O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Projeto Acolhendo Vidas recebe bebês para adoção doados pelas mães

24 de março de 2025 Dia a Dia
Compartilhar
Juíza Rebeca de Mendonça Lima afirma que mãe tem proteção da Justiça ao decidir doar o filho (Foto: Iron Farias/TJAM)
Juíza Rebeca de Mendonça Lima afirma que mãe tem proteção da Justiça ao decidir doar o filho (Foto: Iron Farias/TJAM)
Do Estadão Conteúdo

MANAUS – Mães que desejam doar o filho recém-nascido para adoção podem fazê-lo no Juizado da Infância e da Juventude de Manaus pelo “Projeto Acolhendo Vidas”, que existe desde 2013. Em 13 anos foram 185 atendimentos na capital.

Com o projeto a Justiça busca prevenir contra situações de abandono ou entrega irregular e ilegal de bebês a terceiros, prevenindo a exposição da criança a eventuais situações de risco, proporcionando proteção e garantia dos direitos do recém-nascido.

A juíza Rebeca de Mendonça Lima, coordenadora do projeto, defende o amparo legal para que a gestante faça a entrega voluntária do filho à adoção, amparo previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente. Desde a pandemia de Covid-19, segundo a magistrada, houve aumento de casos de bebês recém-nascidos abandonados nas ruas.

“Por isso é importante divulgar o projeto para que essa mulher que não queira ou não possa, por uma série de fatores, ficar com o seu bebê, que ela faça a entrega à adoção judicial. O abandono de um recém-nascido em via pública é crime, temos ali a prática de abandono de incapaz, que é agrava se, em razão do abandono, a criança for a óbito”, alerta a juíza. A mãe tem o sigilo resguardado e a proteção judicial.

Em 2024, o Juizado atendeu 26 casos pelo “Acolhendo Vidas”. Desses, em dez casos a mãe desistiu e ficou com a criança; em oito os bebês foram entregues para adoção; três estão em unidades de acolhimento; e três em que houve perda de contato com a mãe; um caso em que o bebê foi reintegrado à família extensa e um em que a criança recém-nascida foi a óbito. Em 2025, ainda conforme os indicadores do projeto, são oito casos atendidos, dos quais quatro bebês estão em instituições de acolhimento; em três casos houve perda de contato com a mãe e uma desistência da entrega pela mãe.

As demandas que chegam ao Juizado são encaminhadas pelas maternidades, unidades de saúde, Defensoria Pública, Grupo de Apoio à Adoção e Conselho de Assistência Social, além de busca espontânea das gestantes ou mães, cuja idade varia de 17 anos a 39 anos, conforme os dados do Juizado da Infância e da Juventude.

“Os serviços sociais das maternidades, das unidades de saúde, são importantes parceiros do ‘Acolhendo Vidas’, por serem espaços onde a gestante faz seu pré-natal, ou no caso da maternidade, muitas vezes é onde a mãe verbaliza que não pretende ficar com a criança, e diante disso, esses serviços já entram em contato com o Juizado.

De acordo com as estatísticas do Juizado referentes ao ano passado, o tempo de gestação quando ocorre a decisão da entrega do bebê também varia, indo dos dois meses até os nove meses. Em 2024, cinco mulheres decidiram pela entrega após o parto; em 2025, já somam seis as que optaram por entregar o bebê para adoção judicial após o nascimento.

Previsão legal e procedimentos

Previsto no artigo 19-A e parágrafos do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n.º 8.069/1990), com a alteração trazida pela Lei n.º 13.509/2017, a entrega voluntária, como é conhecida, trata da possibilidade da entrega do filho para adoção pela mulher que optar por não exercer os direitos parentais, antes ou após o parto.

O procedimento é sigiloso e envolve a atuação de equipe multidisciplinar do Juizado para ouvir a gestante ou mãe, a busca do pai e da chamada família extensa (que abrange parentes próximos com vínculos afetivos e de afinidade) para ouvi-los e tratar da guarda, entre outros aspectos, podendo haver ao final a decisão pela inclusão da criança na lista de adoção.

Segundo o Juizado, a equipe realiza o atendimento e acompanhamento de adolescentes ou mulheres grávidas que pretendem entregar seus filhos para adoção, oferecendo-lhes apoio psicossocial, jurídico e segurança nas fases de gestação, parto e acolhimento do recém-nascido, quando necessário, se houver a decisão pela entrega. Caso contrário, é mantido o convívio com a família natural de forma responsável, zelando-se pelo integral desenvolvimento do bebê.

Notícias relacionadas

De 760.118 professores, 266.322 não sabem o básico para dar aulas

Motociclista morre ao colidir com caçamba no Distrito Industrial em Manaus

Morre aos 80 anos a 1ª mulher trans a passar por redesignação sexual no Brasil

Redes sociais terão que remover conteúdos quando notificadas pelos usuários

TJAM nega pedido para soltar empresário preso no caso Djidja Cardoso

Assuntos Adoção, destaque, Juizado da Infância e Adolescência, recém-nascidos
Cleber Oliveira 24 de março de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

De 760.118 professores, 266.322 não sabem o básico para dar aulas

20 de maio de 2026
José Máximo Silva de Oliveira é dona da clínica que, segundo a polícia, fornercia cetamina à família Cardoso (Foto: Divulgação/PC)
Dia a Dia

TJAM nega pedido para soltar empresário preso no caso Djidja Cardoso

20 de maio de 2026
Anvisa suspendeu a fabricação, a comercialização e a distribuição de lotes de produtos da marca Ypê com numeração final 1 Ypê (Foto: Joédson Alves/Agência Brasil)
Dia a Dia

Ypê orienta consumidor a não usar nem descartar produtos do lote 1

20 de maio de 2026
Praça da Matriz é um dos locais de concentração de pessoas que vivem na rua em Manaus (Foto: Milton Almeida/AM ATUAL)
Dia a Dia

Manaus é a 20ª capital em qualidade de vida no Brasil, mostra estudo

20 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?