O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Tarifa contra o Brasil afetará mais o etanol que carne e café, avalia governo

5 de março de 2025 Economia
Compartilhar
Etanol
Governo dos EUA pretende taxar mais o etanol importado do Brasil (Foto: Divulgação)
Por Isadora Duarte, do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – O governo Lula avalia que o foco dos Estados Unidosestá no etanol do Brasil. Para integrantes do Executivo, eventuais anúncios tarifários do presidente Donald Trump tendem a não afetar, no momento, outros produtos agropecuários brasileiros, como carnes e café. A avaliação é reforçada ao Estadão/Broadcast por interlocutores do Executivo que estiveram nos EUA recentemente em encontro com autoridades agrícolas.

A ameaça tarifária sobre o etanol é iminente, segundo integrantes do governo. Para carnes, o risco é considerado baixo, enquanto para o café, é tido como “zero”.

Em comum, os interlocutores veem espaço para o diálogo e negociação antes de eventuais respostas tarifárias. “Não há sinais de intenção de sobretaxas dos Estados Unidos para além dos produtos já citados por eles — etanol, aço e alumínio —, apesar de prometerem uma revisão e estudo geral das condições de acesso aos mercados”, observou uma pessoa a par do tema.

Os Estados Unidos foram o segundo principal destino dos produtos agropecuários brasileiros no ano passado, com exportações de US$ 12,092 bilhões, respondendo por 7,4% do total exportado pelo agronegócio no ano. Os embarques concentram-se em café verde, celulose, carne bovina in natura, suco de laranja e couro, segundo dados do sistema de estatísticas de comércio exterior do agronegócio brasileiro. Já o Brasil importou US$ 1,028 bilhão em produtos do agronegócio dos Estados Unidos no último ano.

O etanol brasileiro foi citado explicitamente pela Casa Branca há cerca de duas semanas como exemplo de produto de falta de reciprocidade. Há uma pressão antiga dos Estados Unidos para redução do imposto de importação aplicado pelo Brasil sobre o produto norte-americano, de 18% ante 2,5% da tarifa cobrada para o etanol brasileiro que entra nos Estados Unidos.

Segundo um interlocutor, a pressão já estava no radar do Brasil e sempre foi reiterada pelas autoridades norte-americanas nas negociações. Uma das possíveis retaliações dos EUA sobre o etanol brasileiro seria a aplicação de tarifas recíprocas quanto ao etanol de cana-de-açúcar exportado para lá, sobretudo para Califórnia para cumprimento de metas de descarbonização.

Em 2024, o Brasil exportou US$ 181,828 milhões em etanol aos Estados Unidos, produto vendido sobretudo para a Califórnia. O país se tornou o segundo principal destino do biocombustível brasileiro. Já as exportações do etanol americano ao Brasil somaram US$ 50,530 milhões, segundo dados do Agrostat, sistema de estatísticas de comércio exterior do agronegócio brasileiro.

Já carnes e café estariam parcialmente “blindados” pelo potencial inflacionário de sobretaxas americanas sobre os produtos brasileiros. Segundo uma pessoa familiarizada com a discussão, há uma preocupação muito grande com a inflação dos alimentos no país e com o aumento na ponta para os consumidores americanos.

O café, principal produto agropecuário brasileiro exportado para os Estados Unidos, é o que tem risco praticamente nulo de sofrer sobretaxas pelos norte-americanos, avaliam essas pessoas, dado o seu peso estratégico para a indústria do país. Para o setor exportador, a importância da agregação de valor feita pelos Estados Unidos sobre o café verde brasileiro, que representa 1,3% do PIB nacional, deve prevalecer em detrimento de tarifas. A indústria do café representa cerca de 2 milhões de empregos no país, proporcionando perto de US$ 340 bilhões por ano para a economia americana.

Em 2024, o Brasil exportou 471,539 mil toneladas de café (7,859 milhões de sacas), equivalente a US$ 2,075 bilhões, para os Estados Unidos. Interlocutores da indústria acreditam que tende a prevalecer a “racionalidade comercial” baseada no pragmatismo e no bom relacionamento entre os traders.

Em relação à carne bovina, o Brasil vem fornecendo maior volume ao mercado norte-americano em virtude da dificuldade da oferta escassa local nos Estados Unidos. Um interlocutor ressalta que os Estados Unidos estão em ciclo de baixo estoque de gado, o que deve se estender por pelo menos dois anos, exigindo o fornecimento externo. Fora isso, há uma grande presença de frigoríficos brasileiros no país.

Atualmente, o produto brasileiro entra no país com imposto de importação de 26,4%, à exceção de uma cota anual de 65 mil toneladas desonerada. Em 2024, o Brasil exportou 248,507 mil toneladas em carnes aos Estados Unidos, o equivalente a US$ 1,411 bilhão, sendo US$ 1,350 bilhão de carne bovina.

Segundo os interlocutores, há também uma preocupação manifestada pelos Estados Unidos com o crescimento da produção brasileira de soja e milho.

Notícias relacionadas

Move Aplicativos terá juros de 12,6% para homens e de 11,5% para mulheres

Fiesp alega na Justiça que benefício da ZFM pode tirar indústrias de outros estados

Aumento na conta de luz para consumidores do AM será de 3,79%

Santo Antônio do Içá tem maior valor médio do Bolsa Família no AM: R$ 876

Presidente do BC diz que banco não será palanque para política

Assuntos café, carne bovina, etanol, tarifas alfandegárias
Cleber Oliveira 5 de março de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Vendas de etanol pelas usinas apresentaram retração inferior, de 12,94% em relação ao mesmo mês de 2019 (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)
Economia

Preço do etanol sobe em 23 Estados, cai em 2 e fica estável no DF, afirma ANP

23 de março de 2026
Donald Trump em entrevista a jornalistas (Foto: Reprodução/The White House)
Economia

Justiça manda governo Trump reembolsar importadores por tarifaço

6 de março de 2026
Carga foi embarcada no Porto de Imbituba, em Santa Catarina (Foto: Mapa/Divulgação)
Economia

Primeira carga de subproduto do etanol é embarcada para a China

20 de fevereiro de 2026
Economia

Preço do ovo cai, mas tomate e café ficam mais caros na cesta básica em Manaus

5 de fevereiro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?