O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

TSE cassou Deltan com base em precedente de propaganda irregular

19 de maio de 2023 Política
Compartilhar
Curitiba- PR- Brasil- 24/10/2016- O o juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, durante sessão especial na Assembléia Legislativa do Paraná (ALEP). Foto: Pedro de Oliveira/ ALEP
Deltan Dallagnol teve mandato cassado (Foto: Pedro de Oliveira/ALESP)
Por Matheus Teixeira, da Folhapress

BRASÍLIA – O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) se baseou em decisões sobre fixação de propaganda de campanha em local irregular e em um precedente que envolve a disputa interna pela presidência de um tribunal para justificar a cassação do mandato do deputado Deltan Dallagnol (Podemos-PR).

O relator no TSE, ministro Benedito Gonçalves, fez um paralelo do caso do parlamentar com outros quatro julgamentos para afirmar que o entendimento histórico da corte eleitoral e do STF (Supremo Tribunal Federal) em casos similares determinam a imposição de sanções judiciais.

Uma das referências usadas por Benedito diz respeito a ação analisada pelo Supremo em 2010 que anulou a disputa que elegeu o juiz Paulo Pereira para o comando do TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região).

A lei proíbe magistrados que exerceram funções diretivas por dois biênios consecutivos de assumirem, na sequência, a presidência do tribunal. Na ocasião, Pereira pediu exoneração da vice-presidência da corte cinco dias antes de completar quatro anos à frente de cargos de direção.

O Supremo, no entanto, afirmou que houve fraude à lei “consumada mediante renúncia”. O relator do caso de Deltan, então, afirmou que o ex-coordenador da Lava Jato adotou postura similar por ter pedido exoneração do Ministério Público Federal a fim de evitar que alguma das 15 representações em curso contra ele se tornassem, posteriormente, processos administrativos disciplinares.

“Em outras palavras, quem pretensamente renuncia a um cargo (direito a princípio conferido pelo ordenamento jurídico), para, de forma dissimulada, contornar vedação estabelecida em lei (impossibilidade de disputar eleição para o cargo de presidente de tribunal), incorre em fraude à lei”, disse Benedito.

O magistrado, que foi acompanhado pelos outros seis integrantes da corte, afirmou que Deltan fraudou a lei ao pedir exoneração tendo contra si 15 representações que, mais tarde, poderiam se tornar PADs (processos administrativos disciplinares).

Benedito cita outros três julgamentos em que o TSE, segundo ele, “reconheceu a invalidade de atos a princípio lícitos, porém praticados com o intuito de frustrar a aplicação da lei eleitoral”.

Um deles trata da punição imposta pela corte eleitoral em 2014 a um candidato que retirou propaganda irregular de um bem comum, o que é vedado, mas logo na sequência fixou o material em outro local proibido.

A outra referência é a um processo analisado em 2016 de um candidato com alto potencial de votação que não podia disputar o pleito, mas, mesmo assim, entrou na eleição.

“O registro de candidato sabidamente inelegível, ‘puxador de votos’, que vem a ser substituído pela legenda apenas na véspera do pleito (o que antes se permitia no artigo 13 da Lei 9.504/97), sem que assim houvesse tempo para se retirar seu nome da urna eletrônica, garantindo-se assim votos para o seu substituto”, disse.

O terceiro é sobre as chamadas candidaturas femininas laranjas. O TSE afirmou que a inscrição de mulheres que sequer disputam de fato a eleição “para, na verdade, dissimular o lançamento de candidaturas femininas”, também representa fraude à lei.

“Assim, seja de acordo com a doutrina, com a legislação ou com a jurisprudência, não há óbice a que o Tribunal Superior Eleitoral reconheça, na prática de determinado ato aparentemente revestido de licitude, fraude à lei praticada com o propósito de contornar vedação prevista na norma jurídica”, afirmou Benedito.

O ministro foi o único a apresentar sua posição sobre a situação de Deltan. Após a leitura do voto dele, os demais apenas concordaram com a posição e a conclusão da análise do caso durou cerca de um minuto.

Deltan afirmou que o julgamento foi injusto e que perdeu o mandato porque combateu a corrupção quando foi coordenador da força-tarefa da Lava Jato.

“Fui cassado por vingança. Fui cassado porque ousei o que é mais difícil no Brasil: enfrentar o sistema de corrupção”, disse na quarta-feira (17), em pronunciamento ao lado de parlamentares, incluindo o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Dos 7 votos contrários, 3 foram de ministros indicados por Bolsonaro: Kassio Nunes Marques, Carlos Horbach e Sergio Banhos.

Deltan se elegeu com mais de 344 mil votos pelo Paraná.

O Tribunal Regional Eleitoral do estado confirmou que a vaga dele será ocupada por Itamar Paim (PL), um pastor de Paranaguá, que teve 47 mil votos.

O Podemos defendia que Luiz Carlos Hauly substituísse Deltan, mas o PL argumentou que ele não havia atingido o quociente eleitoral mínimo e reivindicou a vaga. O pedido foi confirmado pela Justiça Eleitoral do estado. Com isso, PL deve chegar a cem deputados.

A Câmara ainda deve declarar a perda oficial de mandato do ex-procurador. A regra atual determina que não cabe à Casa analisar o mérito da determinação do tribunal, apenas cumprir a ordem sem a possibilidade de reverter a perda de mandato.

Apesar disso, nessas situações o Legislativo costuma cumprir um rito formal e burocrático após receber a notificação e abrir um prazo, geralmente de cinco dias, para o deputado se manifestar.

A tramitação deve ser conduzida pela Corregedoria da Câmara, atualmente chefiada pelo deputado Domingos Neto (PSD-CE). Após Deltan apresentar sua defesa, o relator prepara um relatório e o apresenta à Mesa Diretora para a declaração oficial da perda de mandato.

Assim, não há previsão de votação no plenário ou algum tipo de debate na Casa sobre a decisão do TSE.

Notícias relacionadas

MPAM investigará se há omissão da CMM em cassar o vereador Rosinaldo Bual

Justiça dos EUA aceita AGU como defensora de Moraes em ação de Donald Trump

TRE autoriza candidato a presidente a mudar domicílio eleitoral para o AM

Aleam aprova LDO de 2027 com aumento de recursos para o MPAM

Lula diz que não se candidatou a presidente para fazer coisa para rico

Assuntos Cassação de mandato, Deltan Dallagnol, TSE
Cleber Oliveira 19 de maio de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

MPAM investigará se há omissão da CMM em cassar o vereador Rosinaldo Bual

23 de junho de 2026
Arthur Henrique foi eleito governador tampão de Roraima, candidatura dele está sub judice (Foto: Giovani Oliveira/Semuc/PMBV)
Política

Ex-prefeito de Boa Vista é eleito governador de Roraima, mas não pode assumir o cargo

22 de junho de 2026
Vista aérea da cidade de Boa Vista (Foto: Acervo PMBV)
Política

Roraima elege neste domingo governador para mandato tampão até 2027

21 de junho de 2026
Flávio Bolsonaro apresentou pacote de paz contra o STF (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
Política

AtlasIntel rebate TSE e afirma que não cometeu contaminação metodológica em pesquisa

8 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?