
Do ATUAL
MANAUS – O julgamento de Gil Romero Machado Batista e José Nilson Azevedo da Silva, réus pela morte de Débora da Silva Alves e de seu filho nascituro, está marcado para o dia 26 de maio no júri popular, informou o TJAM (Tribunal de Justiça do Amazonas). O crime ocorreu em julho de 2023, em Manaus.
A ação penal tramita na 2ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus em segredo de Justiça. Os dois réus respondem por duplo homicídio qualificado, por motivo torpe, asfixia, recurso que impossibilitou a defesa da vítima e feminicídio, além de aborto provocado por terceiro e ocultação de cadáver.
Segundo a denúncia do Ministério Público do Amazonas, o crime ocorreu na madrugada de 30 de julho de 2023, por volta das 0h40, nas proximidades da Usina Termoelétrica Mauá 2, no bairro Mauazinho, zona leste da capital.
De acordo com a acusação, Débora, que estava no oitavo mês de gestação, foi asfixiada com um fio elétrico. Em seguida, os acusados colocaram o corpo em um tonel e atearam fogo. Após a saída de José Nilson do local, Gil Romero abriu o abdômen da vítima, retirou o bebê e colocou o corpo da criança em um saco plástico e o jogou no rio.
Segundo o Ministério Público, Gil Romero mantinha um relacionamento extraconjugal com Débora, que resultou na gravidez. A acusação aponta que o crime teria sido cometido para ocultar a relação.
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