”. À PF, Almeida Filho disse que não tomou qualquer decisão sobre a compra.

A denúncia contra o governador Wilson Lima, o vice Carlos Almeida Filho e outras 16 pessoas ocorreu um dia antes da instalação da CPI da Covid no Senado, que vai investigar as ações da União, estados e municípios no enfrentamento da pandemia de Covid-19.

Lindôra, que é criticada por estar alinhada ao presidente Jair Bolsonaro, foi alvo de pedido de investigação por governadores do nordeste no CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) nesta quarta-feira, 28. Eles atribuem a ela “hostilidade”, “animosidade pública, intensa e notória” e “convicção prévia”.

Veja trecho do relatório da Polícia Federal:

Polícia Federal deixou de indiciar Carlos Almeida Filho por falta de provas (Fonte: Polícia Federal)

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Assuntos Carlos Almeida Filho, manchete, Operação Sangria, Polícia Federal
Felipe Campinas 28 de abril de 2021
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