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Dia a Dia

Pai diz que médico ignorou exame, saiu para votar e filha morreu

30 de outubro de 2024 Dia a Dia
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 Orlene Pereira estava no 9º mês de gestação do terceiro filho (Foto: Divulgação/Arquivo pessoal)
Orlene Pereira estava no 9º mês de gestação do terceiro filho (Foto: Divulgação/Arquivo pessoal)
Do ATUAL

MANAUS — À espera do terceiro filho, o eletricista Piter Sanderson, de 43 anos, afirma que a esposa, Orlene Pereira da Silva, de 36 anos, perdeu a filha após um médico obstetra se recusar a atendê-la para realizar uma ultrassonografia. Segundo ele, o caso ocorreu na Maternidade Nazira Daou, na zona norte de Manaus, no domingo (27).

Piter explica que o casal procurou a maternidade após Orlene sentir dores, contrações e sangrar. Ela estava no 9º mês de gestação. Ao chegarem por volta das 11h, foram atendidos por um médico que os encaminhou para o exame. No entanto, ao chegarem à sala para fazer a ultrassonografia o obstetra informou que “estava de saída”.

“O obstetra simplesmente saiu, disse que ia almoçar e votar, e não tinha hora para voltar. Peguei minha esposa e a levei para a maternidade Ana Braga, mas quando fui fazer a ultrassonografia já era tarde demais; a minha filha estava morta”, relatou Piter.

Ele menciona que ficou cerca de uma hora na Nazira Daou e, ao receber o “não” do médico, decidiu sair. Segundo Piter, não houve “nenhuma assistência” por parte da maternidade nem encaminhamento para o exame ser feito em outro local.

Na ficha de encaminhamento de prescrição médica para o exame consta “urgência: executar imediatamente”. “Na maternidade, só ele [o obstetra] poderia fazer o exame. Como ele foi embora, tivemos que esperar. Ele saiu para almoçar, entrou no carro e disse que ia cumprir suas obrigações eleitorais e voltaria”, afirmou Piter.

O documento da prescrição, enviado por Piter ao ATUAL, consta que a data da digitação foi às 12h01. Nesse horário, o casal já havia passado pelo primeiro médico e aguardava para realizar o exame.

Ele tem um casal de filhos e a nova integrante da família foi planejada com “todo o amor e carinho”. “O quarto estava todo arrumado para a chegada da menina, mas esse sonho foi tirado por negligência de um médico”, disse.

“A minha filha faleceu às 12h47, quando chegamos à maternidade Ana Braga, e às 5h da manhã de segunda-feira [28] ela nasceu devido à indução de remédios, mas já estava morta”, desabafou. O velório do bebê ocorreu nesta quarta-feira (30). Piter disse que registrará denúncia na polícia.

Registro em prontuário

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde informou que a paciente foi atendida, mas não esperou para fazer os exames. Confira a nota na íntegra.

“A direção da Maternidade Nazira Daou informa que a paciente deu entrada a 1h de domingo (27/10), foi atendida pela equipe multiprofissional e, ao passar por exames, foi constatado que estava com pressão alta e com morte fetal ainda não especificada a causa. Ela foi encaminhada para exames de imagens. Após a solicitação, a paciente, junto com seu acompanhante, não aguardaram o exame e saíram da unidade. A unidade informa, ainda, que todos os procedimentos realizados estão registrados em prontuário”.

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Feifiane Ramos 30 de outubro de 2024
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