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Dia a Dia

Professores rejeitam 14% de reajuste salarial e mantêm greve no AM

30 de maio de 2023 Dia a Dia
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Trabalhadores votam por rejeitar proposta de reajuste do governo (Foto: Felipe Campinas/ATUAL)
Trabalhadores votam por rejeitar proposta de reajuste do governo (Foto: Felipe Campinas/ATUAL)
Por Felipe Campinas e Marcelo Moreira, do ATUAL

MANAUS – Trabalhadores da educação rejeitaram a nova contraproposta de reajuste salarial, de 14%, oferecida pelo Governo do Amazonas na sexta-feira (26), e decidiram manter a greve. Os servidores decidiram recusar a oferta em assembleia geral na manhã desta terça-feira (30).

O governo propôs pagar o índice de forma escalonada, sendo 8% agora e 6% somente em julho de 2024.

“A assembleia rejeita principalmente por não chegar ao percentual [25% exigido pelos trabalhadores] e por estar de forma parcelada. Nós vamos aos nossos zonais apresentar uma contraproposta ao governo”, disse Ana Cristina Rodrigues, presidente do Sinteam (Sindicato dos trabalhadores em educação do Amazonas).

Leia mais: TJAM bloqueia R$ 210 mil do Sinteam e mantém descontos de faltas

O governo havia prometido também efetivar as progressões por titularidade de forma imediata.

O secretário geral de Governo, Sérgio Litaiff, informou que seria feito estudo de impacto orçamentário sobre as progressões por tempo de serviço. O governo também prometeu instalar uma comissão de revisão do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) para discutir outras questões como o auxílio-localidade.

Ana Cristina informou que uma nova reunião com representantes do governo ocorrerá nesta quarta-feira (31), às 11h, para tentar um acordo.

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Assuntos greve dos professores, manchete, professores, Sinteam
Redação 30 de maio de 2023
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10 Comments
  • Vera Lucia F. de Oliveira disse:
    30 de maio de 2023 às 14:11

    Até seria possível negociar em 14%, se fosse feito integralmente. A proposta do governo é cínica: 8% de imediato, 6% em julho de 2024. Claramente uma forma de ludibriar os professores. Com essa proposta, que não é a ideal, muito longe de corrigir a defasagem de 4 anos, elimina também a reposição da data base de 2024. A verdade não está sendo dita de forma transparente. Clamamos aos meios de comunicação que façam seu papel de forma digna, assim como os magistrados que jogam na ilegalidade algo que é justo e legítimo. Não estamos pedindo favor ao governador, queremos apenas que ele cumpra as leis. Data base está na lei.

    Responder
    • Priscila alves disse:
      30 de maio de 2023 às 19:40

      Infelizmente a corda quebra sempre do lado do mais fraco ( os alunos) , quando acabaram com as cotas na UEA pra alunos do estado não vi um professor se manifestando pra apoiar a causa dos alunos mas agora eles querem que os alunos apóiem a causa deles , e como sempre a educação do estado que já é uma das mais atrasadas do país , nas mãos dos outros como moeda de troca. Isso é Brasil.

      Responder
  • Raquel Ferreira disse:
    30 de maio de 2023 às 15:50

    Eu acho que tem que acabar com isso e aceitar por enquanto a proposta

    Responder
    • Salomão Moraes disse:
      30 de maio de 2023 às 22:43

      Percebo que você não é professora, não compreende as requisições em pauta, ou está visitando o planeta terra, hoje. Caso não entenda de economia, de contas, de finanças coletivas, evite achismos sem base e conhecimento de causa.

      Responder
  • Edinaldo disse:
    30 de maio de 2023 às 17:09

    Proposta não é adequada. O Governo precisa ser HONESTO e tratar o assunto com. A seriedade devida. Profissionais da Educação não são moleques..

    Responder
  • Marcua disse:
    30 de maio de 2023 às 17:39

    É o direito dos professores como trabalhadores, 4 anos sem pagar o que está na lei, agora querem q aceitem essa proposta como pagamentos futuros .
    Esperteza.

    Responder
  • Anônimo disse:
    30 de maio de 2023 às 18:10

    Que sejam todos demitidos por justa causa, se continuar assim, outros setores eu aceito greves, até incentivo, agora professores? Só quem perde são nossas crianças e alunos, aceitem logo isso e parem de vez com essa baboseira.

    Responder
  • Mauro Roberto Antony Jansen disse:
    31 de maio de 2023 às 04:56

    Este governo é de um cinismo a toda prova. O que se gasta de propaganda, salários para temporários amigos desta corte corrupta, desperdícios administrativos, favorecimento de categorias de funcionalismo público como fazendarios, policiais, e do judiciario dentre outros, daria com chá para cumprir minimamente a legislação trabalhista reivindicada pela categoria da educação. Categoria está, diga-se de passar historicamente vilipendiada por governantes corruptos e hipócritas como o deste infeliz Wilson Lima, e que por consequência tem condenado ao povo do Amazonas a ocupar os últimos lugares nas avaliações nacionais de educação. Somos por isto uma terra de muro baixo, em que cidadãos de terceira classe assumem posturas como a da Rachel Ferreira: ” deixem disso, aceitem as migalhas que estão dando”. Professores fiquem firmes e ensinem este povo a reivindicar seus direitos a uma educação de qualidade. Este moleque e seus amigos que estão neste governo corrupto e ineficiente, tem que respeitar a lei. Fiquem firmes que contra a união legitimada pelos seus direitos, vencerá.

    Responder
  • vergonhoso disse:
    31 de maio de 2023 às 08:59

    entra governo e sai governo, não reconhecem a importância da educação, saúde e segurança, acham que os profissionais devem viver de migalhas, ou esperar quando quiserem dar alguma coisa, e obrigação, e lei, e só cumprir a lei que não acontece isso…estão certo os professores..

    Responder
  • Anônimo disse:
    31 de maio de 2023 às 10:19

    Vergonhoso isso. Governo que desrespeita a educação. Professores sem receber oq tem por direito, alunos estudando sem ter um lanche digno, são nossos filhos gente. Tem sim que se unir aos professores para lutar , é direito de todos.

    Responder

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