O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

TRF1 autoriza Ipaam a licenciar exploração de potássio no Amazonas

18 de outubro de 2023 Dia a Dia
Compartilhar
Autazes tem a maior reserva brasileira de potássio (Foto: Potássio do Brasil/Divulgação)
Autazes tem a maior reserva brasileira de potássio (Foto: Potássio do Brasil/Divulgação)
Por Felipe Campinas, do ATUAL

MANAUS – O desembargador Marcos Augusto de Souza, vice-presidente do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), autorizou, na terça-feira (17), o Ipaam (Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas) a conceder licença para a exploração de potássio em Autazes (município a 112 quilômetros de Manaus). O empreendimento é da empresa Potássio do Brasil.

O Ipaam recorreu ao TRF1 após a juíza Jaiza Fraxe, da Justiça Federal do Amazonas, decidir, em agosto, que caberia ao Ibama o licenciamento do projeto porque o empreendimento alcança uma área reivindicada pelo povo Mura. Na ocasião, a magistrada declarou nula qualquer licença do Ipaam à exploração.

Leia mais: Juíza rebate Ipaam e diz que Ibama é quem deve licenciar potássio no AM

Ao derrubar a decisão de Fraxe, Marcos de Souza considerou que não há “demonstração de que a área em que se situa o projeto Autazes esteja localizada em terras indígenas”, e tampouco outra condição que obriga a atuação do Ibama. Com isso, segundo ele, a competência para a emissão de licenciamento ambiental é do Ipaam.

O desembargador considerou, ainda, que o Ibama “reconhece concretamente ser hipótese de competência do órgão ambiental estadual para o licenciamento” do empreendimento, e que “caso a área da jazida mineral em questão estivesse abrangida por terra indígena demarcada, não haveria dúvida da competência federal para o licenciamento”.

Conflitos

Desde 2015, a Potássio do Brasil tenta viabilizar a exploração do minério na jazida de Autazes. A empresa afirma que cerca de 95% do potássio produzido no mundo é utilizado para a produção de fertilizantes, e que Autazes pode produzir cerca de 20% do consumo brasileiro anual, que chega a 12,6 milhões de toneladas.

A empresa conseguiu uma licença do Ipaam para tocar o projeto. No entanto, em 2018, a pedido do MPF (Ministério Público Federal), Fraxe suspendeu a autorização e disse que era o Ibama quem deveria dar o aval.

De acordo com o MPF, a base de exploração e perfuração do empreendimento incide sobre áreas tradicionais, onde são realizadas atividades e coleta de frutos (uxi, buriti, tucumã, açaí, patauá, entre outros), extrativismo da castanha, além da caça e da pesca. A informação foi confirmada em inspeção judicial realizada em março de 2022.

Coação

Os conflitos sobre a exploração do minério tem acusações de ameaças contra indígenas. Em setembro de 2022, o MPF alegou existir “vários elementos que configuram a existência de pressão e coação irregulares pela empresa e prepostos para a desocupação indígena em Autazes”. Conforme o órgão, os relatos foram confirmados durante a inspeção judicial.

As declarações de indígenas levaram o MPF a pedir à Justiça Federal a suspensão da licença concedida pelo Ipaam ao empreendimento e eventuais outras expedidas por órgãos ambientais para atividades de pesquisa e exploração naquela área, incluindo a Terra Indígena Soares/ Urucurituba.

O órgão também pediu a suspensão da consulta prévia, livre e informada ao povo Mura em relação às atividades de mineração pretendidas pela empresa com impacto nas terras indígenas até o julgamento definitivo de uma ação civil pública destinada a obrigar a Funai a concluir processo administrativo de demarcação da terra indígena Soares/Urucurituba.

A Justiça Federal do Amazonas tem seguido o rito previsto na legislação para emissão de licenças para exploração em terras indígenas. Atualmente, segundo a Funai, o processo de licenciamento e a consulta aos povos indígenas foram suspensos até a finalização dos estudos necessários à identificação e delimitação da Terra Indígena.

Pressão

Em maio deste ano, o desembargador José Amilcar Machado, do TRF1, revogou a decisão que havia proibido a concessão de licenças sem prévia autorização judicial para a Potássio do Brasil. Machado atendeu a um pedido do governo federal, que alegou “nefastas consequências” na demora na implementação do Projeto Autazes.

A exploração do minério em Autazes tem apoio do governo estadual e do governo federal. As discussões sobre o empreendimento foram evidenciadas após o início da guerra na Ucrânia. O Brasil depende de fertilizantes potássicos de outros países e a importação foi afetada em razão das sanções à Bielorrússia, que usava o porto de Klaipeda, na Lituânia, para enviar os insumos.

Em setembro, após o Governo do Amazonas informar que aguarda a conclusão de estudo conduzido pela Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas) para a emissão de licença que vai possibilitar a exploração de potássio, a juíza Jaiza Fraxe declarou nula qualquer autorização à exploração do potássio.

No início deste mês, o Ipaam apresentou um recurso no TRF1 para derrubar a decisão de Fraxe, sob alegação de que a ordem judicial apresentava risco à ordem econômica, à segurança alimentar e à ordem pública. Marcos de Souza acolheu, nesta terça-feira, o pedido e suspendeu os efeitos da ordem judicial “até o trânsito em julgado da decisão de mérito a ser proferida na ação principal”.

Reação

No mês passado, o presidente do CIM (Conselho Indígena Mura), José Cláudio, entregou ao governador do Amazonas, Wilson Lima, uma ata e relatório de uma reunião ocorrida entre lideranças indígenas, aceitando a continuidade do projeto Potássio Autazes. O encontro teve a participação de representantes da Potássio do Brasil, deputados e secretários estaduais.

Após tomarem conhecimento da reunião, indígenas das aldeias Moyray, Murutinga Tracajá, Igarapé Açu e Ponta das Pedras divulgaram quatro cartas nas quais afirmam que não concordam com o posicionamento favorável à continuidade do projeto Potássio Autazes aprovado em assembleia. Eles afirmam que a decisão foi tomada de forma muito rápida.

A assembleia dos indígenas ocorreu nos dias 21 e 22 de setembro na aldeia Terra Preta da Josefa, mas não houve esclarecimento sobre a pauta discutida. “Muitas lideranças e parte de comissão das aldeias foram ludibriadas e assinaram a ata da reunião como presença e não para aprovação ao projeto ou a outro caso que venha afetar o povo Mura”, diz a carta da aldeia Moyray.

Leia mais: Indígenas contestam ato favorável à exploração de potássio no Amazonas

Notícias relacionadas

Defensores do AM poderão receber até R$ 9,3 mil por acúmulo de funções

Réu por ordenar mortes de Bruno e Dom será julgado em júri popular

Árvores gigantes, rios voadores e legado da borracha; conheça Manaus

Distribuidoras de energia não podem ser culpadas por apagões, diz desembargadora

Entenda a diferença entre partido e federação e a atuação nas eleições

Assuntos Autazes, Demarcação de terra indígena, destaque, exploração mineral, Potássio do Brasil, terras indígenas, TRF1
Felipe Campinas 18 de outubro de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Colombia
Dia a Dia

Réu por ordenar mortes de Bruno e Dom será julgado em júri popular

8 de junho de 2026
A alta de 13,5% no ano passado é quase o triplo do IPCA (Foto: Michael Dantas/SEC-AM)
Dia a Dia

Árvores gigantes, rios voadores e legado da borracha; conheça Manaus

8 de junho de 2026
Apagão afetou Manaus nessa quinta-feira à noite por quase quatro horas (Foto: Facebook/Reprodução)
Dia a Dia

Distribuidoras de energia não podem ser culpadas por apagões, diz desembargadora

8 de junho de 2026
Urna eletrônica
Política

Entenda a diferença entre partido e federação e a atuação nas eleições

8 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?