O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Alessandra e Saullo afirmam que PEC foi aprovada ‘de forma fraudulenta, autoritária e ilegal’

10 de dezembro de 2020 Política
Compartilhar
Deputada Alessandra Campelo assina ação contra emenda aprovada às pressas no dia 3 de dezembro (Foto: Alberto César Araújo/ALE/Divulgação)
Por Felipe Campinas, da Redação

MANAUS – Os deputados Saullo Vianna (PTB) e Alessandra Campelo (MDB) ajuizaram, na terça-feira, 8, uma ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) no TJAM (Tribunal de Justiça do Amazonas) para anular a Emenda Constitucional n° 121/2020, que possibilitou a antecipação da eleição da mesa diretora da Assembleia Legislativa do Amazonas.

De acordo com os parlamentares, o processo de aprovação da PEC (Proposta de Emenda a Constituição) n° 5/2020, no último dia 3 de dezembro, violou o regimento interno da Assembleia, a Constituição Estadual e a Constituição Federal. A ação tramita sob o número 4008270-59.2020.8.04.0000 e tem como relatora a desembargadora Joana Meirelles.

Leia também: Fux derruba decisão que suspendeu eleição da mesa diretora da Assembleia do Amazonas

A norma contestada foi aprovada no último dia 3 de dezembro em uma reunião marcada por acusações de “golpe” e “traição” entre os deputados. Após a aprovação da PEC nº 5/2020, com apoio de deputados da oposição ao governador Wilson Lima (PSC), a aliança liderada pelo deputado Roberto Cidade (PV) venceu por 16 votos a chapa encabeçada por Belarmino Lins (PP), que recebeu 8 votos.

Na ação, os deputados afirmam que houve “violação ao devido processo legislativo”, pois a tramitação não seguiu regras do regimento interno. Eles citam prazos que foram supostamente atropelados pela CCJ e afirmam que os atos se tratam de “clara combinação prévia com o intuito de fraudar o processo deliberativo”.

Em relação a suposta violação à Constituição Federal e à Constituição Estadual, os parlamentares alegam que houve desrespeitado às regras que preveem a “necessidade de discussão e votação em dois turnos para aprovação” de PEC. “No caso dos autos, houve não só a precocidade na aprovação da PEC Estadual n. 05/2020, como também a falta de amadurecimento da questão”, diz trecho da ação.

Para Campêlo e Vianna, o presidente da Casa, deputado Josué Neto (PRTB) e a Mesa Diretora da Casa aprovaram uma PEC “de forma fraudulenta, autoritária e ilegal”, que modificou a Constituição do Estado do Amazonas “com único intuito de possibilitar a eleição de parlamentares da oposição à direção da Mesa da Aleam para o próximo biénio”.

Ações judiciais

No dia 4 de dezembro, Alessandra Campelo, Saullo Vianna e Belarmino Lins ajuizaram um mandado de segurança para suspender os efeitos da emenda constitucional e a eleição da mesa diretora. O pedido foi atendido no mesmo dia pelo desembargador Wellington Araújo, que considerou “escancarado desrespeito” a normas jurídicas, ilegalidades e arbitrariedades cometidas pelo presidente da ALE, Josué Neto (PRTB).

No dia seguinte, a Procuradoria-Geral da ALE apresentou uma contestação e um agravo interno, que é um recurso contra decisão monocrática de desembargador. O procurador Robert Wagner Fonseca de Oliveira sustentou que o Poder Judiciário não pode intervir em atos praticados pelos deputados estaduais a partir de interpretação de normas regimentais.

Deputados Belarmino Lins e Roberto Cidade disputaram comando da Casa Legislativa (Foto: Alberto César Araújo/ALE/Divulgação)

Uma reclamação também foi ajuizada na última segunda-feira, 7, contra a decisão de Oliveira, sob os mesmos argumentos. No mesmo dia, o presidente do TJAM, desembargador Domingos Chalub, se declarou incompetente para julgar a ação e enviou a reclamação ao desembargador Wellington Araújo, que é o relator do mandado de segurança.

No STF (Supremo Tribunal Federal), a Procuradoria-Geral da ALE ajuizou uma reclamação, na segunda-feira, 7, em que afirma que a decisão de Oliveira é uma “intromissão” da Justiça nas atribuições exclusivas dos deputados e pode paralisar as atividades do Poder Legislativo do Amazonas a partir do dia 1º de fevereiro de 2021.

Na quarta-feira, 9, o presidente do STF, ministro Luiz Fux, derrubou a decisão de Araújo e reestabeleceu a vigência da Emenda Constitucional 121/2020 e a validade da sessão legislativa realizada no dia 3 de dezembro, em que a aliança liderada pelo deputado Roberto Cidade (PV) foi venceu a eleição.

Procurado pela reportagem, o presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas, deputado Josué Neto, disse que não irá se pronunciar sobre a ação dos colegas. “Que a justiça se manifeste”, afirmou.

Notícias relacionadas

Fausto Júnior retira apoio ao adiamento do fim da escala 6×1 para 2036

Juiz rejeita pedido de David Almeida para condenar Salazar por vídeo nas redes

STF manda Anac bloquear registro do avião de Ciro Nogueira avaliado em R$ 10 milhões

Lei determina proteção imediata à mulher vítima de violência

Câmara informa ao STF que ‘aprecia’ pedidos de viagens de Mário Frias ao exterior

Assuntos Assembleia Legislativa do Amazonas, inconstitucionalidade, manchete, Proposta de Emenda Constitucional
Felipe Campinas 10 de dezembro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Campanha de proteção à mulher contra violência doméstica: mais denúncias e pedido de medida protetiva (Foto: Divulgação/PC-AM)
Dia a Dia

Lei determina proteção imediata à mulher vítima de violência

22 de maio de 2026
Contas do governador Wilson Lima no TCE
Política

TCE recua de ampliar poderes, mas propõe recondução ilimitada do presidente

21 de maio de 2026
Orla de Autazes: Potássio do Brasil vai construir porto para escoar minério (Foto: Potássio do Brasil/Divulgação)
Economia

MPF alega invalidade de licença do Ipaam e pede suspensão do Projeto Potássio no AM

21 de maio de 2026
Suspeitos de integrar quadrilhas de agiotas chegando à delegacia: ação violenta contras as vítimas (Imagem: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia

Agiotas tomavam imóveis, atiravam em vítimas e usavam cárcere privado

20 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?