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>Política

Wilson Lima vai pedir investigação de pagamento de obra da Codajás-Anori

14 de abril de 2019 >Política
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Obras de pavimentação na estrada que liga Anori à Codajás foram abandonadas (Foto: Sicop/Divulgação)
Da Redação

MANAUS – O governador Wilson Lima (PSC) afirmou, em entrevista à rádio CBN Amazônia, na última sexta-feira, que acionará os órgãos de fiscalização para que investiguem as obras paradas no Estado, em especial a de recuperação da estrada que liga os municípios de Codajás e Anori, na região do baixo Rio Solimões.

De acordo com a Seinfra (Secretaria de Infraestrutura do Amazonas) a obra da estrada Codajás-Anori está orçada em R$ 74 milhões (o contrato inicial era R$ 55,5 milhões), o Estado já pagou R$ 63,1 milhões, mas a obra está abandonada e a estrada no atoleiro.

“Fizemos um levantamento dessas obras que ficaram pela metade e estamos fazendo um comparativo do físico com o financeiro. Algumas dessas obras não batem, não há essa correspondência. Nós estamos encaminhando para os órgãos de controle para as devidas providencias, e aquelas obras que é possível retomar a gente já retomou”, afirmou Wilson Lima.

As obras de pavimentação da estrada Codajás-Anori tem extensão de 68,93 quilômetros e começaram em maio de 2013, na gestão do ex-governador Omar Aziz (PSD). O contrato 035/2013 tinha prazo de 630 dias para conclusão das obras.

Neste ano, a estrada entrou na lista de 80 obras paralisadas no Amazonas, divulgado pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado do Amazonas) na última quarta-feira, 10. O relatório identificou que as obras paralisadas no Estado somam R$ 836 milhões e estão suspensas por entraves judiciais ou paralisadas.

Contratos e aditivos

O contrato inicial para a recuperação da Estrada Codajás-Anori foi feito em maio de 2013, no valor de R$ 55.515.898,24, com a empresa Império Construções e Serviços Ltda., de propriedade de Júlia Bandeira de Melo Lins de Albuquerque, mulher do empresário George Lins de Albuquerque, irmão dos deputados Belarmino Lins e Átila Lins.

A empresa já não tem mais o nome de Império. O mesmo CNPJ 03.203.179/0001-72, na Receita Federal, tem o nome Concreterra Construções e Terraplanagem Ltda., que tem como sócio Joselize Jordão das Chagas, mas Júlia Albuquerque ainda é a sócia-administradora. A alteração da razão social foi realizada em agosto de 2018.

Em 2016, na gestão do governador José Melo, o contrato com a Império recebeu aditivo de R$ 13,7 milhões, elevando o valor de R$ 55,5 milhões para R$ 69,2 milhões. Na ocasião, dos 68,93 quilômetros contratados, apenas 20 quilômetros haviam sido concluídos.

Em agosto de 2018, um relatório de detalhamento de contrato de obras da Seinfra mostrava que o governo já havia pago R$ 63.151.954,77 na estrada Codajás-Anori.

Protesto

Em setembro do ano passado, moradores dos dois municípios organizaram protestos cobrando a recuperação da estrada. As manifestações, no entanto, foram frustradas porque os carros não conseguiram transitar pela estrada devidos à lamas e valas abertas com as chuvas.

Protesto de moradores contra a má conservação da estrada (Foto cedida por Fato Amazônico)

Protesto de moradores contra a má conservação da estrada (Foto cedida por Fato Amazônico)
De cidade às ruinas

A Cidade Universitária, no município de Iranduba (a 27 quilômetros de Manaus), é outra obra cujo valor pago não corresponde ao serviço executado, segundo o governador Wilson Lima. A obra foi orçada em R$ 81,9 milhões, mas foi paralisada por contingenciamento de recursos próprios. As ruínas custaram R$ 17 milhões aos cofres do Estado.

De acordo com Wilson Lima, o local será usado para a construção de um Parque Tecnológico. “O reitor e o vice-governador estão em São Paulo visitando um modelo que pode ser adotado aqui no Amazonas utilizando essa estrutura”, afirmou o governador.

A ideia de usar as ruínas para um parque tecnológico é do reitor da UEA (Universidade do Estado do Amazonas), Cleinaldo Costa, e havia sido anunciada em fevereiro pelo secretário de Educação Luiz Castro (Rede). À época, Castro disse que a construção e manutenção do futuro parque tecnológico seriam pagas pelo Governo do Amazonas e com recursos do Ministério da Ciência e Tecnologia.

Ruínas da Cidade Universitária em Iranduba (AM) (Foto: MPC/Divulgação)

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