O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Vacina bivalente contra a Covid-19 deve ser apenas para grupos de risco

3 de dezembro de 2022 Dia a Dia
Compartilhar
Prefeitura de Manaus disponibiliza 51 pontos de vacinação contra Covid-19 (Foto: Marcely Gomes/Arquivo-Semsa)
Câmara Técnica recomenda uso de vacina bivalentes para grupos de maio risco (Foto: Marcely Gomes/Arquivo-Semsa)
Por Samuel Fernandes, da Folhapress

SÃO PAULO – A CTAI (Câmara Técnica Assessora em Imunizações) recomendou ao Ministério da Saúde na última quarta (30) que as vacinas bivalentes contra a Covid-19 sejam utilizadas como dose de reforço somente em grupos de maior risco, como idosos, imunossuprimidos e gestantes. Para outros públicos, como jovens sem comorbidades, faltam evidências sobre as vantagens que um novo reforço traria em evitar gravidades pela doença.

De forma parecida, essa é a recomendação dada à coordenação da saúde da transição do governo eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Arthur Chioro, ex-ministro da Saúde e integrante da coordenação, afirma que um foco importante na transição é regular o esquema de vacinação já recomendado para a população – por enquanto, não se discute a possibilidade de quinta dose para grupos não prioritários.

A pasta chefiada por Marcelo Queiroga anunciou na última sexta (25) que doses da vacina bivalente produzida pela Pfizer deveriam chegar ao Brasil neste mês. O fármaco recebeu no dia 22 do mês passado aprovação emergencial da Anvisa (Agência nacional de Vigilância Sanitária) para ser usada em maiores de 12 anos.

Os imunizantes são compostos da cepa original do Sars-CoV-2 e também de subvariantes da ômicron. Existem dois modelos: um contém a BA.1 e outro, a BA.4 e BA.5. Por essa composição, eles são uma forma eficaz contra as formas do vírus com maior circulação no Brasil. O quantitativo de doses dessa entrega não foi informado à Folha nem pelo ministério nem pela farmacêutica.

A orientação atual do ministério é que, em pessoas acima de 40 anos, sejam aplicadas duas doses de reforço – configurando no total quatro doses para as vacinas da Pfizer, Astrazeneca e Coronavac e três no caso da Janssen.

As recomendações dadas pela CTAI vêm no momento em que o ministério planeja o que fazer com as novas vacinas. A orientação de direcioná-las para públicos mais vulneráveis como um novo reforço não é uma definição, já que a câmara não tem função decisória. Mas, normalmente, o ministério segue o que o grupo recomenda.

A expectativa é que, nos próximos dias, a pasta chefiada por Queiroga divulgue um informe técnico atualizando o esquema vacinal contra Covid-19. Se as alterações realmente ocorrerem, uma quinta dose (ou quarta, para quem tomou Janssen) com o imunizante bivalente pode ser administrada para grupos de maior risco.

A Folha perguntou ao ministério se pretende seguir a direção da CTAI, mas, até a publicação desta reportagem, não houve resposta.

Mais jovens A recomendação da CTAI deixa de fora pessoas mais jovens e sem comorbidade do público-alvo das vacinas atualizadas. Segundo Renato Kfouri, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e membro da CTAI, a razão disso é que faltam evidências da real necessidade de revacinar os mais jovens com o novo modelo. “Nós não temos evidência de perda de proteção para formas graves em jovens”, diz.

Mesmo assim, Kfouri ressalta que, no futuro, o cenário epidemiológico pode mudar e então passar a ser necessária mais uma dose de reforço também para esse público. “Se entendermos que mesmo em jovens saudáveis sem fatores de risco tiver aumento de risco de hospitalização e de formas graves, talvez seja a estratégia vacinar todo mundo de novo”.

O posicionamento é reiterado por Chioro, da transição de Lula. Ele também recebeu aconselhamentos de especialistas e reafirma que a vacina bivalente, pelo menos com os dados atuais, não vai ser indicada para jovens no relatório entregue ao futuro ministro da Saúde. “A bivalente teria um espaço para grupos mais vulneráveis”, resume.

Para públicos com menores chances de evolução para quadros graves, o esforço vai ser de ampliar a taxa de cobertura vacinal para quem ainda não tomou as doses com os fármacos monovalentes. “O que ficou claro é que não adianta só comprar vacina, porque hoje tem [imunizantes] e as pessoas não estão tomando. Reduziu absurdamente a adesão da população”, diz Chioro.

Dados do consórcio de veículos de imprensa apontam que, até setembro, 48,4% dos brasileiros já haviam tomado pelo menos uma dose de reforço. Em relação a duas doses ou uma aplicação da Janssen, havia cerca de 80% da população.

Entre as crianças, os números são menores: entre as de 3 a 11 anos, somente 36% estão completamente imunizados com duas doses. “Não adianta fazer um reforço com a bivalente se não vacinar as crianças”, resume Chioro.

Em outros países As vacinas atualizadas já são adotadas em países que buscam controlar a disseminação de novas variantes do Sars-CoV-2 e evitar quadros graves de Covid-19.

No caso dos Estados Unidos, o CDC (Centro de Controle de Doenças dos EUA) recomenda doses de vacinas bivalentes para adultos e adolescentes desde setembro. A indicação passou a ser também para crianças em outubro.

Recentemente, o órgão desenvolveu um estudo clínico cujos resultados foram publicados na última terça (22). Na pesquisa, o manejo de uma dose dos imunizantes bivalentes resultou em uma proteção adicional para evitar casos sintomáticos em pessoas que tivessem tomado duas, três ou quatro aplicações dos modelos originais.

A proteção cresce quanto maior for o período de meses em que a pessoa tomou a última dose do imunizante original. Em indivíduos de 50 a 64 anos, o reforço com uma vacina atualizada levou a uma melhora da efetividade relativa de 31% de dois a três meses depois da última dose monovalente.

Caso a aplicação do imunizante bivalente fosse feita após oito meses da última dose de um fármaco composto somente com a cepa original do Sars-CoV-2, a melhoria da efetividade foi de 48%.

Na Austrália, o Grupo Consultivo Técnico Australiano sobre Imunizações (Atagi, na sigla em inglês) recomenda as vacinas bivalentes tanto da Pfizer quanto da Moderna para pessoas acima de 18 anos.

A autorização para o uso do imunizante da Pfizer, no entanto, é recente. Segundo a Reuters, é esperado que o país receba 4,7 milhões de doses da farmacêutica e comece a aplicar o fármaco como reforço no próximo dia 12.

Na América Latina, o Chile também já autorizou a aplicação de reforço tanto para a Pfizer quanto para a Moderna. Diferentemente do que ocorreu nos Estados Unidos e na Austrália, o país optou por seguir um método de disponibilizar os novos reforços para públicos de maior risco, seguindo um modelo mais próximo do proposto ao Ministério da Saúde brasileiro.

Inicialmente, só profissionais de saúde e pessoas imunossuprimidas com mais de 12 anos tinham autorização para o fármaco. Mas, com o tempo, o Chile aumentou o público e agora pessoas com mais de 60 anos fazem parte desse grupo de vacinação.

Notícias relacionadas

Cinco pessoas ficaram feridas em capotamento de micro-ônibus

BNDES Periferias Fortes vai selecionar projetos no Amazonas

UEA vai restaurar prédio da Alfândega para instalar centro de estudos e artes

Deputada acusa manobra em sessão e confronta presidente da Aleam

Aleam aprova ampliação da bandeira e flexibilização da regularização fundiária

Assuntos Covid-19, destaque, vacina contra a Covid-19
Cleber Oliveira 3 de dezembro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Micro-ônibus parou no canteiro central da avenida (Foto: WhatsApp/Divulgação)
Dia a Dia

Cinco pessoas ficaram feridas em capotamento de micro-ônibus

1 de julho de 2026
Programa que permite o uso do Fundo Garantidor para Investimentos do BNDES para a concessão de crédito (Foto: Arquivo/Agência Brasil)
Dia a Dia

BNDES Periferias Fortes vai selecionar projetos no Amazonas

1 de julho de 2026
Prédio da Alfândega, inaugurado em 1909, será restaurado pela UEA (Foto: Thiago Gonçalves/AM ATUAL)
Dia a Dia

UEA vai restaurar prédio da Alfândega para instalar centro de estudos e artes

1 de julho de 2026
Alessandra Campêlo, deputada estadual
Política

Deputada acusa manobra em sessão e confronta presidente da Aleam

1 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?