O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Prejuízos causados por incêndios no Amazonas foram de R$ 87,7 milhões

29 de setembro de 2025 Dia a Dia
Compartilhar
queimadas
Bombeiro combate fogo em incêndio florestal no Sul do Amazonas: estado é o quarto em focos de incêndio (Foto: Divulgação/SSP-AM)
Do ATUAL

MANAUS — Entre 2013 e 2024, o Amazonas registrou 173.812 focos de incêndios florestais. O Estado ocupa a 4ª posição entre os com maior ocorrência no país. Esses incêndios causaram prejuízos estimados em R$ 87,7 milhões e afetaram milhares de pessoas, de acordo com a CNM (Confederação Nacional de Municípios).

No ranking nacional, o Pará lidera com 435.160 focos, seguido de Mato Grosso com 350.208 focos e Maranhão (247.454). A região amazônica foi a mais impactada com 1,1 milhão de focos em 12 anos, quase metade do total nacional de 2,3 milhões.

O estudo mostra que entre agosto e outubro, período da estação seca, ocorreram 66% dos focos, quando altas temperaturas e baixa umidade favorecem a propagação do fogo, mesmo em áreas naturalmente úmidas.

“Esse período coincide com a estação seca, quando altas temperaturas, baixa umidade e ausência de chuvas criam condições ideais para a propagação do fogo, mesmo em áreas naturalmente úmidas como a Amazônia”, cita a CNM.

Cenário nacional

No Brasil, os incêndios florestais tiveram impacto humano e econômico crescente. Entre 2013 e 2023, cerca de 5,4 milhões de pessoas foram afetadas. Apenas em 2024, o número saltou para 19,2 milhões representando 77,9% do total afetado em todo o período.

“Esses eventos colocam vidas em risco, afetam a saúde da população, forçam deslocamentos e podem destruir moradias e meios de subsistência. Nos últimos 12 anos, mais de 11,9 mil pessoas foram obrigadas a deixarem suas casas (desabrigados e desalojados) e 24,7 milhões de pessoas foram afetadas por incêndios florestais no Brasil“, afirma a CNM.

Em termos financeiros, os prejuízos acumulados entre 2013 e 2023 foram de R$ 1,1 bilhão, enquanto somente em 2024 os danos alcançaram R$ 2,1 bilhões. Os setores mais atingidos foram: agricultura (64%), pecuária (29%) e instalações públicas (3,1%), com a maior parte dos prejuízos concentrada no setor privado (93,9% do total).

Por estado, os maiores prejuízos ocorreram em São Paulo (R$ 1,6 bilhão, 48% do total), seguido por Mato Grosso do Sul (R$ 546 milhões), Pará (R$ 377 milhões) e Minas Gerais (R$ 298,2 milhões). O Amazonas aparece em 6º lugar, com R$ 87,7 milhões.

Os anos de 2019 e 2024 foram os mais críticos. Em 2024, o aumento dos incêndios foi agravado por eventos climáticos extremos, como onda de calor, estiagem prolongada e fenômenos como El Niño e a “gangorra térmica” do Atlântico Norte [ quando as águas do Atlântico Tropical Norte ficam mais quentes que as do Atlântico Tropical Sul], que reduziram a umidade e favoreceram a propagação do fogo.

Focos e regiões mais afetadas

Pará, Mato Grosso, Maranhão e Amazonas respondem por mais da metade dos focos nacionais. Entre as regiões, a Norte concentra 1 milhão de focos, seguida pelo Nordeste (560 mil), evidenciando a influência do desmatamento e das práticas agropecuárias no avanço das queimadas.

Entre 2013 e 2024, a União destinou R$ 2,3 bilhões para prevenção e combate a queimadas, mas apenas R$ 1,5 bilhão foram efetivamente pagos (67% do total autorizado). Em 2024, apenas 54% dos recursos previstos foram liberados.

A CNM alerta que a baixa execução dos recursos compromete a capacidade de prevenção e resposta dos estados e municípios, prejudicando a atuação de órgãos de defesa civil e de fiscalização ambiental.

“A baixa execução dos recursos afeta diretamente a capacidade de resposta e prevenção dos órgãos de proteção e defesa civil frente ao avanço do fogo em biomas vulneráveis. Municípios, que estão na linha de frente dos impactos, muitas vezes não recebem o suporte necessário, refletindo a urgência de melhorias na governança orçamentária”, afirma a Confederação.

Conforme o estudo, o ano de 2024 se consolidou como atípico e devastador, com recorde de pessoas afetadas e prejuízos econômicos. O cenário, segundo o estudo, evidencia a necessidade de maior investimento em prevenção, fortalecimento da fiscalização ambiental e implementação de políticas de manejo do fogo, além de ações coordenadas entre União, estados e municípios, para reduzir os impactos humanos, econômicos e ambientais no Brasil.

Estudo completo aqui

Notícias relacionadas

Justiça reduz pena de prisão de homem que ateou fogo na esposa

‘Fogo cruzado’: professor tem que ensinar e também identificar ameaça

Escola deve ser suporte para identificar violência contra crianças e adolescentes

Prefeito usa farda de gari para entregar caminhões de coleta de lixo

Deolane se recusa a fornecer a senha de seus celulares à polícia

Assuntos Amazonas, Amazônia, CNM, Confederação Nacional dos Municípios, incêndios florestais, manchete, queimadas
Feifiane Ramos 29 de setembro de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Com casos crescentes de violência nas escolas, professor assume também a função de apaziguador (Imagem ilustrativa gerfativa por IA/Google)
Dia a Dia

‘Fogo cruzado’: professor tem que ensinar e também identificar ameaça

23 de maio de 2026
Dia a Dia

Alívio nos ônibus: cai incidência de roubos de 213 para 51 em Manaus

22 de maio de 2026
Cerca de 2,5 toneladas de maconha do tipo skank, três fuzis e munições foram apreendidos (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Polícia

Traficantes pulam no rio, fogem e deixam 2,5 toneladas de maconha e armas no barco

22 de maio de 2026
O levantamento mostra taxa de mortalidade infantil de 14,5 óbitos a cada mil nascidos vivos (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)
Dia a Dia

FVS registra 232 mortes de bebês menores de 1 ano em 4 meses no Amazonas

22 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?