O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Saiba o porquê de o MPF defender a criação de cota para indígenas na eleição

4 de outubro de 2023 Política
Compartilhar
Indígenas acompanharam julgamento no STF, agora comissão do Senado aprova marco temporal (Foto: Antônio Cruz/ABr)
Indígenas acompanharam no dia 27 de setembro julgamento do marco temporal no STF: defesa política dos direitos civis (Foto: Antônio Cruz/ABr)
Da Agência PGR

BRASÍLIA – Em audiência pública realizada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), na segunda-feira (2), o Ministério Público Eleitoral defendeu a adoção de medidas para fomentar a maior participação de indígenas nas eleições e no meio político.

Para o órgão, a inserção de mais representantes dos povos originários em postos de liderança em todo o país é fundamental para que o grupo tenha voz na definição de políticas públicas e na defesa de direitos fundamentais.

A audiência debateu a criação de cota indígena para a distribuição dos recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha e para a reserva do tempo de rádio e TV, durante o período eleitoral.

Representando a Procuradoria-Geral Eleitoral no evento, a procuradora da República Nathália Mariel Pereira reforçou a necessidade de criar ferramentas complementares à política de cotas, para assegurar a fiscalização efetiva da ação afirmativa a fim de se evitar desvios e garantir o cumprimento dos objetivos estabelecidos. “Não podemos cair no erro de criar uma política afirmativa sem a possibilidade de controle da ação, para que ela não seja desviada na prática”, afirmou.

Nesse sentido, ela destacou que a definição da identidade indígena, para fins de cotas eleitorais, deve respeitar o princípio da autodeterminação – em que a pessoa se declara de determinada etnia – aliado a outras ferramentas de controle já utilizadas nas universidades federais de forma exitosa.

Segundo a procuradora, o sistema universitário de cotas indígenas leva em consideração na definição dos beneficiados, além da autodeclaração, a chancela da própria comunidade, com participação da Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas) no processo.

Além disso, para Nathália Mariel, qualquer política de cota eleitoral que venha a ser criada deve beneficiar não apenas os habitantes de territórios oficialmente demarcados, mas também povos de áreas ainda não homologadas ou indígenas que vivem fora de suas terras tradicionais, inclusive nas cidades.

A procuradora lembrou que o Brasil é um dos países do mundo que mais enfrenta problemas decorrentes de atrasos na demarcação, inclusive com condenações internacionais, o que poderia inviabilizar a participação de um grande contingente de indígenas no processo eleitoral.

Segundo ela, esses são pontos fundamentais a serem considerados na esfera eleitoral, para evitar desvios na finalidade da política e impedir que ela seja usada como instrumento de reforço à discriminação dessas populações.

Outra questão levantada pela procuradora é a necessidade de se desenvolverem medidas paralelas de inclusão indígena em todo o processo eleitoral, dadas as dificuldades geográficas que determinados povos enfrentam tanto para votarem quanto para serem candidatos nos pleitos. “Ainda temos diversas terras com acesso difícil por estradas, por água ou por ar. É necessário pensarmos, neste momento prévio, em políticas paralelas de incentivo a essa maior participação”, pontuou.

Violência política

A representante do MP Eleitoral também demonstrou preocupação com a questão da violência política direcionada a povos indígenas no processo eleitoral. Segundo ela, em paralelo às medidas de incentivo a financiamento e maior participação, é preciso pensar em ações que não deixem essas populações ainda mais vulneráveis a ataques violentos, por participarem do debate político.

Nathália lembrou que os povos indígenas já enfrentam, em sua maioria, cenários de violência, seja na luta por territórios ou pela manutenção de seus modos de vida, e que o ambiente político é, por si só, propício a acentuar o quadro de conflitos. 

A procuradora – que também é coordenadora adjunta do Grupo de Trabalho do MP Eleitoral de combate à violência política contra a mulher – destacou ainda a necessidade de uma abordagem de cotas para indígenas que leve em consideração o gênero. O objetivo, segundo ela, é evitar a discriminação de mulheres indígenas nesse processo, de forma que seja assegurado a elas acesso proporcional a financiamento público e a tempo de campanha em rádio e televisão. “A reserva do tempo de propaganda e do financiamento vai incidir mais facilmente nos homens indígenas, as mulheres indígenas vão passar despercebidas na análise dessas políticas”, alertou.

Audiência

Intitulado “Políticas de incentivo a candidaturas indígenas”, o evento foi convocado pelo ministro do TSE Nunes Marques, relator de uma consulta feita pela deputada federal Célia Xakriabá (PSOL-MG) à Corte sobre o tema. A parlamentar indaga sobre a possibilidade de estender às populações indígenas o mesmo entendimento firmado para a promoção da participação feminina e de pessoas negras na política, com reserva de recursos para financiar as candidaturas indígenas, além do tempo de rádio e TV, o chamado direito de antena.

A parlamentar considera que a consulta busca uma reparação histórica, diante da demora de séculos para que indígenas chegassem a postos de poder no Brasil. Ela reforçou a necessidade de investir em candidaturas para eleger, por exemplo, deputados estaduais indígenas, de forma a dar força a mais de 305 povos e 274 línguas indígenas.

“Não quero estar sozinha no Congresso Nacional. A nossa luta é para eleger indígenas comprometidos com a causa. Nosso compromisso é pela demarcação dos territórios, mas também pela demarcação das telas, da universidade e da política, porque chegamos para desconcertar, ressignificar, reflorestar, mulherizar, indigenizar, porque nenhuma política pode ser monocultural”, defendeu a parlamentar durante a audiência.

Participaram dos debates representantes da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), do Ministério dos Povos Indígenas, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Defensoria Pública da União (DPU) e de partidos políticos, entre outros. O evento tem como objetivo coletar contribuições para subsidiar o exame do tema pelo Plenário do TSE.

Notícias relacionadas

MPAM investigará se há omissão da CMM em cassar o vereador Rosinaldo Bual

Justiça dos EUA aceita AGU como defensora de Moraes em ação de Donald Trump

TRE autoriza candidato a presidente a mudar domicílio eleitoral para o AM

Aleam aprova LDO de 2027 com aumento de recursos para o MPAM

Lula diz que não se candidatou a presidente para fazer coisa para rico

Assuntos cota eleitoral, Eleição, indígenas, MPF
Cleber Oliveira 4 de outubro de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

Abelardo de la Espriella vence na Colômbia em contagem rápida dos votos

21 de junho de 2026
Yara Lins
Dia a Dia

Yara Lins é eleita para quarto mandato na presidência do TCE-AM

17 de junho de 2026
Economia

MPF e MPSP pedem suspensão de licenciamento da etapa 4 do pré-sal

16 de junho de 2026
Deputado Amom Mandel, as lanchas e líderes indígenas em Barreirinha (Foto: Assessoria/Divulgação)
Dia a Dia

Indígenas no AM ganham lanchas para transporte e assistência

13 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?