O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Unesco alerta para mau uso da Justiça em ataques à liberdade de expressão

9 de dezembro de 2022 Política
Compartilhar
Ministro do STF havia recusado restringir Lava Jato (Foto: Nelson Jr/SCO/STF)
STF: Justiça acionada em casos polêmicos sobre liberdade de expressão (Foto: Nelson Jr/SCO/STF)
Da Folhapresss

SÃO PAULO – Um relatório da Unesco faz um alerta sobre o mau uso do sistema judicial como ferramenta de ataque à liberdade de expressão, movimento em âmbito global que afeta principalmente jornalistas. Muitas vezes embasada em definições jurídicas imprecisas, esse tipo de ação tem efeito que os autores do estudo descrevem como inibidor.

O direito internacional preconiza que sanções criminais no campo da expressão devem ser aplicados como último recurso, mas as conclusões da Unesco apontam para uma onda global de ações judiciais com jornalistas como alvo principal -em geral, de maneira desproporcional e em resposta à produção de conteúdo crítica a atores e instituições públicas.

Entre as principais acusações criminais a profissionais de imprensa está a difamação, definida no documento como “declaração falsa que, injustamente, cause dano à reputação de pessoa física ou jurídica”. A tipificação varia de um país a outro, mas “continua a ser usada para intimidar e suprimir a [liberdade de] expressão em todas as regiões, junto com danos civis desproporcionais e litígios vexatórios, entre outros desafios”, diz a Unesco.

O propósito de proteger reputações dos efeitos de uma declaração falsa é legítimo, mas quando transformado em lei pode violar valores previstos em convenções internacionais amplamente reconhecidas, como a Declaração Universal de Direitos Humanos e o Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos, e defendidos por entidades multilaterais, como a própria ONU, OCDE e OEA.

Em nível regional, o relatório da Unesco cita casos de judicialização da expressão na Europa, na África e nas Américas. O exemplo mais recente é o de dois jornalistas da Costa Rica -Ronald Moya Chacón e Freddy Parrales Chaves- processados em âmbito civil e criminal em decorrência de uma reportagem de 2005 que denunciava lideranças policiais por facilitação do tráfico de bebidas alcoólicas. Em setembro deste ano, a Corte Internacional de Direitos Humanos pediu a anulação da condenação e concluiu que a Justiça costa-riquenha impôs medidas intimidatórias a ambos.

O relatório da Unesco cita ainda o levantamento anual do Comitê para Proteção de Jornalistas (CPJ), que contabilizou 294 jornalistas presos. As acusações variam, mas entre as principais tipificações está a difamação. A cifra inclui um caso do Brasil, relativo à prisão de Paulo Cezar de Andrade Prado, fundador do Blog do Paulinho.

Os autores também chamam a atenção para a prática do que no Brasil se convencionou chamar de assédio judicial. Inclui, por exemplo, a abertura de ações que, mesmo sem objetivo real de vencer a disputa, cumprem função de intimidar e silenciar acusados. Há casos em que ações múltiplas com o mesmo fim são movidas em diferentes cortes, provocando uma espécie de cerceamento ao alvo do processo, agravado pelo custo financeiro das defesas e até pelo deslocamento geográfico impraticável para atender a todas as convocações da Justiça.

Embora não seja citado diretamente pela Unesco, o Brasil tem casos emblemáticos nesse sentido, como o da repórter Elvira Lobato, que, devido a uma reportagem sobre os braços empresariais da Igreja Universal do Reino de Deus, publicada em 2008 na Folha, foi alvo de mais de cem ações judiciais em pequenas cidades pelo país -os processos, todos vencidos pelo jornal, foram movidos por fiéis e não contestavam a veracidade de nenhuma informação, mas alegavam danos morais por supostos ataques à fé.

Mais recentemente, em 2020, o escritor João Paulo Cuenca foi processado por dezenas de pastores da mesma denominação depois de uma publicação no Twitter.

A Unesco faz ainda uma recomendação para que haja um olhar mais atento a questões de gênero, em especial o fato de que mulheres jornalistas são alvos mais frequentes de ataques que extrapolam a atuação profissional e buscam atingi-las em âmbito pessoal. Exemplos recentes desse fenômeno incluem a repórter especial da Folha Patrícia Campos Mello e Vera Magalhães, apresentadora da TV Cultura e colunista do jornal O Globo.

Notícias relacionadas

Ao receber Lula, Roberto Cidade diz que Amazonas está acima de disputa ideológica

TJAM suspende lei sobre interrupção no fornecimento de água

Lula atribui parte dos problemas do país a escolhas mal feitas nas eleições

‘Lula veio a Manaus para trabalhar e não andar de moto e jet-ski’, diz Omar

CNJ aprova contracheque único para magistrados e proíbe folha com penduricalhos

Assuntos ataques, justiça, liberdade de expressão, Unesco
Murilo Rodrigues 9 de dezembro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Instalação de medidor: na tarifa social, consumidor paga só 50% (Foto: Águas de Manaus/Divulgação)
Dia a Dia

TJAM suspende lei sobre interrupção no fornecimento de água

26 de maio de 2026
Política

Juiz rejeita pedido de David Almeida para condenar Salazar por vídeo nas redes

22 de maio de 2026
Dia a Dia

STJ nega soltura do irmão de Djidja Cardoso após anulação de condenação

6 de maio de 2026
Dia a Dia

TRF-3 aceita tese que enquadra assédio sexual como improbidade

29 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?