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Política

Supremo vai intermediar negociação entre União e Estados

13 de abril de 2016 Política
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Sala de comissões do Senado Federal durante reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Comissão analisa indicação de Luiz Edson Fachin para exercer o cargo de Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) na vaga decorrente da aposentadoria do ministro Joaquim Benedito Barbosa Gomes. Mesa (E/D): advogado Luiz Edson Fachin; vice-presidente da CCJ, senador José Pimentel (PT-CE). Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
Um dos receios da Fazenda é de que diversos contratos baseados em juros compostos sejam questionados para a utilização de juros simples (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)

BRASÍLIA – O ministro Luiz Edson Fachin, relator do mandado de segurança que alterou a interpretação do uso de juros compostos nas dívidas dos Estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, vai intermediar uma reunião entre o Ministério da Fazenda, os governadores e o Supremo. O encontro foi marcado para a próxima terça-feira, 19.

Para o governo, o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) a favor de alguns Estados pode influenciar a tramitação do alongamento da dívida dos Estados proposto pela Fazenda. “Obviamente, o que for a situação que o Supremo entender adequada, vai influenciar a tramitação desse processo”, disse o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa.

Barbosa disse entender a dificuldade financeira dos Estados, mas lembrou que num momento como este, de dificuldade econômica, todos passam por dificuldades, inclusive as empresas e famílias, e frisou que a União ofereceu ajuda aos Estados através do projeto de alongamento da dívida. “Neste momento que a economia brasileira passa, vários agentes, famílias, empresas e governos estão enfrentando dificuldades de caixa e tendo receitas menores do que se esperava”, disse.

Um dos receios da Fazenda é de que diversos contratos baseados em juros compostos sejam questionados para a utilização de juros simples. “Temos exemplos clássicos para fundamentar a posição da União”, afirmou.

Questionado se há uma divergência entre o que está determinado na lei e no decreto que regulamenta a renegociação, Barbosa foi enfático e disse que “não há diferença entre a lei e o decreto”. “A lei fala claramente da taxa de juros acumulada e todo o entendimento que se tem sobre o que é uma taxa de juros acumulada é a aplicação de juros compostos”, frisou.

Agora, a Advocacia-Geral da União apresentará um memorando ao Supremo para argumentar a favor do governo. O Estado de Alagoas também entrou com o pedido, mas a decisão será tomada pelo ministro Luiz Fux.

Essa é a segunda vez que Barbosa vai ao Supremo falar sobre o tema. O ministro quer conversar com todos os magistrados para apresentar a posição da Fazenda. Na última sexta-feira, Barbosa se reuniu com o presidente da Corte, ministro Ricardo Lewandowski.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

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Assuntos dívida, estados, Fachin, STF, união
Valmir Lima 13 de abril de 2016
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