O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Organizadores de protestos planejam ida ao Congresso para pedir impeachment

13 de abril de 2015 Política
Compartilhar
Protestos fracassaram e agora os manifestantes buscam novas estratégias para tentar derrubar a presidente Dilma Rousseff (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Protestos fracassaram e agora os manifestantes buscam novas estratégias para tentar derrubar a presidente Dilma Rousseff (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

SÃO PAULO – Divididos e com o poder de mobilização em queda, os principais movimentos que organizaram os protestos de domingo, 12, decidiram deixar as manifestações de rua em segundo plano e buscar apoio no Congresso Nacional para suas reivindicações, a principal delas o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

“Já fizemos duas manifestações grandiosas, mas isso não gerou um elo político”, disse o microempresário Renan Santos, um dos líderes do Movimento Brasil Livre. Ele anunciou que na sexta-feira um grupo de integrantes do MBL vai iniciar uma marcha saindo de São Paulo até Brasília, onde pretende se encontrar com líderes do Congresso e encaminhar a pauta do movimento.

O foco do MBL a partir de agora é fazer ações pontuais. Segundo Santos, os demais movimentos que foram às ruas ontem e até políticos de oposição ao governo que apoiaram as manifestações também mudaram de estratégia. “Os outros grupos pediram para não ter mais manifestações. Sentimos uma pressão de vários setores, principalmente de políticos e do mercado financeiro. Antes do ato do dia 15 de março, falei com mais de uma dezena de líderes do Congresso e todos apoiaram. Agora foi diferente”, afirmou.

O empresário Rogério Chequer, porta-voz do Vem Pra Rua, grupo que ao lado do MBL foi um dos que atraíram mais gente na tarde de ontem na Avenida Paulista, anunciou a criação da Aliança dos Movimentos Democráticos do Brasil, formada por 50 grupos que vão à Brasília na quarta-feira também para encontrar lideranças do Congresso dispostas a encaminhar formalmente os pleitos dos movimentos.

O Vem Pra Rua aderiu há cerca de duas semanas aos grupos que pedem o impeachment de Dilma. Em seu discurso, ontem na Paulista Chequer centrou fogo no PMDB, partido que tem a maior bancada na Câmara. “PMDB, não adianta você conquistar mais poder. O acordo agora não é com o PT, é com o povo brasileiro.”

Divisões

Chequer tentou dar um tom de unidade aos movimentos ao afirmar que o objetivo do Vem Pra Rua é “aglutinador” e não o de ter o protagonismo dos protestos. Mas o discurso esbarra na fala de outras lideranças. “Soube que o Chequer disse que eu estou nesta aliança. Estou mesmo?”, ironizou Renan Santos. Segundo ele, o MBL foi procurado mas não aceitou fazer parte da aliança.

No Rio, as divisões entre os grupos ficou escancarada com críticas e acusações abertas entre as lideranças. O principal motivo para a cisão é uma troca de acusações sobre financiamento por partidos. O Vem Pra Rua é acusado pelos demais de ser bancado pelo PSDB, mas nega. “Não recebemos dinheiro de nenhum partido, justamente para poder criticar. Isso só divide os movimentos”, afirmou a dentista Rizzia Arrieiro, porta-voz do Vem Pra Rua.

Ela alega diferenças ideológicas em relação ao bloco formado por União Contra a Corrupção (UCC), Movimento Brasil Livre (MBL), Extermínio e O Pesadelo dos Políticos, favoráveis à intervenção militar. “O pessoal do MBL não está alinhado com o que a gente pensa. A gente respeita as instituições, não passa por cima delas”, disse Rizzia.

O empresário Rodrigo Brasil, um dos líderes do Revoltados On Line no Rio, concorda com o Vem Pra Rua, mas criticou o MBL e seus parceiros. “O pessoal lá está metido com político e a gente está fora disso”, disse.

“O racha vem do pessoal do Vem pra Rua, que é ligado ao PSDB”, acusou o técnico em segurança do trabalho Maicon Freitas, um dos líderes do UCC. “A gente faz vaquinha para pagar o carro de som.” (Colaboraram Carina Bacelar e Fábio Grellet). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

Notícias relacionadas

Redes sociais democratizaram debate público, mas disseminam desinformação, diz Barroso

Voto de Cármen Lúcia sobre Ficha Limpa é de ‘elevada relevância’, diz Movimento Anticorrupção

Prefeitura repassará R$ 348,4 milhões à Câmara Municipal este ano

Justiça nega extradição para o Brasil e ex-deputada Carla Zambelli é libertada na Itália

Suplente de Alcolumbre é indiciado pela PF por associação criminosa e corrupção

Assuntos congresso nacional, Impeachment, manifestação, Protestos, Vem Pra Rua
Valmir Lima 13 de abril de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Márlon Reis criou a Lei da Ficha Limpa (Foto: Facebook/Reprodução)
Política

Validação de norma beneficiará criminosos, afirma autor da Lei da Ficha Limpa

22 de maio de 2026
Congresso Nacional: deputados e senadores derrubaram veto de Lula (Foto: Andressa Anholete/Agência Senado)
Política

Congresso derruba veto de Lula a transferência de recursos para municípios inadimplentes

21 de maio de 2026
compra online golpe
Economia

Congresso busca compensar varejo por isenção de imposto em compras do exterior

20 de maio de 2026
Davi Alcolumbre
Política

Alcolumbre promulga a Lei da Dosimetria, que beneficia golpistas condenados pelo STF

8 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?