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>Dia a Dia

Peritos usarão teses de homicídio doloso e disparo acidental no assassinato de Lorena

5 de fevereiro de 2020 >Dia a Dia
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Perita criminal Lorena Baptista foi assassinada na frente do próprio filho (Foto: SSP-AM/Divulgação)
Da Redação

MANAUS – Peritos e advogadas de defesa do odontólogo Milton da Silva, réu pelo assassinato de Lorena Baptista, perita da Polícia Civil do Amazonas, apresentarão a tese de disparo acidental em julgamento que começa nesta quarta-feira, 5, no edifício Henoch Reis, bairro Adrianópolis, zona centro-sul de Manaus. A acusação, que também usa dados de perícia, defenderá que o homicídio foi intencional (doloso).

O crime ocorreu no dia 5 de julho de 2020, por volta de meia-noite, no Condomínio Vila Lobos, bairro Parque 10 de novembro, zona centro-sul da capital amazonense. Lorena estava acompanhada do filho Pedro da Silva, na época com 111 anos, e entrou no apartamento de Milton da Silva. Dentro do apartamento, Lorena e Milton discutiram, a perita sacou uma arma de fogo e os dois travaram luta corporal. A perita levou um tiro na cabeça, teve traumatismo craniencefálico e morreu na hora.

Disparo acidental

De acordo com o perito criminal Ricardo Molina, que é assistente técnico da defesa de Milton da Silva, o disparo foi acidental. “Não há dúvida nenhuma de que foi um crime acidental. Qualquer outra teoria é fantasiosa e nós vamos mostrar isso com fatos, não com palavras, e provas materiais, que é o que a acusação não tem”, afirmou.

Ainda de acordo com Molina, Lorena Baptista invadiu o quarto de Milton da Silva “usando o filho como subterfúgio” e tinha a intenção de matar o ex-marido. Segundo ele, ela usava luvas cirúrgicas para não “deixar sinal do crime que ela queria cometer” e estava com uma arma engatilhada.

“Uma pessoa que entra na casa do ex-marido usando filho como subterfúgio para invadir a casa – porque aquilo foi invasão, com luvas cirúrgicas na mão, sendo perita, e com uma arma engatilhada no coldre, na cintura, não tem boas intenções. Por que entrou armada? Pra que entrou de luvas? Ela não queria deixar sinal do crime que ela queria cometer”, afirmou Ricardo Molina.

O perito disse que a acusação está “explorando aspectos psicológicos, ‘mi-mi-mi’, disse-me-disse, porque não tem prova material”. “Nós temos a prova material de que foi um acidente e não foi do jeito que a acusação está relatando. Aliás, a gente gostaria de saber até qual é a tese da acusação porque até isso é confuso, porque a cada hora eles falam uma coisa diferente”, disse.

Molina afirmou que a acusação e a família de Lorena Baptista querem passar uma imagem “santificada” da perita e relatou e-mails enviados por ela ao dentista em que ela deseja a morte dele. “Contar essa história com douradinhos e purpurina? Não. Vamos ser realistas, vamos contar a história como ela realmente é e isso que vamos fazer aqui”, afirmou.

“Quanto a esses aspectos psicológicos, é bom lembrar também que estão pintando a vítima, é claro, uma pessoa que morreu a gente tem que ter respeito, mas a vítima não era essa pessoa santificada que a família quer passar a imagem. Existem e-mails, e vão ser mostrados aqui, que ela remete para o Milton desejando a morte dele”, disse Ricardo Molina.

Homicídio

O perito criminal Alberi Espindula, que é assistente técnico da acusação, disse que vai mostrar vestígios que provam que Milton da Silva teve a intenção de matar Lorena Baptista. “Vou apresentar, com toda a certeza baseada nos vestígios, que ele, realmente, teve a intenção de matá-la. Ele quis produzir aquele resultado”, afirmou.

“Nós vamos fazer a apresentação e os senhores vão ver que, de fato, a partir dos vestígios, da posição que ela estava, das manchas de sangue principalmente, da marca de impacto no piso e outros vestígios que nós vamos apresentar dão a certeza absoluta, do ponto de vista pericial, de que se trata de um homicídio”, disse Alberi Espindula.

Sobre a afirmação de crime supostamente arquitetado por Lorena, como afirmou o perito Ricardo Molina, Espindula afirmou que “não tem o menor sentido” porque a perita, sendo policial, tinha a obrigação de portar a arma.

“Ela sendo uma perita criminal, usando a arma dela como é de costume – ela era policial, tinha que usar arma. Ela não foi armada lá, ela sempre, em qualquer situação que sai para a rua, ela obrigatoriamente tem que sair com sua arma”, disse Espindula.

O perito também disse que a utilização de luva cirúrgica por Lorena no dia do crime “não diz absolutamente nada”. Estão querendo insinuar que ela estaria se preparando para matá-lo. E os outros elementos que poderiam justificar? A arma que era dela, o filho que foi junto – jamais ela mataria alguém na presença do filho, há uma ligação muito grande entre eles. Então, isso não tem fundamento técnico nenhum”, afirmou Espindula.

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Assuntos julgamento, Lorena Baptista, Milton da Silva
Felipe Campinas 5 de fevereiro de 2020
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1 Comment
  • Anônimo disse:
    5 de fevereiro de 2020 às 20:04

    JULHO DE 2020?

    Responder

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