O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Prazo de pedido de vistas dificulta adiar ação contra Bolsonaro

22 de junho de 2023 Política
Compartilhar
Alexandre de Moraes
Alexandre de Moraes impôs prazo de 60 dias para pedido de vistas (Foto: Antonio Augusto/TSE)
Por Matheus Teixeira e Julia Chaib, da Folhapress

BRASÍLIA – A decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de impor prazo máximo de 60 dias para um julgamento ficar suspenso por solicitação de ministro torna mais difícil o adiamento da análise da ação que pode tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) inelegível. O julgamento começa nesta quinta-feira (22).

Em fevereiro, a corte limitou os poderes dos magistrados nos casos de pedidos de vista, situações em que um integrante do tribunal interrompe o julgamento para conseguir avaliar com mais calma o conteúdo da controvérsia em pauta.

A limitação foi determinada após aprovação de uma resolução interna elaborada pelo ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE e principal algoz do bolsonarismo no Judiciário. Os demais ministros votaram a favor da mudança, que foi inspirada no STF (Supremo Tribunal Federal) -a corte adotou regra similar em dezembro do ano passado.

Dessa forma, foi reduzida a chance de um ministro usar a estratégia judicial de pedir vista e demorar para devolver a ação com o objetivo de retardar ou até mesmo impedir uma decisão que iria na contramão do seu voto.

O próprio Moraes tem afirmado a interlocutores, em conversas reservadas, que não haverá adiamento e que o julgamento de Bolsonaro deve acabar ainda neste semestre.

Há a expectativa entre aliados do ex-presidente que o ministro Kassio Nunes Marques apresente um pedido de vista. Ele foi indicado ao Supremo por Bolsonaro e costuma se manter fiel a pautas bolsonaristas em curso no Judiciário.

No entanto esse cenário é visto nos bastidores do tribunal como improvável, justamente porque a medida não teria efeito prático -apenas atrasaria o julgamento por cerca de dois meses.

Além disso, poderia causar um mal-estar com os colegas e seria estrategicamente ruim para Kassio, que assumirá a presidência da corte no próximo ano e precisa manter boa relação com os colegas para conseguir impor sua agenda à frente do TSE.

Ele correria o risco de o eventual pedido de vista ocorrer com o resultado do julgamento já definido, uma vez que cinco ministros têm direito a votar antes dele.

A resolução sobre o tema prevê que o magistrado tem 30 dias prorrogáveis por mais 30 para devolver um processo do qual pediu vista. Caso o prazo não seja respeitado, o processo fica automaticamente liberado para ser incluído em pauta e analisado pelo conjunto do tribunal.

O Supremo tomou decisão similar e impôs o limite de 90 dias para devolução dos processos.

Moraes defendeu a mudança de regra. “A medida visa aperfeiçoar procedimentos pertinentes aos pedidos de vista e à tramitação das medidas cautelares, de modo a aprimorar a prestação jurisdicional em homenagem aos princípios da celeridade e da colegialidade”, afirmou o ministro em fevereiro.

A norma pode ter efeito direto no andamento do julgamento que começará nesta quinta-feira (22) para analisar a ação em que o PDT pede para Bolsonaro ficar inelegível por oito anos por abuso de poder e uso indevido dos meios de comunicação.

A base da ação é a convocação no ano passado, por Bolsonaro, de uma reunião com embaixadores para desacreditar, sem provas, o sistema eleitoral.

Embora a reunião com representantes estrangeiros tenha ensejado a ação, a avaliação de observadores da corte é que o processo será dentro de um contexto maior em relação às reiteradas declarações e ações de Bolsonaro contra o sistema eleitoral brasileiro e contra ministros de tribunais superiores.

Assim, a tendência é que a corte eleitoral vá na contramão do entendimento fixado em 2017 ao rejeitar a cassação da chapa de Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB).

Na ocasião, o TSE decidiu por maioria desconsiderar novas provas apresentadas após a ação ser protocolada. Essas provas apontavam outras suspeitas, relacionadas a caixa dois, contra os dois políticos.

O tribunal já deu indícios no sentido de analisar um contexto mais amplo quando ratificou a decisão do relator, ministro Benedito Gonçalves, de incluir a minuta do golpe encontrada na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres nos autos do processo.

O Ministério Público Eleitoral viu nas atitudes de Bolsonaro “um conjunto de assertivas que compõe o propósito de desacreditar a legitimidade do sistema de votação digital” empregado desde 1996 no país.

Na manifestação, a Procuradoria defendeu que a inelegibilidade não se aplique ao candidato a vice de Bolsonaro na campanha de 2022, o ex-ministro Walter Braga Netto (PL).

A Procuradoria considerou que as falas de Bolsonaro geraram “graves consequências” para a aceitação das eleições e que o discurso se mostrou “evidentemente capaz de afetar a confiança de parcela da população” na legitimidade das urnas.

O clima na defesa e entre aliados de Bolsonaro é de pessimismo. Caso seja declarado inelegível, ele ficará inabilitado para disputar eleições por oito anos -prazo contado a partir da eleição de 2022.

De acordo com a atual legislação, caso condenado, o ex-presidente estará apto a se candidatar novamente em 2030, aos 75 anos, ficando afastado portanto de três eleições até lá (sendo uma delas a nacional de 2026).

Notícias relacionadas

Braga propõe aumentar controle de ONGs que recebem financiamento estrangeiro

Alcolumbre promulga a Lei da Dosimetria, que beneficia golpistas condenados pelo STF

STF publica decisão que proíbe reformulação de cargo público para criar penduricalhos

Operação da PF: senador Ciro Nogueira diz que foi vítima de ‘ataque maligno’

Vereadores de Manaus propõem aumentar emenda individual e reduzir verba de bancada

Assuntos Adiamento, Alexandre de Moraes, Jair Bolsonaro, TSE
Murilo Rodrigues 22 de junho de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Eduardo Tagliaferro confirmou que vai depor em comissão do Senado, mas por videoconferência (Foto: Instagram/Reprodução)
Política

Moraes rejeita recursos da DPU e pede alegações finais no caso contra Eduardo Tagliaferro

8 de maio de 2026
Eleitora vota na cabine: Câmara aprova mudanças na lei eleitoral (Foto: Roberto Jayme/Ascom TSE)
Política

Brasil tem 158 milhões de eleitores aptos a votar nas eleições de outubro

8 de maio de 2026
Dia a Dia

STF mantém prisão do deputado estadual Thiago Rangel (Avante-RJ)

7 de maio de 2026
Presidente Lula ao lado do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (Foto: José Cruz/Agência Brasil)
Política

Lula viaja para os EUA e deixa promulgação da Lei da Dosimetria para Davi Alcolumbre

7 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?