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© 2022 Amazonas Atual
@zmanchete

STJ cobra explicação de empresário de São Paulo sobre propina na Justiça do Amazonas

2 de novembro de 2018 @ zmanchete
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TJAM (Foto: TJAM/Divulgação)
Denúncia de compra de sentenças na Justiça do Amazonas é investigada pelo MPF (Foto: TJAM/Divulgação)

Por Henderson Martins/Da Redação

MANAUS – O ministro Raul Araújo, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), mandou notificar o empresário Thiago Guilherme Caliri de Queiroz, na quarta-feira, 31, para que responda as acusações sobre o pagamento de propina para receber decisões favoráveis no TJAM (Tribunal de Justiça do Amazonas). A notificação ao empresário tem o endereço na Vila Alexandrina, em Mairiporã, município da Região Metropolitana de São Paulo (SP).

Thiago Guilherme Caliri é acusado de participar junto com o ex-prefeito de Santa Isabel do Rio Negro, município distante 683 quilômetros de Manaus, Mariolino Siqueira de Oliveira, e o ex-secretário municipal de finanças Sebastião Ferreira de Moraes, de pagar propina de R$ 50 mil para receber decisões favoráveis da desembargadora afastada do TJAM Encarnação Salgado.

O pagamento de propina era para favorecimento de decisões relacionadas ao ex-secretário de obras Carlos Augusto de Araújo dos Santos. A investigação é do MPF (Ministério Público Federal) como uma ação distinta, diferente da ação que trazia informações de recebimento de propina da magistrada para favorecer decisões a uma organização criminosa do Amazonas.

De acordo com o MPF, as investigações apontaram um ajuste criminoso entre o advogado Cristian Mendes e a desembargadora Encarnação Salgado para concessão de decisão ilegal em favor de Carlos Augusto Araújo dos Santos, nos autos do Habeas Corpus n° 4001782-30.2016.

O caso foi relevado a partir da troca de mensagens e ligações telefônicas recuperadas entre o ex-prefeito de Santa Isabel do Rio Negro, Mariolino Siqueira, o ex-secretário municipal de Finanças Sebastião Ferreira e o advogado Cristian Mendes.

Encarnação Salgado está afastada do TJ-AM desde o dia 19 de junho de 2016, e mesmo assim continua recebendo os benefícios salariais pagos mensalmente aos magistrados. Os valores dos subsídios pagos aos magistrados do Amazonas é superior a R$ 30 mil, sem contar indenizações, entre elas a PAE (Parcela Autônoma de Equivalência), conforme relatório do MPF.

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Assuntos Amazonas, Encarnação Salgado, Santa Isabel do Rio Negro, STJ, TJAM
Redação 2 de novembro de 2018
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1 Comment
  • Jonas Gama disse:
    3 de novembro de 2018 às 19:18

    Qualquer amazonense com a menor formação, desconfia do TJAM! Para mim, trata-se de uma companhia de amigos.

    Responder

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